31.1.06

O Caso das Coisas Difíceis

Coisas que eu acho difíceis, mas faço mesmo assim:
- Acordar cedo, mesmo dormindo cedo;
- Encarar a comida do Pizzarita dia sim, dia sim;

Coisas que eu acho difíceis e que faço quando dá:
- Ir na academia religiosamente;
- Estudar depois de ter trabalhado o dia todo;

Coisas que eu acho difíceis e não faço:
- Tirar o carro da garagem;
- Largar o chocolate!

30.1.06

O Caso das Vitaminas

Todas as revistas femininas que eu leio mandam que a gente, além de ter uma alimentação saudável, tome um multivitamínico para garantir. Como a minha alimentação já não é das melhores, cheguei à conclusão que era uma boa idéia.

Aproveitamos a viagem e compramos um vidro gigante de vitaminas (500 comprimidos!) por 21 dólares. Ele é igualzinho ao Centrum, só que a marca é da loja, a Vitamin World. E como eu tinha investigado com antecedência, fui lá bem no dia da promoção “compre 1, leve 2”. Isso quer dizer que eu e o Leo somos os felizes proprietários de mil cápsulas multivitamínicas.

Começamos no dia 4 de janeiro, e por enquanto eu acho que está fazendo efeito, porque eu estou bem-disposta e animada.

Ou são as vitaminas ou são as duas semanas de férias. Isso saberemos após dois ou três meses de trabalho exaustivo.

27.1.06

O Caso da Fisio II

Ontem fiz exercícios dentro da piscina. A água estava fervendo! De ter que botar metade do corpo para fora entre as séries de exercícios para dar uma refrescadinha.

É que aqui faz um calor danado, um sol danado e a piscina é pequenininha. E aposto que eles trocam a água tipo de mês em mês.

Mais quente que a piscininha, só a ducha que fica do lado dela.

* Adjunto aleatório:

Ontem à noite eu abri um pacote de manteiga novo e coloquei na manteigueira. Ela ficou fora da geladeira, e hoje de manhã, quando fui espiar, ela havia colapsado sobre si mesmo.

Agora eu entendo como é que baleias encalhadas podem morrer sufocadas pelo próprio peso.

26.1.06

O Caso da Fisio

Acho que todas as pessoas mais próximas, inclusive o Leo quando quebrou a perna em dois lugares no dia do aniversário de 15 anos dele, já fizeram fisioterapia. Já eu nunca tinha passado por essa interessante experiência até ontem.

Foi ótimo. Primeiro a fisioterapeuta colocou uns eletrodos no meu ombro e me deu altos choquinhos gostosos por 20 minutos, para relaxar a musculatura. Depois passou uma maquininha de ultrassom, para desinflamar. Aí eu fiz uns alongamentos bestas, tomei mais choquinhos legais, e fui liberada.

Estou toda animada porque hoje vou fazer exercícios na piscina. E também vi por lá aquelas bolas gigantes legais.

Outra coisa boa é que são só 10 sessões, e o ortopedista disse que eu podia fazer todo dia, então em duas semanas vou estar liberada!

25.1.06

O Caso dos Dez Mais (e Menos)

Top Ten da Viagem:
1) Soaring (o brinquedo no qual a gente voa);
2) Phillarmagic (filme 3D com o Donald e muitos efeitos especiais);
3) Osborne Family Spectacle of Lights (5 milhões de luzes colocados na NY cenográfica da MGM);
4) show do Rei Leão;
5) fogos de Ano-Novo no Epcot;
6) upgrade do carro;
7) geladeira de graça;
8) sorvete de English Toffee (que é um caramelo meio salgadinho. Bizarro, mas bom!);
9) Kahlua Mudslide do TGI’s Friday (acaba de cair a ficha:TGI’s Friday significa Thank God it’s Friday!);
10) ótimas compras a ótimos preços!

Top Menos Ten da Viagem:
1) agente de viagens do demo (que fez com que todo processo de escolher e adquirir a viagem se transformasse em uma longa e dolorosa novela mexicana);
2) avião 767 sem rádio e sem filme;
3) lugares absurdos em que a agente de viagens satânica nos colocou nos vôos, provavelmente por vingança (volta e meia tinha um caixote metálico debaixo do assento da frente e eu ou o Leo não conseguíamos esticar a perna);
4) atrasos nos vôos da American Airlines (sendo que um deles foi de 4 horas);
5) hotel errado reservado pela agente de viagens demoníaca;
6) quantidade absurda de gente no Epcot no Ano-Novo;
7) fato de que os hóspedes do hotel aparentemente nunca saíam dele, porque, não importava a hora em que a gente chegasse ou saísse, o estacionamento estava sempre cheio;
8) menos compras do que devíamos;
9) menos fotos do que gostaríamos;
10) férias terem acabado!

24.1.06

O Caso do Ombro

Vai completar uns três meses que meu ombro direito está me incomodando, principalmente quando eu durmo em cima dele. A princípio, achei que fosse o tênis ou a academia, mas larguei todos eles em novembro passado e o danado continuou doendo. Nem uma viagem à Disney para distrair o pobrezinho resolveu.

Cansei de doer e fui a um médico. Por coincidência, o consultório é do lado de casa, no mesmo prédio do dermatologista. Ele também atrasou um bocado, igual ao derma, mas eu fico tão feliz que ir no médico a pé que nem liguei. Fiquei lendo umas revistas Caras velhas e me maravilhando com a quantidade de namoros/noivados/casamentos de celebridade que foram pelo ralo.

Resumo da ópera: tenho um início de tendinite que deve ser tratado com um remédio anti-inflamatório e dez sessões de fisioterapia. Aí já viu a preguiça, né? E também não estou a fim de tomar o remédio, porque é uma única caixa que vem com quatro comprimidos, o que geralmente significa que é uma bomba de medicamento.

Minha esperança é que o ombro melhore sozinho, mas por enquanto ele não está dando o menor sinal de que isso vai acontecer.

23.1.06

O Caso das Sandálias

Bem que eu tentei ceder à moda e comprar uma sandália rasteirinha. Fui em várias lojas e experimentei vários modelos. Só que não tem jeito: rasteira é para quem é alta e/ou tem perna fina. De preferência os dois. Os simples mortais, como eu, ficam parecendo participantes da Turma da Mônica.

Outra coisa que eu já desisti de usar são os tais vestido hippie. Já tive dois, um colorido e outro vermelho, lindos, longos, fresquinhos, confortáveis, o diabo, mas eles sempre me deixavam parecendo personagens do Maurício de Souza.

Larguei mão. Se bem que eu devia experimentar o vestido hippie com a sandália baixa. Quem sabe o poder de um não neutralizava o do outro?

Enfim. No final, consegui chegar ao meio-termo razoável: sandálias de salto, mas bem baixinho. Elas são quase rasteiras, mas os dois centímetros de elevação me deixam um pouco mais longe das calçadas de Fabriciano, e um pouco mais altinha. E parecendo menos o Cebolinha!

A outra coisa boa é que eu vi a minha sandália no site da revista Estilo, então quer dizer que eu estou na moda!!!

19.1.06

O Caso da Carreira

Hoje, enquanto eu esperava alguém chegar para a abrir a minha sala – já que eu esqueci todas as minhas chaves em BH -, tive um momento de iluminação.

O que é que eu estava pensando quando me formei em Direito E Comunicação? Dois cursos de Humanas?

Eu nem gosto tanto assim de pessoas. Acho que elas são ambientes muito complexos de reações imprevisíveis. Eu gosto é de ordem no caos e padrões lindamente ordenados.

Cara, eu quero ser cientista.

18.1.06

O Caso do Dan Brown

No ano passado, ganhei O Código Da Vinci e li bufando e revirando os olhos. Achei os enigmas ridículos e todos copiados de O Pêndulo de Foucault (Umberto Eco) e O Último Teorema de Fermat (Simon Singh). Já sabia o que ia acontecer a capítulos de distância. E fiquei danada com o final, porque tudo fica na mesma.

Pois bem. Na viagem, comprei Angels & Demons no WalMart para distrair o Leo enquanto eu fazia compras. É o primeiro livro com o protagonista d’O Código Da Vinci. Eu li depois que a gente chegou, e não é que achei bom?

É verdade que eu prometi ao Leo que não ia bufar em parte alguma, mas não teve jeito de evitar no começo do livro. O personagem principal é professor de simbologia em Harvard (ou Hahvahd, com o sotaque bostoniano apropriado, como eu li numa camiseta na viagem) e não sabe as coisas mais ridículas, como o que é um acelerador de partículas. Mas depois o negócio engrena e a coisa fica interessante.

Um dos fatos que me agradaram no livro é que ele fala de um tanto de coisas que eu não sabia (gosto de leituras que instruem e divertem). Outra é que adivinhei quem era o vilão secreto antes de chegar na metade da história. Não é óbvio, não: é que eu gosto de identificar padrões narrativos e o padrão narrativo do Dan Brown apontava para esse personagem como uma lanterna acesa num brinquedo no escuro da Disney.

Ontem comecei a ler Ponto de Impacto, do mesmo autor, que o Leo ganhou de Natal. Não tem nada a ver com símbolos, nem com o personagem principal dos outros dois livros. E é bem legal. Principalmente porque eu também já desconfiava o que ia acontecer. Estou no meio do livro, mas algumas revelações já foram feitas e eu estava certíssima.

Estou achando que eu leio os livros do Dan Brown não para saber o que acontece no final, mas para confirmar o que eu já sabia.

17.1.06

O Caso dos Casos

O Caso das Compras da Viagem
Eu e o Leo estamos achando que, se a gente pegar as compras que a gente fez, comparar com os preços das coisas aqui no Brasil e somar a diferença, já pagamos a viagem. Só o meu Nike Shox vermelho-sangue custou 49 dólares e aqui um similar sai por mais de 500 reais.
O problema desse raciocínio é que eu jamais compraria as coisas que eu comprei na viagem aqui no Brasil, devido aos preços extorsivos.

O Caso da Faxineira
Temos uma faxineira realmente ótima que é possuidora de um senso estético incomum. Ela combina a roupa de cama com a colcha, rearruma gavetas e ainda guarda a roupa passada no armário.
Mas ontem a moça exagerou: ela trocou as fotos que estavam nos porta-retratos! Para fazer isso, ela obviamente teve que procurar um álbum com as NOSSAS fotos, folheá-lo, escolher as que ELA achava bonitas e substituir pelas que já estavam enfeitando a casa.
É assustador ou não é?

O Caso da Roupa de Ginástica
Ontem fui à academia com a roupa mais fofa de todas: uma calça roxa com três listrinhas rosas do lado e um top de um lilás parecido com o rosa das listrinhas, mas possuidor de uma pequena porcentagem de azul para dar contraste.
A calça é de um material metido a besta chamado “Clima Cool”, que em teoria deixa as pessoas fresquinhas quando fazem ginástica. E é claro que estava horrivelmente barata, ou eu jamais teria comprado uma calça roxa (tudo bem que é tão escuro que é quase preto) com listrinhas rosas.
Só que a diaba da calça “Clima Cool” não deu conta no clima infernal de Fabriciano. Antes de sair para a ginástica eu já estava sentindo calor. E na academia mesmo eu quase derreti.
Ou será que a culpa é do top?

16.1.06

O Caso da Reclamação

Os leitores deste blogue estão muito insolentes: reclamam que o último post só teve dois brinquedos, que isso, que aquilo...

Pois bem: revoltei! Agora falo da viagem em posts intermitentes. Tipo quando eu não tiver pauta. Então segue...

O Caso das Anulações

Saíram as correções e anulações do concurso e eu fiquei muito mais feliz. Fiz muito mais pontos e teria passado em outras regiões (não na minha) se não fosse por uma questãozinha de Contabilidade Geral. Eles anularam uma questão e mudaram um gabarito nessa prova e ainda assim não ganhei o ponto que eu precisava. Poxa, eu tinha errado tantas questões - não dava pra correção ser de uma delas, não?

Por um momento, enquanto eu fazia os acertos, tive até umas palpitações de esperança, mas elas pouco.

Mas não tem nada não. Agora vou estudar para Advogado-Geral da União, que acho que ganha até mais. A prova é a menos de 2 meses, mas vou estudando daqui, estudando dali, e uma hora eu passo.

13.1.06

O Caso da Viagem – Dia 02

Acordamos cedíssimo e nos mandamos para o Epcot. Gastei horas de minha vida fazendo uma programação dos melhores dias para ir a cada parque, baseada na freqüência histórica, nos dias de semana tradicionalmente preferidos pelo público e horas-extras mágicas, que são só para quem está em hotel da Disney. Então, no dia 27 a manha era ir no Epcot, o parque da parte do futuro e dos países.

Devido à excelente programação, encontramos o Epcot não tão cheio quanto esperado (afinal, era a semana entre Natal e Ano-Novo). Mas confesso que chegar na hora da abertura também ajudou.

Corremos para dentro do parque e demos de cara com a bolota gigante. Todos os meus planos de pegar um fastpass para uma atração concorrida e ir em outra foram pelos ares e corri para dentro da bolota aos pulinhos.

Confesso: é um brinquedo chatíssimo. “A evolução da comunicação através dos tempos” só interessa a jornalistas como eu, e mesmo assim lá pelo meio eu estava arrancando os cabelos. O carrinho é lento, não tem emoção nenhuma, e as cenas montadas com bonecos estão meio ultrapassadas. Ainda assim, o final, quando você cai em uma sala imensa imitando o céu estrelado, valeu os 10 minutinhos que gastamos.

Dali fomos correndo para o Soaring, que é o brinquedo novo do Epcot. A idéia é voar pelos céus da Califórnia como se você estivesse em uma asa-delta. Só pode ser bom, certo?

Não é bom, é ótimo. Você se senta em uma fila de cadeirinhas, ela sobe a uns 2 metros do chão (essa parte me deu medinho, admito) e você é posicionado praticamente dentro de uma tela imensa e côncava no qual são projetadas imagens da Califórnia. A cadeirinha se movimenta e sopra um ventão no seu rosto, e a sensação é realmente que você está voando (eu sei do que estou falando: já sonhei que eu estava voando vááárias vezes)! Além disso, quando você passa por um laranjal sente cheiro de laranja; sobre uma floresta de pinheiro, de pinho, e aí vai!

12.1.06

O Caso da Viagem – Dia 01

26 de dezembro, 2ª feira. Acordamos no dia depois do natal cedíssimo. Afinal, eu ainda tinha que fechar as malas, lavar o cabelo (para viajar bonitinha. Coisas de Lud) e o Leo queria passar na casa dele.
A parte das malas foi fácil porque, conforme prometido, eu fui superbásica e levei só meia-dúzia de roupinhas. Difícil foi recusar as mil ofertas da minha mãe, que queria que eu levasse itens como cachecóis verdes e vermelhos ou casacos de pele.
No final das contas, tanta praticidade acabou se virando contra nós: os únicos remédios que carreguei na mala foram Dramin e Neosaldina, e lá pelo meio da viagem pegamos um dor de garganta e um resfriado horrorosos. Culpa da minha mãe, que ficou mandando a gente levar Fornegin. E como toda a vez que a gente desobedece mãe coisas ruins acontecem...
Tomei meu Draminzinho uma hora antes de entrar no carro para ir a Confins, mas não teve jeito: tive que mexer nuns papéis no começo do translado e enjoei o resto todo. Fiquei pensando que os vôos iam ser horrorosos e que eu ia morrer no meio da viagem , mas não é que foi tudo tranqüilo?
Como íamos tomar chá de aeroporto (BH-Rio, Rio-Miami, Miami-Tampa), o Leo sugeriu que a gente comprasse uns livros na livraria do aeroporto. É lógico que eu fiquei numa pão-duragem danada, porque os livros lá são bem mais caros e a gente tinha ganho livros de natal (que esquecemos de levar), mas acabei me conformando. Dinheiro a gente tem é para gastar nas horas de necessidade, né?
Foi uma ótima decisão. Comprei “Breve História de Quase Tudo”, um livro legalíssimo de divulgação científica que conta como diversas descobertas (como a criação do universo, o peso da Terra e a existência dos dinossauros) foram feitas, e decidi que quero ser cientista quando crescer.
Eu e o Leo costumamos fazer disputas bizarras para o tempo passar rápido, e a competição da viagem foi “quem vê mais celebridades?”. É um jogo com regras complexas, e que inclui a definição de celebridade (o lateral-esquerdo do Flecha Verde de Pará de Minas vale?) e o que fazer se só um dos dois reconhece uma delas (não vale, porque pode ser invenção).
Achei que ia ser uma disputa acirrada porque, afinal, íamos viajar pelo Galeão (estrelas globais!) e passar o fim de ano em Orlando (meca das estrelas globais!). E logo no primeiro vôo, não é que o Leo me vê... o Wando?
É, ele mesmo, autor da obra-prima fonográfica “Ui-Wando de Amor”. Quando o Leo me contou, na saída do avião, não acreditei, até porque o Leo não parava de rir. E, como não vi o fulano, me recusei a considerá-lo na competição.
Pois bem: estava eu lá na minha, esperando minha mala surgir na esteira do Galeão, quando... não é que o Wando me aparece em pessoa? E ainda tentando pegar nossa mala?
O Leo recuperou a mala e ganhou um tapinha do ombro do Wando. E eu fiquei arrasada. Era o Wando mesmo, gente!
Mas tudo bem. 1 a zero para o Leo, mas só no momento. Com certeza eu ainda ia tomar a dianteira, até porque tenho uma memória boa para rostos. Sem falar que aeroportos são ótimos lugares para ver celebridades. E que a Disney é um lugar melhor ainda para ver celebridades!
Pois é: acreditem ou não, mas nem uma mísera celebridade foi avistada durante todo o restante a viagem. Nenhuma, nenhuminha, nem o lateral-esquerdo do Flecha Verde de Pará de Minas. Resultado: vitória maiúscula do Leo. Com o Wando. Com o Wando!

11.1.06

O Caso das Porcentagens

Para quem acompanha palpitante minhas aventuras na academia, vamos lá: voltei lá ontem, depois de quase 2 meses de ausência. O resultado é que hoje tudo dói. Básico.

Tive que fazer novo exame físico e tive notícias que ainda não decidi se são boas ou ruins. Vocês se lembram que, no segundo exame que eu fiz (depois dos primeiros três meses de malhação), o peso ficou igual, as medidas ficaram iguais, só que as roupas estavam mais largas? Pois é: nesse terceiro exame, que se distancia do segundo por 2 meses de academia e depois 2 meses de férias, eu:

- perdi 2 kg - ueba!
- perdi medidas - ueba!
- perdi músculo - blé!

É, os 2 kg que eu perdi são basicamente massa magra. Injusto, não é? 2 mesinhos sem puxar ferro e pronto, lá se vai todo esforço acumulado. Pelo menos não ganhei a massa gorda de volta. E nem tudo está perdido: se compararmos as medidas desse último exame com o do primeiro, há uma grande melhoria, inclusive de porcentagem de gordura (de 26 para 22).

Moral da história: não há nada que incentive mais a volta à academia do que uma roupinha nova.

9.1.06

O Caso das Compras Esportivas

Voltei mega-atlética dos States. Comprei um short e uma calça de ginástica clima cool (!), um monitor cardíaco (!!) e um Nike Shox para correr (!!!). Isso sem falar do maiô preto clássico com as três listrinhas brancas do lado. Esse foi a barganha do século: 6,53 dólares!

É verdade que o Nike Shox era um dos únicos dois do meu tamanho que tinha no outlet, e portanto ele é vermelho. Sangue. Mas não tem problema: comprei um boné da mesma cor para combinar. E confesso que até fiquei tentada a comprar o outro Shox que era do meu tamanho, mas a parte da frente era realmente quadrada e horrorosa. Dava até desgosto de olhar. Então deixei ele lá.

Enfim: equipada eu estou. Principalmente porque descobri, quando cheguei em casa, que o meu monitor cardíaco é para triatletas. Não me falta nem a bicicleta: eu tenho a ergométrica! :-)

Pois bem: amanhã volto na academia, depois de uma ausência de 2 meses, e verei como o meu corpinho se comportou nesse intervalo. De qualquer forma, estou animada para voltar à musculação com força total. Uma das minhas resoluções de ano-novo é chegar aos malditos 19% de gordura corporal, nem que isso me mate!

3.1.06

O Caso das Aventuras no Estacionamento

Os estacionamentos dos parques da Disney são, como eles mesmo dizem, giganormes. Uma vez que se avalia que o Magic Kingdom consegue suportar 100 mil visitantes, e o Epcot mais ainda, em cada estacionamento tem que caber no mínimo 30 mil carros.

O negócio é tão feio que existe um carrinho com vagões que te leva do lugar do estacionamento no qual você conseguiu parar o carro até a entrada do parque, sendo que o estacionamento em si é dividido em seções e números de fila (lembrando que em cada fila deve caber uns 200 carros).

Pois bem. A cada dia eu e o Leo nos metemos em alguma confusão com o estacionamento. Uma vez ele que esqueceu a carteira no carro bem quando estávamos na porta do parque e teve que voltar para buscar (e eu fui junto, é claro). Gastamos uns 20 minutos. Outro dia ele anunciou errado a localização do carro (que eu sempre anoto no caderninho, pra não esquecer) e lá ficamos nós no fim do dia em busca do veículo perdido, camelando a pé no imenso estacionamento. A única coisa que a gente lembrava é que o carro estava na primeira fila, de frente para as árvores. O detalhe é que todas as seções do estacionamento começavam em árvores! No final tudo terminou bem, porque tínhamos chegado muito cedo e conseguimos localizar a seção na qual os primeiros carros foram estacionados. Mas até chegar lá...

Hoje estávamos no Magic Kingdom, e nele não se vai direto do estacionamento para o parque. Não, não: no MK você estaciona o carro, pega o tram (o carrinho com vagões) até o Ticket and Transportation Center, decide se vai de Monorail (trenzinho) ou Ferryboat (barquinho), embarca no veículo selecionado e aí você chega na entrada do parque.

Na hora da volta para casa, pegamos o Monorail sem problemas para chegar no TTC, mas chegando lá vimos que a fila dos trams estava enorme. Decidimos andar até o carro (que não estava tão longe assim: seção Dunga, fila 109) e logo eu achei melhor "pegar um atalho". Na prática, isso significou que tivemos que atravessar uma rodovia movimentada sem faixa de pedestre, que caímos numa área de grama pantanosa (pensei em cobras, mas nem falei nada na hora para não dar azar. O Leo pensou em crocodilos) e que acabamos dando de cara com uma cerca do meu tamanho. A sorte é que a cerca terminava num murinho que dava para encarar.

Ao fim e ao cabo, chegamos sãos e salvos ao hotel. Se não considerarmos que, assim que chegamos, demos de cara com o aviso que os 3 elevadores estavam estragados. E como o nosso quarto é no décimo andar... mas nem deu para ficar aflito: o pessoal da recepção logo avisou que havia outro.

2.1.06