1.7.05

O Caso da Gripinha

Após a aventura no Santa Luzia, voltamos para o hotel (de táxi, graças a deus!) e nos dedicamos a matar a fome. Estou achando que os paulistas são muito espertos, ou que tem muito mineiro em Sumpaulo, porque a tortinha que eu comprei era de queijo minas e estava deliciosa, sem falar dos ótimos pães-de-queijo do almoço.
O Formule 1 não tem frigobar nem telefone no quarto, mas tem um microondas na recepção. Esquentamos nossos lanchinhos e voltamos para o quarto, bem felizes. Aí o Marco Antonio começou a ter febre.
Ele já estava tomando remédio para a gripe (vários), mas, segundo a Dani, a única coisa que baixa a febre do pimpolho é Novalgina. Adivinhem se tinha Novalgina na farmacinha dos dois? É claro que não! Mas o Formule 1, apesar de não ter restaurante, nem bellboy (aquele povo que faz tudo pra você por módicas gorjetas), tem os tais orelhões em cada andar, com o endereço e o telefone do hotel pregados em cima. Ou seja, tudo arrumado para você pedir o que quiser por telefone.
A drogaria mais próxima era realmente próxima, mas demorou quase 2 horas para entregar o pedido. É claro que, aí, a febre do menino já tinha baixado.
Pelo menos eles trouxeram band-aids para os pés da Daninha.
Que, por sinal, teve uma noite ótima: acordando toda hora pra ver se o Marco estava bem, comigo tossindo loucamente ao fundo.

Um comentário:

Anônimo disse...

estou começando a achar que me dei bem por não ter ido!... quando é que você vai começar a contar das coisas boas, hein hein? quero saber do FdO! bjs!
(*isa*)