14.2.06

O Caso da Escolha a Contragosto

Como eu fico toda cheia de dedos de levar o leoPod (é um iPod que só o Leo pode usar, a Lud não pode não) para a academia, resolvi arrumar um tocador de MP3 modesto e bobinho que sirva para essas funções menos nobres. Aí o Leo descobriu um que se chama Wolverine, é umas 4 vezes mais barato que o leoPod, cabe 600 músicas e é também gravador. Não passa filme nem foto, mas com esse preço, o que é que vocês queriam?

O problema é que, lendo as minhas revistas americanas, descobri o MP3 player mais fofinho do mundo: o Sony Bean. Ele tem formato de feijão, cor rosa algodão-doce, custa o dobro do preço do Wolverine e faz metade das coisas. Mas é tããão lindo!

Como eu estou numa fase menos pão-dura de minha vida, pensei em trocar o Wolvie (é, eu já estou íntima) pelo Bean. Só que o gravador do Wolvie vai ser uma mão na roda nas aulas de pós-graduação. Gravo tudo e escuto os arquivos depois, até eles serem totalmente dowloadados na minha memória.

Resumo da ópera: a utilidade triunfou sobre a beleza. Mas, depois do próximo concurso que eu passar, compro 4 Sony Beans. Um de cada cor!

2 comentários:

Anônimo disse...

Se o wolvi não passa som nem imagem ele faz o quê?

Lud&Leo disse...

Er, desculpem a nossa falha. O Wolvie passa som, sim. Até consertei o post porque, realmente, tava a coisa mais esquisita.