31.12.05

O Caso da Viagem até Orlando


Olá, fiéis leitores! Olha a gente aqui de novo! O quarto do hotel tem internet banda larga e acabamos de comprar um laptop - estou on-line de novo!

Então vamos às notícias. Essa viagem vai render muitos posts porque, convenhamos, a pauta do blogue estava meio chata - só resmungos sobre a academia, a falta da academia, o excesso de trabalho...

Então. Como o Leo contou, passamos quase dois dias viajando. Para a nossa alegria, o vôo maior (Rio - Miami) não só era num 767, meio apertado e sem telinhas de tevê individuais (esse seria o 777), como o único filme que ia passar era "A Maravilhosa Fábrica de Chocolates", que já tínhamos visto e nem achamos bom. Para completar, as diversas estações de rádio, que geralmente oferecem alguma diversão, não estavam funcionando. Dá pra vocês? Quero meu dinheiro de volta!

A parte boa é que o jantar foi gostoso e o vôo foi bem tranqüilo. Não enjoei nada - claro que com ajuda de doses massivas do meu amigo Dramin. Enjoei foi na ida de casa para Confins, de carro! Só eu mesmo!

Nosso chá de cadeira em diversos aeroportos foi minimizado pelos livros que eu e o Leo compramos no aeroporto de BH. Ainda assim, a parada em Miami foi danada. A programação era embarque às 8 da manhã (sendo que tínhamos chegado às 4). Houve um problema elétrico e acabamos embarcando às 9 e meia. Eu tinha certeza que era só uma manobra diversionista, e tinha razão, porque não conseguiram resolver o problema e tivemos que desambarcar de novo, bem na hora que a pessoa que estava na fila de cadeiras com a gente mudou de lugar e pude deitar no colo do Leo para uma sonequinha.

No final, arrumaram um outro avião e decolamos com 4 horas de atraso. A coisa boa é que o vôo foi feito em 37 minutos, ao invés de 56 (toda vez que o horário de uma companhia aérea está atrasado eles botam os aviões voando baixo, er, voando alto, o que aumenta a velocidade, embora gaste mais combustível).

Outra coisa legal é que, com o atraso no vôo, chegamos na Alamo e não havia nenhum carro subcompacto (ou econômico. Vocês conseguem imaginar um carro "subcompacto"? Eu consigo imaginar um compacto, mas subcompacto já é demais). Nem compacto. Aí tivemos que pegar um médio - um Chrysler prata bonitão e espaçoso, que perdemos ontem no estacionamento da Disney, mas isso já é outra história.

As estradas dos Estados Unidos são ótimas: largas, planas, novas, muito bem-sinalizadas. Junte isso com o carro que só tinha rodado 13 mil km e fizemos uma viagem Miami-Tampa muito boa. Exceto por um engarrafamento incrível, que durou uns 20 minutos, causado por obras na pista. Nisso estávamos com uma fome danada, já que a mochila com provisões tinha ficado no porta-malas e a última vez que tínhamos comido foi no Pizza Hut do aeroporto de Miami, às 11 da manhã.

Mas tudo bem. Seguimos o mapa e chegamos no nosso hotel bem felizes, 5 e meia da tarde, para descobrir... que aquele não era nosso hotel! Mais uma mancada da nossa agente de viagens diabólica. A indicação que ela nos passou era daquele, mas a reserva que ela fez foi em outro da mesma rede. Outro que era mais longe, menos novo e que, no nosso estado de fome e cansaço, parecia estar do outro lado do mundo.

Fazer o quê? Voltamos para o carro e fomos para o outro hotel. Detalhe: saímos do Brasil com altos mapas e rotas dos lugares que queríamos ir - todos baseados, obviamente, no hotel em que achávamos que iríamos ficar. Resultado: tudo teve que ser adaptado...

Chegamos no hotel novo e a boa notícia do momento é não acharam a nossa reserva. Mas, como provavalmente estávamos com uma cara de desespero total, deixaram a gente subir para o quarto. Chegando lá, outra surpresa: nada de geladeira, nem microondas!

Uma viagem na qual você possui pelo menos uma geladeira é inteiramente diferente de uma viagem na qual você não possui uma geladeira. Se você a tem, você pode ir ao supermercado e comprar água, refrigerante, leite, e uns recheios de sanduíche para fazer uns lanchinhos quando chega no quarto. Ninguém agüenta - ok, eu não agüento - comer na rua o tempo todo, ainda mais quando estamos falando das gordurosíssimas opções americanas.

Então fui chorar na recepção. Me prometeram uma geladeira imediatamente, e de graça! Achei que as coisas tinham começado a melhorar. Mas ficou só na promessa, porque nada da geladeira chegar. No supermercado, tivemos que nos contentar com coisas não geladas, tipo água, batatinhas fritas, cereal (igual ao que eu como no Brasil, mas numa caixa gigantesca e gosto um pouco diferente, mais doce) e umas bananas da Guatemala.

Depois de muito choro e ranger de dentes (e uma palavrinha na recepção toda vez que a gente saía e entrava do hotel), no segundo dia de estadia chegamos à noite ao quarto e lá estava nossa geladeirinha! Ficamos felicíssimos, até porque tínhamos comprado 2 litros de leite com chocolate Hershey's no WalMart e estávamos achando que íamos ter que beber tudo até a manhã seguinte!

Com isso encerramos a parte burocrática da viagem. No post de amanhã, não percam: primeiro dia na Disney e as palpitantes compras no supermercado!

News! Finalmente


Para não passar o ano-novo em branco, notícias dos states.
Estamos muito bem apesar de termos passado praticamente 38 horas acordados e viajando. Sem exageros: acordamos no dia 26 às 08:00 am; saímos de BH para o Rio; depois Rio para Orlando (sem dormir nada no apertadíssimo avião); mais de 4 horas de atraso para pegar o vôo de Orlando para Tampa, e mais umas 3 horas para sair do aeroporto, achar bagagens, achar locadora de carros, achar um carro (parte boa: não tinha o nosso carro e ganhamos 2 upgrades), ir para Orlando e achar o hotel. Depois a Lud conta com detalhes tudo. Esta viagem vai gerar posts para o ano que vem inteiro.

Agora são 10:50 pm aqui na flórida. Vamos dormir para termos forças para passar o ano-novo em algum parque.
Aproveitando, feliz 2006 para todos. Que o ano que vem seja o mais perfeito possível.

E segue uma fotinho!

23.12.05

O Caso da Viagem que se Aproxima

De ontem pra hoje o Leo nem dormiu direito com a excitação da viagem. Parece criança :-).

Acordou às 4 da manhã, virou na cama de lá pra cá, roubou o lençol, ligou o ar-condicionado, desistiu de tentar dormir de novo e levantou para começar a arrumar a mala.

Quando eu acordei, ele já estava pronto para sair (anunciando que só tinha que trabalhar mais 8 horas antes das férias), com os olhinhos brilhando e cantando musiquinhas de Natal.

A nossa preferida é uma que a gente aprendeu com a Fernanda: “It’s the most wonderful time of the year... (É a época mais maravilhosa do ano)!” Tocava na Disney e ela vivia cantando. Acho que nunca nem ouvi a versão original, só na voz da Fê, e eu só sei essa parte, mas é uma música tããão adequada que a gente canta assim mesmo.

A segunda preferida é do filme “Love Actually” (Simplesmente Amor). A música original, “Love is all around us” (O amor nos rodeia), é regravada por uns dos personagens como “Christmas is all around us” (O Natal nos rodeia).

“I feel it in my fingers/ I feel it in my toes…”

22.12.05

O Caso dos Preparativos

Finalmente estou entrando no espírito de fim-de-ano (e férias). Me livrei de umas obrigações chatas (tipo academia) e agora posso dedicar todo meu tempo a fazer malas e me preparar para o Natal.

Ontem fiz uma mala enorme só com os presentes, as embalagens dos presentes e as fitas correspondentes. Ainda assim, não são todos: alguns foram encomendados e chegaram hoje pelo correio em BH, e outros eu pedi para a Dani comprar, tadinha.

São os do amigo oculto da família. Sabem quando foi o sorteio? Terça-feira à noite! Esse povo esquece que eu e o Leo trabalhamos o dia inteiro, moramos em cidade do interior e precisamos de tempo para arrumar presentes legais. Os comprados pela internet, por exemplo, gastam dias para chegar!

Então o resultado é que a Dani foi coroada compradora-oficial-de-presentes e está lá em BH camelando atrás de produtos simpáticos que possam ser trocados se não forem do tamanho/estilo/gosto da pessoa.

Mas que dá vontade de comprar por aqui pra esse povo deixar de ser bobo, isso dá.

21.12.05

O Caso dos Obrigados

Agradeço aos comentários consoladores que deixaram aqui. Hoje eu já estou me sentindo melhor.

É verdade que ontem eu cheguei em casa e me enfiei na cama para ficar bem emburrada durante algumas horas, mas estava um calor insuportável e aí não rolou de ficar enrolada nos lençóis. Levantei e fui cuidar da vida. Quando o Leo chegou, tive uma recaída, mas o Leo cumpriu seu papel de “amor bonzinho” (essa a gente aprendeu com a Dani e o Marco – finalmente alguma coisa educativa, porque antes o Leo só tinha aprendido a “fazer bololô” com as roupas que ele tinha acabado de usar) e eu fiquei mais alegrinha.

Quanto aos juros compostos, Marco, é cousa facílima. Te ensino em dois segundos. A manha é ter uma bonita tabela pronta com os resultados de (1+taxa) elevado ao nº de meses.

Pronto, já sei o que dar ao Marco Antonio no Natal!

20.12.05

O Caso da Decepção.

Saiu o gabarito do concurso e eu não passei. Estou arrasada. Eu sei, eu sei, eu mesma disse que não tinha estudado o suficiente, mas a esperança é a última que morre. E, embora eu não tenha estudado o suficiente, estudei um bocado.

Então é isso. Estou deprimida. Tentando me concentrar no fato de que o Natal e as férias estão muito próximos, mas achando difícil. Para completar, estou cheia de trabalho e tarefas.

Ainda bem que eu já comprei os presentes de Natal. Senão era bem possível que ninguém ganhasse nada neste ano : - (.

19.12.05

O Caso do Concurso do Demo

Tomei uma paulada nas provas que até perdi o rumo de casa!

Fui bem nas de português e inglês, e o resto nem quero ver. As provas mudaram completamente em relação às passadas, então caíram cousas doudas que ninguém esperava.

O gabarito deve sair hoje à tarde e eu não estou nem um pouco otimista. E olha que eu costumo ser otimista quando se trata de provas!

Pelo menos todo mundo aqui que fez também acha que não foi bem, o que faz com que eu não me sinta estúpida sozinha. Menos mal!

O lado bom é que agora tenho tempo livre disponível para voltar à academia. Burrinha E fora de forma não dá!

16.12.05

O Caso da Viagenzinha

Estou indo hoje para BH porque amanhã e depois tem concurso!

O pessoal aqui diz que eu vou passar, ao que eu respondo “passar vergonha?”. Farei o possível, mas não estou otimista. Não deu tempo de estudar a matéria toda. Ou seja, já estou indo disputar menos de 100% dos pontos. Mas tudo bem. Depois tem Natal, férias, viagem, Ano-Novo, vida nova, concursos novos...

Estou indo de avião porque o Leo vai ter que ficar por causa do trabalho. A notícia boa é que choveu a semana inteira, mas hoje deu sol, o que significa que provavelmente não terei problemas de teto!

Outra coisa boa é que vou aproveitar para me despedir da minha irmã Isabela, que embarca no sábado para o Colorado para ser explorada pelos americanos, ganhar muito dinheiro e aprender a esquiar, e só volta daqui a uns 3 meses (com muitos presentes, esperamos).

A terceira coisa boa é que, passado o concurso, a pauta do blogue muda, porque nem eu agüento mais esse assunto!

Isto é, muda depois de eu contar com detalhes como foi a prova, o local, os candidatos, as questões, o gabarito, a minha porcentagem, a porcentagem dos meus colegas de trabalho, e todos esses pontos infinitamente fascinantes somente para a pequena parcela da população que são os concurseiros...

15.12.05

O Caso do Adicional de Insalubridade

A gente trabalha em um prédio novo e bonito, com elevador panorâmico e tudo, mas ele tem lá os seus problemas. Um dele é ter goteiras quando chove, e aqui chove muito.

No ano passado a goteira da sala era em cima da minha mesa, e ela encharcou um processo durante um fim-de-semana, enquanto não tinha ninguém olhando. Tivemos que desmontar o processo e esticá-lo em uma mesa para secar, e mesmo assim muitas páginas ficaram meio violetas (porque essa tinta de impressora que todo mundo acha que é preta borra lilás).

No final das contas, consertaram as goteiras e aparentemente ficou tudo muito bem - pelo menos durante a estação seca. Contudo, desde a semana passada, umas goteiras traiçoeiras tem surgido pela sala.

Eu estava bem metida achando que minha mesa estava a salvo. Aí, hoje, chego de descubro que:
1) uma cachoeira decidiu cair sobre a minha estação de trabalho;
2) todos os meus bonitos materiais de estudo estavam sobre a mesa e foram afogados.

Se isso não é um mau presságio para o concurso, eu não sei o que é.

14.12.05

O Caso da Falta de Tempo

Não se aflijam, eu não morri: eu só tô estudando tanto que ontem nem lembrei de postar. Fiz um mega-resumo lindíssimo de Direito Previdenciário, com direito a palavras coloridas (empregado é verde, doméstico é vermelho, trabalhador avulso é azul, segurado especial é marrom, contribuinte individual é roxo, e um dia se alguém me perguntar eu explico as relações entre os termos). Estou fazendo a minha parte. Se eu não passar, não é por falta de tentar (será por falta de estudar, mesmo.)

Vejam bem: tem uns 4.200 candidatos inscritos para a minha região, e 50 vagas. Eu só preciso ser melhor do que 4.150 deles! Moleza, né?

O negócio é que estou pensando que passar nesse concurso vai desarrumar minha vida. 1) vou comemorar meus 30 anos fazendo curso de formação, o que não é nada romântico; 2) vou estar fazendo curso de formação enquanto outros concursos melhores acontecem; 3) se a vaga disponível para mim não for aqui em Fabri, o negócio complica, porque o Leo está muito bem empregado e nós estamos muito bem instalados!

Ou seja, é uma situação vencedora: eu vou ficar feliz se eu passar no concurso e vou ficar feliz se eu não passar no concurso!

12.12.05

O Caso do Mistério Resolvido

As pessoas deram os chutes mais loucos a respeito do mistério:
- o Leo iria comprar um cachorro em BH;
- o Leo iria fazer uma entrevista de emprego em BH;
- se não fosse o Leo, mas a Lud, ela iria fazer um ultrassom em BH.

Não foi nada disso: na verdade, o Leo foi a BH trocar de carro!

A idéia inicial era trocar o Focus Mulder (sim, o carro tem nome) por um outro Focus “gentilmente usado” ou “semi-novo”, só que mais recente do que o nosso. No final das contas, descobrimos uma promoção em uma concessionária em BH e vimos que era mais negócio... comprar um novo!

Então o Leo teve que ir correndo aproveitar a promoção, e a Lud ficou para estudar. O melhor de tudo é que tinha três carros na promoção: um “Prata Athenas” (que é um bege metálico horrendo); um “Preto Ebony” (que é bonito, mas é quente e qualquer arranhãozinho na pintura aparece) e um “Prata Geada”, que é o prateado de verdade, lindo e fácil de vender depois, e que foi o que nós escolhemos, já que chegamos primeiro!

Observem: as coisas todas que eu escrevi no post anterior foram totalmente verdadeiras, mas o objetivo era mesmo confundir os inocentes. O “talvez mude a minha vida” é porque eu quase nunca dirigia o carro antigo, mas o novo eu vou querer dirigir. O “já fiz a minha parte” foi transferir o dinheiro para a conta da concessionária.

E a música em inglês não tinha nada a ver mesmo!

9.12.05

O Caso do Mistério

Eu tô doida pra contar o que o Leo foi fazer em BH hoje, mas ele pediu para ser supresa, então eu vou ser igual a essas pessoas totalmente irritantes dos blogues que eu costumo freqüentar e não vou falar nada, só pra todo mundo ficar coçando a cabeça e se perguntando “será? será?”.

A vontade que eu tinha era de fazer um post assim, bem barango:
“Vai acontecer uma coisa ótima mas eu não vou contar aqui antes de estar resolvido para não dar azar nem atrapalhar nem nada. Só posso dizer que é muito, muito bom, e que talvez mude a minha vida, mas... não sei. Só sei que estou torcendo para dar tudo certo, e no que depender de mim vai dar. Já fiz a minha parte e agora é só esperar!”

Ah, sim, e o título tem que ser o nome de uma música em inglês nada a ver (tipo “Sweet Home Alabama”), mas que as pessoas vão achar que é uma pista da coisa ótima e misteriosa.

Bem, a vontade era essa, mas os leitores do blogue não iam entender a fina ironia do post e iam achar que eu estava ficando baranga, então é melhor explicar.

Explicar o post, não o mistério, é claro.

8.12.05

O Caso da Falta que Ela me Faz

Sim, eu sei que eu chorava todo dia aqui por “ter que” ir na academia. (Uma psicóloga já me disse que não se deve usar o “ter que”, mas o “querer”, porque na verdade não se “tem que” estudar, fazer ginástica, aprender a dirigir etc. Ninguém está te coagindo com uma arma na cabeça: você faz porque quer, ainda que na realidade você “queira” os resultados, não a ação em si.)

Pois bem: fazem três míseras semanas que eu deixei a academia e, quando tive que fazer um exercício mínimo (subir e descer escadas aceleradamente por 10 minutos), fiquei com as pernas doendo. Por dois dias. (Ou mais, porque hoje ainda é o segundo dia. Veremos.)

Explico o exercício: meio da tarde, trabalho, sono danado, o jeito foi escalar degraus pra ver se passava. Passou. O que ficou foi a dor.

Em suma: você se sacrifica meses e meses na maldita academia, sai uns diazinhos e fica toda fraquinha de novo. É uma porcaria mesmo.

Então, na parca semana entre a prova e o natal vou ter que – não, não, nada de vou ter: quero – fazer um mega pot-pourri de atividades físicas para me preparar para a viagem do dia 26, na qual pretendo ficar horas e horas de pé e andar como um camelo.

7.12.05

O Caso do Corte do Cabelo

Ontem eu fui cortar meu cabelo. Ele foi lavado, cortado e secado pela módica quantia de... 15 reais! Isso porque era corte de moça. O do Leo custou 12. E também a cabelereira nem se ofereceu para secar depois.
Parece que ficou bom. Não sei com certeza porque essas coisas a gente só sabe depois que lava em casa e deixa o cabelo secar sozinho, ou a gente mesmo seca. Geralmente eu faço isso logo depois do corte, mas dessa vez não vai rolar. Não vai dar tempo. Eu estou ESTUDANDO! Então talvez sábado eu me dedique a isso.
Vocês vêem que eu estou me aproximando perigosamente de Sócrates. Mas banho todo dia eu ainda tomo, tá?

5.12.05

O Caso do Concurso Que se Aproxima

Estou completamente desesperançada em relação ao próximo concurso. Quanto mais eu estudo, mais percebo como a matéria é gigantesca. São 14 diferentes, sem nenhuma relação entre si, como estatística e comércio internacional. E você tem que fazer o mínimo em todas elas para passar. E faltam 12 dias.

Para completar, estou fazendo uns cursos on-line e nem todas as aulas chegaram ainda. Algumas estão marcadas para estarem disponíveis 3 dias antes da prova. Bom, né? E o Leo não vai poder ir para BH comigo, porque tem parada mensal na empresa. Ou seja: nem apoio moral eu vou ter.

Se eu tivesse estudado estatística (não estudei nem vou estudar: ela cai junto com matemática financeira, então estou contando em fazer meu mínimo com a outra), minha capacidade de chutar a resposta certa provavelmente aumentaria.

Mas, enfim, quem não arrisca não petisca.

2.12.05

O Caso do Soninho

Saí da academia e voltei a comer doces – em prol dos estudos, esclareça-se! Nas duas primeiras semanas, não notei nenhuma diferença, mas da última segunda-feira para cá:
1) tenho andado com um sono danado, principalmente no fim do dia, lá pelas 4 da tarde;
2) meu corpo todo dói de um jeito esquisito.

Então parece que boa alimentação e exercícios físicos REALMENTE aumentam o bem-estar das pessoas.

É isso, ou então estudar tem mais impacto físico do que parece.

1.12.05

O Caso do Canadá

Eu e o Leo estamos pensando em nos mudar para o Canadá.

Explico: não temos filhos, o dólar canadense tá baixo e daqui a uns meses eu consigo estabilidade e posso tirar uma licença não-remunerada de até 2 anos. Como o Leo é um gênio da informática, não vai ser difícil pra ele já sair daqui com um emprego arranjado. Eu posso fazer um mestrado em uma universidade canadense e dar aulas de português.

E tem mais uma: não vou ter a menor dificuldade de me misturar com os locais, já que a maquiadora que me arrumou para o casamento disse que eu lembrava a Celine "Dijon". Na hora eu fiquei brava, porque a Celine Dion é horrorosa (e eu não sou!), mas hoje vejo que se trata de uma grande vantagem (e a maquiadora depois se redimiu dizendo que eu parecia a Malu Mader).

Mas a verdade é que só posso começar a me preocupar com isso depois do concurso. Se eu passar, vou ter que ficar mais 2 anos até ter estabilidade e poder tirar a licença. E, se eu não passar, devo continuar estudando até passar, porque se eu ficar 2 anos no Canadá vou esquecer tudo que um dia eu soube.

Então vocês vêem, é um projeto a longo, longuíssimo prazo.