30.10.05

O Caso da Foto

Já que pediram, aí vai! É uma foto tirada por um fotógrafo profissional da Capricho, quando me entrevistaram a respeito dos nossos 10 (isso mesmo, 10!) anos de namoro.

A entrevista foi megapicareta, feita pelo telefone em 10 minutos. Mas o fotógrafo apareceu mesmo e tiramos um bocado de fotos digitais (que depois ele me passou em um cd).

Pronto, agora quem ainda não nos conhecia passou a conhecer!

28.10.05

O Caso dos Correios

Hoje fui colocar 5 kg de originais no correio para participar de um concurso literário. É claro que eu imaginava que teria que pagar uns 100 reais pela brincadeira. Qual não foi minha supresa ao descobrir que o preço foi 13,70! O mais caro foi a bonita caixa Sedex que eu tive que comprar: 5,50. Ou seja, no final das contas, por menos de 20 reais meus manuscritos (maneira de dizer - é claro que estavam impressos) chegarão amanhã de manhã a seu destino em Belo Horizonte.

O concurso se auto-intitula de literatura brasileira, e eu estou mandando um romance água-com-áçucar passado na Inglaterra no início do século XIX. Deixa eu explicar a lógica da coisa: um dos patrocinadores do concurso é a editora Record, e com certeza vai ter um representantes deles entre os jurados. Como no ano passado teve só 305 inscritos, é muito provável que esse representante leia meu livro. E pense: bem, não é um representante ilustre da literatura brasileira, mas bem que a gente podia publicá-lo na nossa linha de romances água-com-açúcar e ganhar uns tostões.

27.10.05

O Caso da Tristeza Infinita

Enfim. Como eu nunca iria me perdoar se não fizesse o concurso, tentei mudar a viagem para depois. Tivemos a idéia ótima de viajar um pouco antes do Ano-Novo, enfrentar dois dias lotados e aproveitar uma semana tranqüila em janeiro.
Entrei em contato com a minha agente de viagens, e ela me informou que teríamos que pagar 600 dólares a mais para ficarmos mesmo hotel, e 300 para ficar num outro sem graça. Por cabeça. Isso porque a virada do ano é altíssima temporada.
O que fazer? Desistimos.
Estamos de volta à estaca zero.
Duzentos dólares mais pobres.

26.10.05

O Caso dos Donos do Blogue

Como já disse um leitor em um comment, o nome “Lud&Leo” deste blogue está virando a maior fachada, porque o Leo nunca escreve. Desse jeito, o pessoal vai achar que matei o Leo para ficar com a herança e faço umas referências a ele neste blogue só para disfarçar.

É verdade que o Leo visita o blogue com bastante freqüência (provavelmente para checar o que eu ando falando dele), mas, como ele é um dos donos, nunca coloca comments. Então, vocês vêem que nessa eu saí duplamente perdendo: não tenho mais um colocador de comments, e também não tenho um parceiro de posts.

25.10.05

O Caso dos Exercícios Aeróbicos

Tentei que tentei manter os tais odiosos exercícios aeróbicos na minha ficha de ginástica, mas não rolou. Ainda mais agora, com o calor chegando a Fabriciano a todo vapor (literalmente!).

Cortei fora os 20 minutos de esteira e os 20 de bicicleta e, magicamente, a academia se tornou muito mais agradável. O tempo que eu gastava nela foi drasticamente reduzido.

A grande vantagem desse novo método é que, como gasto menos tempo, estou indo religiosamente à academia três vezes por semana. E faço uns aeróbicos por fora, quando dá.

Então, somando o fato de que estou tão ansiosa com a viagem (or lack thereof) que de vez em quando esqueço de comer, o resultado é que o projeto corpinho de atrizita está indo muito bem, obrigada.

24.10.05

O Caso das Datas Desastrosas

Essas coisas só acontecem comigo: planejamos a viagem do ano para setembro. Na sexta-feira véspera do dia de pagar, sai a autorização do concurso. Desistimos de viajar nessa data.

E ficamos esperando o edital. E esperando. E esperando.

E nada do edital sair. Aí resolvemos fechar e pagar, porque os lugares no vôo estão acabando.

Isso foi na quarta-feira. Na segunda-feira seguinte, o que acontece? Sai o edital! E a prova está marcada... adivinhem! Para o MEIO da viagem. Não dá nem pra puxar daqui ou empurrar de lá.

Resultado: vamos ter que cancelar (=150 dólares de multa por cabeça) ou modificar as datas (=150 dólares de multa por cabeça).

Ninguém merece!

21.10.05

O Caso do Cabelo II

Estou felicíssima: meu cabelo parou de cair. Não tem nenhum fio no travesseiro quando eu acordo e, quando eu me penteio, ficam só uns 3 ou 4.

Tomei quase 3 meses de suplemento de ferro, a tal ferritina, que tinha gosto de chocolate, aroma de baunilha e grudava nos dentes, e fiz abstinência alcoólica (forçada) durante o processo. E não é que funcionou? Meus fios estão firmemente presos à minha cabeça.

Fui no dermatologista semana passada e agora ele quer que eu aplique, durante o mínimo de um mês, um remédio tópico 3 vezes ao dia.

Na hora não liguei muito, mas depois de ler a bula do tal remédio, a ficha caiu: um mês?!? Três vezes por dia?!? Sem falar que o diabo do remédio custa 80 reais. Se eu tiver que usá-lo por mais de um mês, vou falir.

Vou ligar para ele e tentar convencê-lo que minhas melenas estão em ótimo estado e esse novo remédio é pura perda de tempo. E o remédio, que já foi comprado (longa história – dermatologista diferente), fica para a próxima vítima de ameaça de calvície na família.

20.10.05

O Caso da Viagem 2005

Estamos com a viagem do ano marcada para dezembro, mas o Leo acha que eu não chego viva lá. Explico: fico grudada na internet durante todo o meu tempo livre (e o não-livre também!) descobrindo idéias, descontos e segredos sobre o nosso destino.
Vou dormir todo dia tarde por conta disso. Quando vou para a cama, gasto um bom tempo pensando no assunto antes de dormir. E quando durmo, sonho com a viagem!
Tenho um arquivo de dicas que se pretendia mínimo, e ele já está com 30 páginas. Vou ter que fazer um arquivo de dicas do arquivo de dicas! Já sei converter Fahrenheit pra Celsius de cabeça (tira 32, multiplica por 5/9). Cotação do dólar? Eu sei comercial e turismo, compra e venda. Lugar no vôo? Descobri um site que tem as plantas de todas os aviões, com os assentos recomendados. Mala? Está montada na minha cabeça.
Fica até parece que eu nunca viajei, mas é que essa viagem é a primeira que eu vou fazer sem dinheiros contados e sem ter que dar satisfações à família! Sim, teve a lua-de-mel, mas a licença-matrimônio é de poucos dias e eu estava mais preocupada com o casamento. Dessa vez, posso levar meus delírios de planejamento à décima potência! Ainda mais com a assessoria do Leo, que é a bússola humana.
PS: Dani, estamos querendo ir te visitar na sexta. Rola?

19.10.05

O Caso dos Superpoderes

Eu e o Leo andamos pensando que, se fôssemos super-heróis, seríamos super-heróis bastante peculiares. O meu superpoder principal é dormir em qualquer lugar, a qualquer hora. Difícil imaginar aplicações práticas, mas e o superpoder do Chefe Apache, que era ficar gigantesco? É a mesma porcaria.

Meu poder secundário seria a capacidade de consumir grandes quantidades de chocolate (muito útil quando fôssemos presos em uma jaula do material) e soletrar palavras com perfeição, além de fazer contas de cabeça (pouco sucesso aqui, mas nos Estados Unidos, onde os alunos do 2º grau são obrigados a usar calculadoras, eu seria um estouro).

Já o superpoder do Leo é se localizar e encontrar qualquer lugar, a qualquer hora. Ele também faz sanduíches capazes de amolecer o mais empedernido vilão, e domina todos os jogos de salão em presente existência.

Ainda não decidimos quais serão os nossos nomes de super-heróis.

Nem se usaremos nossos poderes para o bem.

18.10.05

O Caso da Fome

Não importa o quanto eu capriche no café-da-manhã: quando chegam as 11 horas, já estou morrendo de fome.
Sim, eu sei que eu deveria trazer um lanchinho, mas volta e meia eu esqueço. E quando trago, prefiro guardá-lo para a tarde, o que, pensando bem, é uma grande bobagem, porque a tarde vem depois de uma refeição mais reforçada, que é o almoço.
Se bem que, almoçando no Pizzarita, acho tudo tão ruim que acabo comendo pouquíssimo.
Em suma: passo fome sempre.
Aí vou pra casa e me encho de chocolates.
Falando em chocolates, aí vai uma idéia para quem está querendo largar: a megasuperoverdose de chocolate. Você ingere a combinação abaixo e fica pelo menos três dias sem querer ver doce pela frente.
Taça “Sugar High”:
Ingredientes:
- sorvete de sua preferência (mas prefira chocolate ou flocos, pra ficar no tema);
- calda quente de capuccino (é uma invenção minha composta puramente de pó de capuccinho, nescau e açúcar);
- bailey’s.
Como diria Machado de Assis, cousa finíssima.

17.10.05

O Caso das Posses

Segundo o meu signo astrológico, eu sou uma pessoa muito ligada às posses materiais. Eu até que concordava, mas andei pensando no assunto e concluí que não sou, não. Eu não tenho casa própria, não tenho carro (o Leo é que tem!) e desde a semana passada também não tenho celular. E tudo bem.

Por outro lado, tenho um emprego que paga bem, e que garante que eu não vou ficar na rua se eu for despejada, nem passar fome. Talvez as posses materiais sejam muito importantes para quem não tenha emprego. Ou para quem tenha, mas corra o risco de ser despedido a qualquer instante.

Como esse não é o meu caso, posso andar pela vida leve, livre e solta, sem carregar nas costas a responsabilidade da posse e da propriedade dos bens materiais.

Mas a minha internet a cabo ninguém tasca!

14.10.05

O Caso do Atendimento

Ontem trabalhei com o público e foi um sucesso. Apareceram só pessoas boazinhas – fora um contador mala que não sabia nem a diferença entre ano de exercício e ano-calendário. Talvez você, caro leitor, também não saiba, mas você não é um contador!

Tentei reprimir os excessos do Disney training. Não sorri demais, não usei um chapéu de pelúcia e nem cantarolei “Have a magical day!” na despedida. Funcionou – pelo jeito, o povo me levou a sério. Mas a melhor parte foi que no fim do dia todo mundo sumiu e eu pude ir embora mais cedo.

Hoje volto pra lá à tarde, mas na semana que vem vou ficar em regime de sobreaviso. Eu podia até pedir para me transferirem permanentemente, só que com o atendimento ao público não consigo 3 anos de atividade jurídica para fazer concursos maiores & melhores!

Mas se você quer arrumar amigos, fazer uns contatos, atendimento ao público é o que há.

13.10.05

O Caso da Esteira

Fiquei 10 dias de férias e tive muitas idéias bizarras – entre elas, a de comprar uma esteira. Já estou cansada da minha bicicleta ergométrica e ela está meio detonada – pra vocês terem uma idéia, um dos lados da base dela rachou na mudança e eu tenho que botar um toquinho de madeira bem nesse lugar pra ela ficar equilibrada. Além disso, caminhar tem uma vantagem sobre pedalar: você sustenta o peso do próprio corpo, o que fortalece os ossos, evitando uma futura e longínqua osteoporose (pouco provável, porque eu bebo leite adoidado, mas de qualquer maneira...).

Fiquem sabendo que uma esteira é uma coisa cara! Custa de 3 a 4 vezes mais que uma bicicleta ergométrica. Mas tudo bem, eu estava decidida, até que descobri que ela não ia caber na minha casa. Quebrei a cabeça, tentei várias posições, mas não deu.

Os dois ou três vendedores que eu atormentei por telefone o dia todo ficaram decepcionados.

11.10.05

O Caso da Volta ao Trabalho

Ontem fiquei tão ocupada voltando ao trabalho, fazendo treinamento em outra seção e fechando a viagem de fim-de-ano, que nem deu tempo de postar no blogue. Prometo me redimir e fazer um grande post-resposta para todos os comentários que têm aparecido por aqui amanhã.

Enquanto isso, vou contando que estou aprendendo coisas novas. Vou ficar por dois dias num esquema de atendimento ao público. Confesso que hesitei quando me “convidaram”, mas aí me lembrei de que trabalhei na Disney vendendo souvenirs para uma galera de países variados, falando em inglês, entendo sotaques bizarros em inglês e pior, contando em inglês, e que foi tudo muito bem. Ou seja: vai ser moleza.

É claro que o povo da Disney estava bem-humorado e contente por estar “in the happiest place in the world” e aqui só vai aparecer gente reclamando e com problema. Mas vou usar meu Disney training neles, sorrindo radiantemente e oferecendo “bags or boxes” e...

Bem, talvez não seja o caso.

7.10.05

O Caso da Corrida

Eu e o Leo descobrimos mais um seriado legal: "The Amazing Race" (A Corrida Fantástica). A idéia é que vários times formados por 2 pessoas disputam quem chega primeiro ao final, sendo que a pista de corrida é... o mundo! Estamos vendo a sexta temporada. Os participantes saíram dos Estados Unidos para a Islândia, deram uma passada na Noruega, foram para Senegal e agora estão na Alemanha. Eles têm que completar provas, descobrir as próximas paradas por meio de pistas, e dirigir, voar e navegar param alcançarem seus destinos!

Finalmente, descobrimos um reality show que não é ridículo, nem humilhante. Em suma: um reality show do qual gostaríamos de participar.

Achamos que faríamos um bom time, porque o Leo é uma bússola humana e eu sou boa para me comunicar (vide verbete "O Portuñol e a Lua-de-Mel"). Além disso, nós gostamos um do outro, ao contrário de alguns dos participantes bizarros, que gritam, reclamam, resmungam e dão empurrões nos parceiros.

Depois de alguns capítulos, contudo, decidimos que não ir rolar: o povo vive pegando avião pra chegar nos países, e como eu enjôo muito, ia ficar o programa inteiro dopada de Dramin; e volta e meia a galera tem que correr para chegar aos pontos finais, e isso o Leo dispensa.

6.10.05

O Caso das Atrizitas

Estou adquirindo um recém-descoberto respeito pelas atrizitas malhadas. A verdade é que ser magra não é difícil, mas ser secca como a Débora – sem uma única célula de gordura no quadril ou debaixo do umbigo – aí, meus amigos, já é uma outra história.

Estou desconfiada que, para se ter um corpo de atrizita malhada, é necessário alimentar-se como uma delas. I. e., duas folhas de alface, dez copos de água mineral Evian e uma colher de azeite, que é a gordura saudável. O negócio é que as atrizitas malhadas literalmente vivem de seus corpinhos, ganhando gordos cachês para mostrar seus membros magros na tevê e nas revistas. E eu, o que ganho com isso? Nada, a não ser a satisfação de saber que possuo uma barriga chapada - sendo que não posso exibi-la no trabalho (é uma repartição pública!), nem na rua (eu vou fazer 30 anos e tenho noção!). O grande beneficiário da barriga chapada seria o Leo, mas ele já acha que eu sou perfeita assim como estou, então...

O bom-senso comanda que eu me contente com meu corpinho mezo-sarado atual. Mas o bom-senso não lê a revista Boa Forma.

5.10.05

O Caso da... Academia

Acho que vou mudar o nome desse blogue de "Lud&Leo" para "Lud&a academia", porque estou achando que eu uso a maior parte dos posts para choramingar a respeito dela. Também posso abrir uma comunidade no Orkut chamada "Odeio academia... mas vou assim mesmo ". Talvez ela faça sucesso.

Consultei minha agenda e descobri que entrei na academia no dia 10 de maio. Comecei mesmo no dia 19, porque nesse intervalo fui a BH tirar passaporte, mas se considerarmos o dia 10 como emblemático (até porque é nele que eu pago a mensalidade), veremos que vou completar 5 meses de academia em outubro.

5 meses! 5 meses! Aos trancos e barrancos, com férias ocasionais de 2 semanas no início de setembro e um média provável de 2 vezes por semana ao invés de 3, mas ainda assim - 5 meses!
Estou pasma com minha própria persistência.

A verdade é que eu tentei emendar essas 2 semanas com outras 2 e dizer pro povo da academia que eu estava de férias do trabalho (eles deixam você ficar um mês sem pagar e sem ir, nesse caso), mas não colou. Disseram que eu tinha que avisar antes do vencimento.

A idéia era emendar as "férias" com um "adeus", mas já que vou ter que pagar esse mês mesmo, decidi ir lá todos os dias que me restam. Sendo assim, acho que vou continuar por lá até um casamento de família no começo de novembro, porque afinal de contas eu quero estar linda no meu vestido amarelo-ouro. E então, como devo viajar no início de dezembro, porque não ficar mais um mesinho? Aí tem o meu aniversário de 30 anos em abril, e é claro que eu tenho que estar em forma para essa data tão importante... E depois é que eu não posso largar mesmo, porque depois dos 30 anos o metabolismo da mulher vai só ladeira abaixo.

Estou perdida.

4.10.05

O Caso das Caras

Ando lendo muitas revistas Caras (culpa da academia) e estou pasma com as caras que vejo por lá. É incrível a quantidade de pobres mulheres de mais de 50 anos tão esticadas, botocadas e siliconadas que se tornam praticamente irreconhecíveis. O pior é que - será que elas não percebem? - é que elas NÃO estão mais bonitas do que eram antes dos procedimentos cirúrgicos!
Longe de mim dizer que as pessoas não devem buscar uma aparência jovem e saudável. Mas há limites, não é verdade? E há o ridículo.
Sinceramente, esse povo está numa situação perdedora. Elas não são mais atraentes do que as mulheres que são 30 anos mais novas e vão à academia desde que nasceram. E também não têm mais dignidade do que as mulheres que sabem que os anos chegaram.
Tem consciência de que a vida é um ciclo inclui desconfiar que um vestido justo, decotado e brilhante NÃO é adequado para uma mulher de 60 anos, não importa quão conservada ela seja (a não ser que ela seja a Vera Fisher e, mesmo assim, há divergências). E que sapatos forrados da mesma cor do tecido, quando o tecido é azul-bebê ou rosa-pastel, é sempre uma péssima idéia.
Tudo isso não quer dizer que EU pretendo me conformar placidamente com a passagem dos anos. Mas quer dizer que protetor solar, ginástica e uns cremezinhos já está bom demais.

3.10.05

O Caso dos Planos de Viagem

Eu e o Leo queríamos ir para Nova York em setembro, mas justamente na sexta-feira anterior ao sábado em que íamos fechar a viagem, saiu a autorização do concurso que eu queria fazer.
Cancelamos a viagem, remarcamos as férias, trocamos Washington pela Disney e decidimos viajar antes do Natal.
Só que o edital do concurso não sai. Tenho certeza que assim que eu pagar muitos dólares pela viagem ele vai ser publicado, marcando o dia da prova. Então fico esperando, esperando...
Eis que hoje liguei para uma agência de viagens e eles me avisaram que é necessário decidir logo, porque já está difícil conseguir passagem. Pra completar, se realmente o pior acontecer, é dificílimo mudar a data da viagem: custa 150 dólares pra remarcar o avião e os hotéis geralmente não devolvem o dinheiro, porque é alta temporada.
Em suma: estamos ferrados.

1.10.05

O Caso do Casamento da Christina

Deixei para fazer este post depois que a noiva voltasse da lua-de-mel para que ela pudesse apreciá-lo, mas percebi que ela deixou um comment há poucos dias neste blogue, o que significa que:
- a lua-de-mel não começou imediatamente após a cerimônia;
- a lua-de-mel não está deixando minha amiga suficientemente ocupada.
Esperemos que seja a primeira opção.
* * *
Foi o melhor casamento a que eu e o Leo já fomos (tirando o nosso, é claro, mas ele não conta, porque não fomos a ele, nós o fomos). A noiva foi super-pontual, o padre falou durante 15 minutos (se tanto) e a maior parte disso foi a respeito de como os noivos se conheceram. Bênção das alianças, riqueza e pobreza, pode beijar a noiva e que deus vos acompanhe.
* * *
Na saída, fogos de artifício (muito romântico!). Um deles escapou e foi na direção da porta da igreja, o que gerou vários pulinhos e gritinhos.
Os noivos sobreviveram incólumes. O mesmo não pode se dizer do terreno baldio em frente da igreja, que pegou fogo.
* * *
A festa foi no Automóvel Clube e foi ótima. Finalmente conheci o bastião das festas de 15 anos da tradicional família mineira. O lugar é realmente lindo, bem início do século (passado), com elevador trabalhado em ferro e vitrais coloridos.
* * *
Eu e o Leo nos instalamos em um lugar fantástico com um sofá muito confortável e grande presença de garçons. Ele se divertiu muito dando notas para as convidadas (eu teria protestado, se tivesse conseguido parar de rir).
* * *
Em suma, um ótimo evento. Fico esperando o convite para ver as fotos da lua-de-mel e o álbum de casamento!