6.7.05

O Caso dos Cafés-da-Manhã

Como no economicíssimo Formule 1 o café-da-manhã não está incluído na diária, no domingo caminhamos até a Bella Paulista, uma padaria/confeitaria/restaurante realmente legal para tomar o pequeno almoço, como dizem os portugueses. Descobri que existe uma bebida que se chama chocolate italiano, que tem textura e sabor iguais a Danette, só que quentinho! Além disso, pedi um sanduíche com peito de peru que tinha tanto recheio que eu tive que tirar um pedaço dele, sob pena de não sentir o gosto do pão. E a conta nem ficou estratosférica (considerando que é São Paulo): 10 reais.
Na segunda, resolvemos encarar o café-da-manhã do hotel mesmo. Por módicos 4 reais, você tem direito a torradas, vários tipos de mão, manteiga, cream cheese (em experiência!), geléia e substância sabor mel (é isso mesmo: não é mel de verdade), além de 2 sucos inteiramente artificiais, café e leite.
Dá pra tomar 2,5 cafés-da-manhã no Formule 1 com o preço que paguei no Bella Paulista, mas garanto que o segundo valeu muito mais a pena. Pra começar, o salão de refeições do F1 é a coisa mais sem graça que há, enquanto o BP exala charme. Além disso, no F1 o sistema é “serve-serve”; já no BP tem garçons para carregar pedidos e responder perguntas sobre o cardápio. Sem falar no café-da-manhã em si! Até que o F1 tem alguma variedade, mas toda aquela comida comprimida sobre o centro das mesas redondas faz com que a gente perca o apetite. Acabei comendo só duas torradinhas de pacote com o cream cheese experimental e tomando um gole do assustador suco artificial de tangerina. E depois fiquei com a maior fome!

2 comentários:

DaniMarco disse...

Mas a substância que cheirava a mel estava até boazinha... (um gostão de Karo, mas a Lu com seu nariz endubido nem percebeu...) E o que vc queria por quatro reais?!

DaniMarco disse...

Lu, dê uma chegadinha no Blog do Ricardo Freire e deslumbre-se com os bangalôs de praia... Ah, se eu tivesse tempo (nas duas acepções da palavra)...