30.6.05

O Caso do Vinho de Milhares de Reais

Sábado: chegamos no aeroporto de Congonhas ao meio-dia, 1 da tarde no hotel, e às 2 e meia a Lili estava passando com o namorado para nos pegar para almoçar.
Fomos para um restaurante coisa fina chamado América, no qual tivemos de entrada pães-de-queijo deliciosos e quentinhos, focaccia e uns triângulos de massa fritinhos cujo nome me escapa. Senti falta do Leo pra dividir a comida, porque, como sempre, não dei conta de um prato inteiro. É verdade que eu como metade, e a outra metade não é suficiente para alimentar o Leo, que é muito maior do que eu, então geralmente ele passa fome. O ideal, é claro, seria que eu comesse um terço e ele, dois, mas os pratos servidos no mundo real não têm terços do tamanho necessário. Estamos trabalhando nisso.
Depois do almoço acompanhamos a Lili e o André até uma feira de eletro-eletrônicos, na qual teoricamente os preços são melhores, para que eles comprassem um DVD player. Passeamos um pouco e resolvemos cair fora, porque o lugar é a maior muvuca (tipo a feira hippie, só que fechado), até porque as bolas de tênis que eu encontrei estavam com o mesmo preço do que as da Centauro Esportes, que paga os impostos federais (suponho).
Dani e Marco queriam ir na Casa Santa Luzia, que é um mercado metido a besta ou uma delicatessen supercrescida, como prefiram. Estávamos na Avenida Paulista e os dois achavam que não era longe. Protestei debilmente por um táxi, mas o taxista (diabo!) não sabia onde ficava a tal Casa. Resultado: fomos a pé.
Andamos. E andamos. E andamos. Nessa hora é que a academia compensou, porque eu cheguei ao nosso destino leve e loura, enquanto meus companheiros de jornada queriam jogar os pés fora.
Mas a Casa Santa Luzia valeu a pena: ela é cheia de mercadorias realmente chiques, como azeite trufado e vinhos caríssimos, como o Château Petrus, que custa a bagatela de 12 mil reais. Toquei nele reverencialmente e me afastei sem movimentos bruscos. Como disse a Dani, que entende do babado, entretanto, “esse ela nem queria”: a garrafa estava debaixo de uma luz intensa, e de pé! Que é provavelmente a pior maneira de se guardar um vinho.
Comprei temperos exóticos para o Leo, que está se revelando um mestre cozinheiro (vide o casa das panquequinhas de bacon) e cascas de laranja cristalizada cobertas de chocolate, que experimentamos em Paris *suspiro*.

29.6.05

O Caso dos Telefones

Levei meu celular na viagem, mas ele ficou desligado o tempo todo. Carreguei o peso só porque eu queria ligar para o Leo quando chegasse ao aeroporto de Confins, pois ele me preveniu que todo mundo que vai a São Paulo tem o telefone clonado. Mesmo que você nem use. Mesmo que ele esteja só ligado! E não é lenda urbana, não: o irmão dele e a cunhada passaram um fim-de-semana em Sumpaulo e foram clonadíssimos. Sendo que ela nem fez ligações.
É claro que eu estava contando com o telefone do hotel e dos telefones dos meus companheiros de viagem para me comunicar com a humanidade. Não que eu seja egoísta e não me importe com o fato de eles serem clonados, mas é que os dois têm celular de cartão. E quem quer piratear celular de cartão?
No fim das contas, o hotel só tinha telefone fora do quarto (um orelhão em cada andar!) e os celulares dos meus companheiros de viagem estavam sem créditos (um deles) e sem bateria (o outro). Até que dava pra fazer ligações do orelhão, mas e receber mensagens?
Fiquei ligando para a minha amiga Lili do corredor mesmo, usando cartão e pijaminha do Mickey. Um luxo.

28.6.05

O Caso de São Paulo

Voltei de Sumpaulo, meu. Contarei minhas aventuras em emocionantes capítulos porque, afinal de contas, os posts têm que render. Será que consegui o visto? Será que não? Pois isso vocês só saberão no último e palpitante post da novela
Direito de Viajar
O Hotel Liliputiano
Tudo bem que, por uma diária de 63 reais para 3 pessoas, não dava pra exigir muito luxo. Mas o hotel Formule 1 em que ficamos eleva a economia a uma arte. O quarto não tem frigobar, não tem telefone, não armário, não tem tapete de banheiro, não tem toalha de rosto. Tem é uma cama de casal e um beliche que fica em cima dela. Quando eu, minha irmã e o marido demos entrada, a recepcionista me presenteou com uma toalha e dois lençóis extras – porque o quarto só fica montado pra duas pessoas, e se você é a terceira, que se vire para montar a cama nas alturas!
Se uma pessoa ficava de pé, atrapalhava toda a circulação do ambiente. A televisão era de 14 polegadas (só canais nacionais, evidentemente). No lavabo, dois copinhos de plástico e dois sabonetinhos – vocês não estavam esperando touca de banho e xampu, estavam?
E também não tem banheiro como nós o conhecemos. O vaso sanitário fica em um cubículo estreito, a pia fica no próprio quarto e a ducha – tchan, tchan, tchan, tchan! – fica atrás de uma porta DE VIDRO lado da cama. O vidro era jateado, mas mesmo assim, tomar banho se tornou uma operação de guerra.
E antes que nos acusem de total pão-durice por ficarmos todos em um único quarto de tamanho reduzido, saibam que fomos assistir ao Fantasma da Ópera na platéia A, cujos ingressos são vendidos a peso de oiro. E vocês sabem quanto custa tirar o visto americano? 38 reais de taxa de agendamento, mais 250 reais pelo visto, mais 22 reais de Sedex, mais...
Ok, somos pão-duros mesmo.

24.6.05

O Caso da Viagem

Esse fim-de-semana irei a Sumpaulo, meu. Vou visitar minha amiga Lili, que está morando no centro econômico da América Latina, e aproveitar para ir no consulado americano tirar o visto, já que não dá mais pra o usar o despachante Neném ou similar para fazê-lo, como nos bons e velhos tempos antes do 11 de setembro.
Também pretendo ir no Bairro da Liberdade, na exposição dos tesouros da Coroa Russa, no shopping Morumbi e no Fantasma da Ópera. Isso se os ingressos que a gente comprou pelo cartão de crédito e mandou entregar na casa da Lili derem as caras, porque até agora nada. O detalhe é o valor dos ingressos mais a taxa de (in)conveniência já caíram no cartão de crédito, mas tudo bem.

22.6.05

O Caso dos Lençóis

Quando eu e o Leo casamos, surgiu um problema inesperado: eu não conseguia mais dormir direito.
É verdade que que os lençóis são gigantescos. Também é verdade que a nossa cama é grande e possui “molas encapadas individualmente” para que o movimento de uma das pessoas não incomode a outra. Mas, mesmo assim, lá pelo meio da noite, eu acordava com o Leo se mexendo. Ou puxando o lençol, no qual, segundo ele, eu me enrolava como um carretel. Fora a vez que eu acordei de um pesadelo e fiquei escutando um barulho estranho que me deixava cada vez mais apavorada, até eu perceber que era o Leo respirando.
Cheguei a pensar que eu estava destinada a dormir mal. Que a única solução seria cortar o lençol no meio, porque aí cada um ficava com o seu – mas então o que fazer com o edredom?
Nem um mês depois e eu já estava dormindo igual a uma pedra.

21.6.05

O Caso do Blogue

Quando tive a idéia de fazer o blogue, aliciei o Leo, é claro. No começo, todo dia um de nós dois postava. Até que tivemos o primeiro conflito: eu fazia posts sobre o nada e o Leo fazia posts sobre eventos que realmente aconteceram. Ele me acusou de enrolar a audiência. Eu o acusei de entediá-la.
Com o tempo, a animação do Leo com o blogue foi diminuindo, até porque dava muito trabalho escrever relatórios sobre o dia-a-dia. E a minha foi aumentando, porque eu percebi que havia uma platéia para as minhas abobrinhas.
Entretanto, o Leo tem liberdade total de postar o que ele quiser, quando quiser.
Aparentemente, contudo, ele tem mais o que fazer :).
* * *
Ah, o humor melhorou.

20.6.05

O Caso do Mau Humor

Hoje acordei mal-humorada. Super mal-humorada. Sem nenhum motivo aparente.
Quando estou assim, fecho a cara, não falo uma palavra e fico olhando pra longe. Se falam comigo, respondo com monossílabos. Mas não dou socos na parede, nem atropelo pequenos animais, nem uso o meu recém-adquirido porte de arma de maneira inadequada.
Faz muito tempo que eu não tenho um desses ataques. Uns dois anos, eu diria.
Tava demorando.

17.6.05

O Caso do Plástico

Ah, a vida da dona-de-casa moderna. As cadeiras da sala de jantar chegaram e, como elas são revestidas de chenille pérola nº723, achei que seria uma boa idéia impermeabilizá-las. Isso, é claro, se o processo não ficar mais caro do que trocar um quadradinho de tecido toda vez que um deles se sujar.
Só que as cadeiras vieram com plástico cobrindo os assentos, e eu, como boa dona-de-casa moderna, resolvi tirá-lo somente na hora da impermeabilização.
Resultado: até hoje não consegui lugar para os impermeabilizadores e o plástico continua. Como diria o Caco Antibes, coisa de pobre mesmo.

16.6.05

O Caso da Volta

Depois de 3 dias bem dodói, estou de volta com força total. Não digo que com muitas novidades, porque passei muito tempo na cama, dando gemidos saídos do fundo d'alma e sofrendo horrivelmente. Até meu maridinho, que achou que no começo fosse dengo, e não dengue, teve que confessar que eu estava mesmo ruim (aparentemente, duas idas ao hospital no mesmo dia convenceram-no).
Enfim. Agora estou praticamente recuperada e não era dengue mesmo não, só uma virose mesquinha e não-identificada.
Aproveito esse momento para responder a uma indagação (im)pertinente colocada nos comments:
Anonymous said...
"Dúvida: o post da Ayane sobre inventar para postar todo dia era para vc??? Hein? Hein?"
(Ayane é a dona do blogue Child of Darkness e ela, depois de ter tentado postar todos os dias, detestou a experiência. E arrematou:
"Tem gente até que inventa coisa que não aconteceu e coloca no blog (não quero citar nomes, hehe) porque tem que ter um post todo dia. Por favor... A vida de ninguém é tão interessante!!!")
Bem, caro Anonymous, acho que a Ayane estava se referindo a outra amiga nossa (também não quero citar nomes!), mas não, eu não invento coisas para colocar no blogue. Só tento ver as coisas que realmente aconteceram de uma perspectiva engraçadinha. Ah, e também não conto todas as novidades num único post: elas têm que durar a semana inteira!

PS: o "Hein? Hein?" do Anonymous desvendou indubitavelmente sua identidade: só pode ser o Luiz Fernando Veríssimo. Ou minha irmã Isabela.

O Caso da Virose

2 visitas ao Pronto Atendimento do Hospital: 70 reais
1 injeção de dipirona: 15 reais
1 caixa de Tylenol: 12 reais
1 vidro de Novalgina: 8 reais
1 cartela de Dramin: 5 reais
3 dias de licença médica: não tem preço

13.6.05

O Caso do Dia dos Namorados

Apesar do Leo precisar trabalhar no dia 12 (parada mensal da empresa), e eu ter umas leituras para fazer, o fim-de-semana acabou sendo romântico: fomos no Baile dos Namorados no sábado.

Só deu casais de dançarinos. Até nos arriscamos na pista de dança, mas ficamos a maior parte do tempo na mesa com amigos da mesma idade (abaixando a média etária do evento para uns 63 anos).

O clima cooperou: fez um friozinho, mas não choveu. O que não cooperou foi meu guarda-roupa: experimentei um bocado de combinações até conseguir chegar num resultado que não fosse nem cara de trabalho, nem perua total.

Se bem que, como tinha até casaco de pele na festa, até que eu não me sentiria produzida demais, não.

10.6.05

O Caso do Bolo

Quando nos casamos, o pessoal do cerimonial avisou que estava muito em moda guardar um pedaço do bolo da festa (é claro que congelado) e comer um ano depois, no aniversário de casamento.
O que ninguém nos avisou é que o tal pedaço é metade de uma das camadas do bolo. Ou seja, é gigantesco. Ontem o descongelamos, vimos que ele ficou perfeito, comemos alegremente uma deliciosa fatia e ficamos olhando para aquela monstruosidade de glacê.
Decidimos congelar de novo e levar para nossos pais, que certamente saberão apreciá-lo.

9.6.05

O Caso do Livro

Descobri uma editora fantástica: você não precisa nem enviar o livro inteiro para ser avaliado, não. Você manda, por e-mail mesmo, sinopse do livro, biografia do autor, e uns dois ou três capítulos. Se eles gostarem, pedem o original inteiro.
Estou muito desconfiada que eles são uma editora daquelas que você paga para publicar. Isso porque, além dessa facilidade toda, descobri no catálogo deles um livro de poesias chamado “Palavras para Entorpecer o Coração”. Autora: Matilda Irene. Não dá pra levar a sério uma editora que publica um livro assim, certo?
Como sou uma aspirante a escritora, decidi enviar uns capítulos, pra ver se eles gostam. Mas, como estava com preguiça de bolar alguma coisa especialmente para a ocasião, fui cavar nos meus arquivos pra ver se eu já tinha alguma coisa pronta. E não é que tinha? 32 laudas de um livro ótimo, que eu não me lembrava que tinha escrito. Fui lendo sem saber o que ia acontecer. Juro!
E rindo das minhas próprias piadas, o que é mais hilário ainda.

8.6.05

O Caso do Aniversário de Casamento

Hoje eu e o Leo fazemos um ano de casamento. No civil, digo. No religioso, só amanhã.
Para o Leo, o que conta é o civil. Afinal, é o que vale mesmo. Até porque o nosso religioso não foi na igreja (imóvel, não instituição) e, portanto, foi só uma bênção (não contem para minha avó!).
Para mim, o que conta é o religioso. Afinal, foi quando eu me vesti de noiva, usei véu e carreguei um buquê. O valor simbólico das coisas é muito importante para mim. E, além disso, depois que nos casamos no civil foi cada um para sua casa!

7.6.05

O Caso da Academia XLVIII

Definitivamente, estou me reconciliando com a academia. Ontem consegui fazer 20 minutos de esteira sem sofrer horrivelmente o tempo todo (embora o professor tenha colocado um minuto a mais sem querer e eu tenha pulado fora depois que completei os 20 mesmo). Também já estou começando a pensar em talvez considerar aumentar o peso que uso nos aparelhos.
Outra coisa boa é que o novo convênio com o Clube Casa de Campo baixou a mensalidade, que já tinha um desconto de 10 reais, em mais 10 reais. O que quer dizer que sofrerei horrivelmente pagando apenas 25 reais por mês!
A coisa ruim é que, quando eu faço academia, o Leo vai andar, tadinho. E se caminhar acompanhado já é chato, imaginem sozinho!
Eu pelo menos tenho a companhia dos atores de Malhação enquanto bufo na esteira.

6.6.05

O Caso do Conhaque

Passamos um fim-de-semana ótimo e gastronômico na casa da Dani e do Marco, em Goval. No sábado tivemos uma excelente fondue de queijo (só perdeu para uma preparada por um suíço legítimo durante nossa lua-de-mel), com direito a vinhos realmente bons, panqueca de batatinhas e bacon e pão-de-alho. Estava tudo tão gostoso que acabou num instante, e aí passamos para os experimentos alcoólicos.
Dividirei agora com vocês uma pérola de sabedoria etílica só conhecida dos iniciados, que me foi passada pelo Fred, marido da Belinha, um ano atrás, mas que só agora tive oportunidade de pôr em prática:
“Em certas bebidas tem que dar golão.”
A bebida no caso era uísque, e o conselho era que ele tem que ser sentido no fundo na língua, não na ponta. Tem que jogar a bebida lá quase na garganta, onde há papilas gustativas adequadas para saboreá-la.
Foi o que eu disse ao Marco Antônio quando ele nos contou que tinha experimentado conhaque em uma das viagens e que o negócio tinha um gosto horrível e ainda descia queimando tudo (“aí você realmente se dá conta que tem um esôfago”).
Resolvemos experimentar um conhaque fino que eles tinham em casa usando o novo método, e não é que funcionou? Realmente, ele desce quente, mas deixa um gosto delicioso na boca. E depois dá um calorzinho de dentro pra fora muito aconchegante.
O que você não pode cair na bobeira de fazer é encostar a ponta da língua no conhaque: a sensação é que ela vai cair. Depois de ter sido carbonizada, claro.

3.6.05

O Caso das Raquetes

Eu e o Leo nos demos, de dia dos namorados adiantado, raquetes de tênis. (Na verdade, compramos as raquetes primeiro e depois nos inspiramos na Thaís, que ganhou uma raquete de tênis de dia dos namorados adiantado.)
As raquetes são ótimas, mas na capa da minha tem um homem feio, enquanto na do Leo tem umas chamas bonitas. Só vi depois que a compra tinha sido feita, pois as raquetes ficam expostas sem a capa (e com razão! Ninguém ia comprar a raquete com a foto do homem feio).
Fiz bico e o Leo, bonzinho que é, propôs trocar as capas, mas a raquete dele é um pouco maior e, portanto, não rolou. Ele tentou me consolar dizendo que o homem feio é o atual nº 1 do ranking, Roger Federer. Mas não me consolei: e se ele cair? Minha raquete ficará datada! Todo mundo vai saber que ela foi comprada na época – idos tempos! – em que o Federer era o primeiro do mundo. Sou obrigada a torcer por ele por motivos puramente comercias. Se pelo menos a foto fosse do Guga, eu podia explicar usando a desculpa do patriotismo.
Mas não seja por isso: para contrabalançar o moço feio, colei na raquete um adesivo da Hello Kitty.

2.6.05

O Caso da Quinta

Não acredito que hoje seja quinta-feira. Tinha que ser pelo menos sexta. De tarde. Esta semana está se arrastando horrivelmente. Nada de novidades legais.
É verdade que eu recebi meu salário ontem. Mas como eu sempre aplico imediatamente dois terços dele e gasto o terço restante em despesas fixas, receber meu salário nem dá alegria no coração.
Não é que eu não esteja gastando dinheiro. Estou. Comprei 40 livros em sociedade com a Dani e assinei duas revistas americanas. Mas como faço tudo isso na internet, uso o cartão internacional do Leo, o que me dá impressão de que eu não estou gastando dinheiro para meu próprio divertimento.
Se eu pensar bem, é verdade. Estou gastando o dinheiro do Leo para o meu próprio divertimento. Mas antes que alguém ache que isso é uma ótima idéia, lembre-se que agora nós dois somos uma única entidade econômica.
O pior é que essas ótimas compras pela internet levam de 8 a 12 semanas para chegar. Ou seja, estou gastando dinheiro, mas estou passando meses sem receber nada em troca!
E não é só as compras pela internet que funcionam assim, não. Comprei cadeiras no dia 2 de abril e até hoje elas não deram o ar de sua graça.

1.6.05

O Caso dos Cabelos II

Respondendo aos diversos comments do post anterior:
- O corte e as luzes ficaram lindos! O que reduz bastante minha indignação pela conta.
- Não fiquei loura: as luzes são muito sutis. A idéia era só dar uma variada na cor do cabelo, que estava muito uniforme. Uniformemente sem graça.
- 210 reais para cortar o cabelo?!? Nossa, estou me sentido megaeconômica. Fala a verdade, Lili: sua amiga deve ter sido no salão do Jassa, o cabeleireiro do Sílvio Santos!
- O Leo gostou, mas desconfio que ele gostaria até se eu pintasse o cabelo de roxo.
- Cabeleireiro por um preço simbólico? Estou precisando alargar meu círculo de amizades...
* * *
O legal é que eu estou na academia há 2 semanas e meia e meu peso não está diminuindo, está aumentando. Será que já deu tempo dos músculos se desenvolverem? Se bem que eu estou comendo feito uma louca. É que exercício dá uma fominha...