18.4.05

O Caso dos Sofás

Como eu e o Leo estamos em pleno delírio consumista, e a loja chique de móveis está com descontos de 25%, acabamos voltando lá e comprando um sofá em L (em homenagem aos nossos nomes) para substituir os dois que já tínhamos. E aí, o que fazer com os dois que já tínhamos? Meu plano era colocar o preto no quarto de estudos e o bege no quarto de hóspedes. Detesto me desfazer das coisas; sou muitíssimo apegada a elas. Entretanto, meu plano não funcionou muito bem na prática. O sofá preto ocupou tanto espaço no quarto de estudo que a estante ia ter que ficar no teto e a porta para a área teria que ser fechada, acabando com a circulação mágica do nosso apartamento. Já o sofá bege coube melhor no quarto de hóspedes, se desconsiderarmos o fato de que a cabeceira da cama ia ficar debaixo da janela (e das persianas barulhentas), que o armário não ia abrir e a cômoda teria que ser removida para o quarto do computador. Onde ela ocuparia o lugar do criado-mudo, que por sua vez seria levado para... onde mesmo? Diante da realidade dos fatos, o Leo não teve maiores dificuldades em me convencer de que tantos sofás não conseguiriam conviver em paz dentro do nosso apartamento. Então ficou resolvido: vamos vendê-los. Como somos pessoas de sorte, no dia seguinte já tínhamos conseguido compradores! E o melhor é que, como os sofás irão juntos para a casa nova, vão se sentir menos sozinhos! Quanto à odisséia do transporte, ela merece um novo post só para si. Aguardem.

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