26.4.06

O Caso do Fim da Viagem



Infelizmente está acabando. Próximas notícias só do Brasil na sexta-feira.
E já adiantando, dia 30 é aniversário da Lud. Podem ir começando a colocarem comments de parabéns.
Segue uma foto nossa quando lembramos que a viagem está acabando.

25.4.06

O Caso da Bicicletinha


Eu estava toda animada para alugar uma bicicleta e passear nos campos de tulipas. Até achei um site na internet que dizia o preço (5 euros por dia). Qual não foi minha decepção ao chegar no Keukenhoff (o superparque das tulipas) e ficar sabendo que não se podia andar de bicicleta lá dentro (depois tive outra decepção, maior, quando descobri que por causa do tempo anormalmente frio as tulipas não tinham desabrochado. Mas aí é outra história).

Fiquei toda feliz quando chegamos no Kinderdijk (o lugar que tem 19 moinhos e é patrimônio mundial da humanidade) e vi o aviso de que se podia alugar bicicletas para passear entre os moinhos. Cheguei nas bicicletas e descobri que elas eram GRANDES. Aí me lembrei que fazia uns 15 anos a última vez que eu tinha andado de bicicletas e que provavelmente eu tinha crescido desde então.

Peguei desconfiada uma das tais bicicletas grandes (menor, só de criança, me garantiram) e lá me fui. Com o lugar estava cheio, quase atropelei uns 5 pedestres inocentes. Desisti. Fui ver os moinhos a pé.

Mas eu não estava vencida. Hoje, quando fui ao Hoge Veluwe, fiquei agitada ao saber que o parque tem 1.700 bicicletas brancas que empresta, de graça, aos visitantes. Ora – entre 1.700 bicicletas, eu havia de encontrar uma que desse certo para mim!

E achei.

É verdade que, uns 500 metros adiante, tinha um menino de 10 anos andando numa bicicletinha do mesmo tamanho que a minha.

Mas nem liguei.

22.4.06

O Caso das Alegrias




Ok, para não acharem que a Lud está infeliz, é só dar chocolates belgas e cerveja de framboesa, isso mesmo, framboesa que ela fica feliz. As fotos não mentem.

21.4.06

O Caso das Coisas Esquisitas


Foi engraçadíssimo: estive em Brugge, um lugar que eu achava que me lembrava bem, e não reconheci nem um pedacinho dela. Achei bonita, romântica, pitoresca, tudo - menos familiar.

Hoje chegamos a Bruxelas e lá nos fomos para Grand-Place, outro lugar que tinha ficado marcado na minha memória. Cheguei, olhei, olhei - e afirmei categoricamente para o Leo que não estávamos na Grand-Place. Devia ser uma outra praça qualquer da cidade - até bonitinha, eu admitia - mas com certeza absoluta NÃO tinha tamanho suficiente para ser a Grand-Place.

O Leo olhou pra mim, olhou para o mapa, e me informou tristemente que aquela era, sem a menor sombra de dúvida, a Grand-Place.

É muito bizarro. O Leo tentou me consolar me dizendo que, afinal, faz quase 15 anos que eu estive na Bélgica. Que com certeza eu tinha crescido desde então. Que provavelmente a praça era mais limpa naquela época.

Ainda bem que eu não comi o tal bolinho que me recomendaram. Porque se eu tivesse, estaria certa de que ele tinha estragado uns neurônios meus.

20.4.06

O Caso de Brugge

Queridos leitores. Estamos em Brugge, cidade teoricamente medieval e conservada da Belgica. Antes de qualquer coisa, o bizarro teclado e feito para Belgas. Louco! So para achar a ! foram alguns segundos. O Q no lugar do A irrita profundamente. Mas nao tanto quanto o M. Totalmente fora de lugar.
Mas voltando a discussoes dos posts:
- Na foto das cervejas existe uma Brahma. Alguem viu?
- Tirei uma foto de um predio em Antuerpia que pertence ao Sr. Ernest Von Duck. Quer melhor que isso Marco?
- Nao estamos no quarto chocolate. Nem no hotel deste quarto. Longa historia feito curta, acabamos ficando em outro. E tenho certeza melhor que o original. Alem disso aqui tem tanto chocolate que o quarto literalmente eh de chocolate. Se der explicamos depois o que aconteceu.
Nao tem como colocar fotos pois estou usando o computador do hotel. Deixo para Bruxelas que eh nosso destino de amanha. Antes, uma passadinha em Guent. Mais canais e cidade medieval.
Ah, soh para nao passar em branco, subimos 366 degraus para chegar ao alto da torre dos sinos de Brugge. Foi uma aventura e tanto. Fotos lindissimas do alto.

18.4.06

O Caso da Bélgica


A Holanda é ótima, ótima mesmo. Tem canais, tulipas (dizem) e moinhos. Mas a Bélgica é tudo!
Na Bélgica:
- muita gente fala francês, que é muitíssimo mais inteligível do que holandês!
- a arquitetura é muito mais barroca, exagerada e curvilínea, o que dá ótimas fotos!
- faz sol! (pode ser coincidência, mas whatever!)
- os chocolates são os melhores do mundo!
- é tudo mais barato! (o que enche o coraçãozinho da Lud de alegria)

O Caso do Aniversário


Para nós já estamos no dia 18 de abril. Portando, pai, feliz aniversário!!!!
Segue um caminhão de cervejas belgas de presente. Veja se acha algo interessante nesta foto.

17.4.06

O Caso das Diabas das Tulipas


Na Holanda, fim de março já é alta temporada, sabe? Porque é a partir daí que as flores começam a desabrochar. Então, meio de abril é uma ótima época para visitar os campos de bulbos, porque eles estão naquele estado tapete-de-cores-que-se-estende-até-o-horizonte- típico-de-cartões-postais.
Ou assim dizem. Eu e o Leo chegamos no Keukenhof, que é um jardim planejado cheio de flores, no dia 14 de abril, pagamos uma baba para estacionar e entrar e...
Cadê as tulipas?
Não tinha tulipas. Essas flores amarelas que vocês vêem aí em cima são narcisos. Só tinha narciso e hiacinto. Quem liga para narcisos e hiacintos?
Perguntei lá e me falaram que, GERALMENTE, essa é uma ótima época para ver tulipas mas, como está incomumente frio (10 graus centígrados), as diabas das tulipas ainda não se abriram. É só fazer 15 graus que elas abrem, me garantiram.
Como se eu pudesse ficar e esperar.
Mas não seja por isso. Dia 26 de abril eu volto a Amsterdam para pegar o avião e, antes de ir para o aeroporto, dou uma passada nos campos de tulipa pra ver se elas abriram.
Se não tiverem, eu tenho um chilique!
(Outro, porque o primeiro eu já dei no dia 14.)

15.4.06

O Caso dos Comments

Para a Isa: A Lud está na foto sim. Não temos culpa do moinho ser enorme e do dia estar para variar nublado e chuvoso. E não, eu não deixei ela em museu nenhum.
Para Setembro: Sim a Lili é a Liliane Prata. Mas como você mesmo disse: Lili, se é para fazer comments deste tipo é melhor nem comentar. E apostamos que ela está morrendo de inveja! Estamos roubando suas leitoras!!! Hahaha! (Lógico que quem anda postando é o Leo).
Viajar com o salário da Lud é mole. Some o dela e o meu e faça milhares de pesquisas pela Internet. Não fica caro. Além disso moramos agora no Interior de Minas Gerais onde não em nem onde gastar dinheiro.
Mas sobre a viagem, já estamos em Haia. E o sol saiu! O dia ontem foi lindo e hoje também seria se eu não estivesse passando mal igual a Isa nos EUA. A Lud vai ter que ir em um museu legal sem mim, se não ela perde o dia.
Quero comments desejando melhoras!!!

12.4.06

O Caso do Protesto


Já que nem vindo para Amsterdam conseguimos comments, nada de post!
Só uma foto.

O Caso do Museu

Ontem no final do dia nos arriscamos novamente no vento e na chuva e fomos no museu da Anna Frank. Finalmente entendi como eles conseguiram se esconder durante tantos anos sem ninguém descobrir. Compramos um postal que mostra o esquema do prédio para mostrar para quem quiser entender. A Lud adorou ainda mais a sacolinha do museu que veio junto com o postal.
O museu é super interessante e mostra bem como deve ter sido a vida da familía dela e das outras 4 pessoas que lá se esconderam durante a segunda guerra mundial.
Na volta para o hotel tome mais chuva e vento. Dormimos cedo pois estávamos mortos de sono. Agora vamos para um city tour seguido de um passeio pelos canais principais da cidade de barco. Se der tempo postamos quando voltarmos.

Você sabe que está em Amsterdam quando...

Está numa loja de livros e filmes comprando um dicionário e vê duas loirinhas discutindo calmamente na porta da loja da rua mais movimentada do centro da cidade qual filme pornô vão comprar. Logico que todos os filmes pornôs ficam na entrada na loja em um local de destaque. Nada de ficar escondido em um cantinho escuro da loja.

11.4.06

O Caso do Primeiro Dia


O Caso do Primeiro Dia

A KLM (Linhas Aéreas Reais) prosseguiu ganhando muitos pontos na competição companhia aérea-boazinha: cada assento tem uma telinha individual, com opção de uns 50 filmes, 15 seriados, programas de política e de turismo. E os filmes são bons – só tem lançamentos e clássicos.
O que acabou atrapalhando meu sono, porque fiquei vendo “O Homem do Tempo” e “Memórias de uma Gueixa”, e embora eu desse umas pescadinhas eu acabava acordando, voltando o filme (é, tinha jeito) e continuava assistindo. Para completar, a tripulação passava toda hora oferecendo bebidas e, às quatro da madrugada, até sorvete de Bariloche!
Outra coisa dez é o apoio de cabeça, que tem abas que você pode levantar para apoiar a cabeça dos lados. Então, nada de dormir sentado e acordar assustado com a cabeça caindo!
No final das contas, dormi direto só umas duas horas, mas me diverti tanto durante o vôo que nem registrei (muito) o desconforto de 11 horas dentro de um avião.
Desambarcamos, mostramos nosso passaporte para ser carimbado e pegamos a bagagem rapinho. Nada daquelas neuras de americano de raio-X pra galera, conferência de bagagem e escaneamento do dedinho.
Fomos ao centro de informações turísticas (facílimo de achar, porque eu já tinha pesquisado e anotado onde era no meu caderninho mágico), também conhecido como VVV (iniciais em holandês) e pronunciado fei-fei-fei. Uma moça simpática, embora algo lenta, nos atendeu. Acabando comprando vários ingressos de museu adiantados, city tour, passeio de barco e, mais importante, passagem de van para o hotel. Demos a maior sorte: junto conosco veio uma família de seis que ia ficar hospedada no mesmo hotel, então viemos direto para o NH City Centre!
Que também ganhou pontos de hotel-bonzinho: front desk sorridente e eficiente, mais ovinhos de chocolate para os hóspedes! Pedi tesoura, adaptador de tomada e cartão de internet wireless e me arranjaram tudo na hora (o cartão custou 15 euros, é verdade). Para completar, sabonete e gel de banho deliciosos, com o maior cheiro de tangerina, e um quarto estiloso, embora minúsculo. Com vista para o Singelgracht (o canal Singel, seus analfabetos em holandês!).
Tudo estava caminhando maravilhosamente bem, até o tempo (que estava frio, mas claro), decidir parar de cooperar e começar a chover e ventar de maneira muito irritante. Não nos deixamos deter, é claro, mas conseguimos molhar vários casacos e alguns sapatos.
Passeamos à pé pelo centro todo (o hotel é muitíssimo bem-localizado), comigo me perdendo cada vez mais. Sim, todo mundo sabe que eu não tenho a menor capacidade de me localizar, mas costumo confiar na minha memória visual, que é razoável. Só que em Amsterdam a uniformidade arquitetônica de prédios e canais é assustadora! Então eu sigo o Leo igual a um cachorrinho, com muito cuidado para não me separar dele e nunca mais ser encontrada! – Comentário do Leo – Mais uma vez minha capacidade de localização geográfica se mostra indispensável em viagens. Junto com o poder de comunicação da Lud formamos uma dupla perfeita e imbatível para o Amazing Race.
Almoçamos em um lugar aconchegante e simpático (http://www.de-passage.com/). Demos 15% de gorjeta, o que nos valeu muitos sorrisos e nos deixou extremamente populares. Mas estávamos com muita fome e a comida, tão boa e farta, que achamos que valeu a pena.

10.4.06

O Caso do Vôo

Chegamos em Guarulhos por volta das 08:00 AM. E isso porque o vôo atrasou um pouco porque não tinha teto e ficamos rodando em cima da cidade esperando para ver se ia dar para pousar. Foi legal escutar o comando:"Infelizmente estamos com problemas" - pausa para respirar do piloto. Passageiros já ajoelhando e rezando - "Estamos sem teto por causa de neblina e pode ser que demore para pousar." Não é à toa que a Varig tá falindo.

Temos que esperar apenas até 18:30 para embarcar. O que fazer durante mais de 10 horas no aeroporto? Logicamente se conectar à internet e postar no blog é uma opção. Mas também conversei via msn com meu irmão, mandei e recebi e-mails, verifiquei o tempo em Amsterdam, o status do vôo, a cotação de dólar e euro, baixei um programa de pôquer e joguei pela internet. Enquanto isso a Lud lia um livro intercalado com algumas dormidinhas. Também tomamos café (que para nós foi almoço) e almoçamos (que para nós foi jantar). Sim, já estamos no horário de Amsterdam: cinco horas de diferença, porque lá eles também têm horário de verão.

Outra parte divertida foi procurar Salas Vip para ficar. Achamos uma do American Express e fomos ver o cartaz para ver se podíamos ficar lá. Para nossa surpresa lá estava meu cartão Amex Verde. Depois de 4 horas em cadeiras horríveis a visão de uma sala Vip nos encheu de alegria. Mas, ao tentarmos entrar, fomos gentilmente barrados. Na verdade o cartão do cartaz era preto e não verde! Lógico que no cartaz estava mais para verde do que para preto. Não sei para quem foi mais constrangedor: para nós ou para a moça que teve que nos contar isso.

Mas tivemos bons momentos também: 15 minutos antes do check-in abrir estávamos na fila, felizes por sermos os primeiros. Talvez chegar às 08:00 para um vôo das 18:30 tenha lá suas vantagens. Na fila, lembramos que existia um plano de milhagem - no qual não tínhamos nos cadastrado! Sacamos o notebook e em pé na fila acessamos o site da KLM e resolvemos o problema. Recebemos por e-mail os números e confirmações e um minuto depois o check-in foi aberto. Foi realmente sensacional.

Ah, e a KLM por enquanto está ganhando muitos pontos de Companhia Aérea-Boazinha (alusão à competição de Amor-Bonzinho da Dani e do Marco). Fomos muito bem tratados, remarcaram nossos assentos e ainda nos passaram o número 0800 (para a qual a Lud já ligou) para remarcamos o assentos do vôo de volta. Tudo isso nos tratando pelo primeiro nome e com um sorriso no rosto. Não sei se é por quê éramos os primeiros clientes do dia ou por que eles são assim.

A troca de dólares por euros também foi legal: o corretor da American Express disse que a gente estava fazendo mau negócio, porque primeiro ele compraria os dólares em reais (numa cotação ridícula), e depois usaria os reais para nos vender euros (numa cotação absurda). Então a manha seria trocar o dinheiro na Holanda mesmo.

Estamos achando que ele deu a dica de pura pena de termos sido barrados na sala vip.

Próximo post: Amsterdam.

6.4.06

O Caso das Pessoas

As pessoas sempre acham que o meu nome se escreve com dois Ls (ou melhor, com 3). Assim: Ludmilla. Não entendo porquê. Será que é porque tem o i antes do l, aí as pessoas confundem?

As pessoas sempre acham que estou na faculdade. Tudo bem, eu fiquei 10 anos lá, fazendo dois cursos diferentes, mas pera lá, né? Já faz 3 anos que eu me formei. No segundo curso.

As pessoas sempre acham que eu tenho vinte e poucos anos. Ok, eu não sou alta, e talvez eu tenha muitas calçsa jeans, mas eu vou fazer trinta! Talvez eu precise de um cabelo à la Odete Roittman para me impor.

As pessoas sempre acham que eu sou quietinha e boazinha.

Que bobas.

5.4.06

O Caso dos Cabelos XXXIV

Confesso: ando em conflito com meu cabelo novo. A cor não combina direito com as minhas roupas, e o corte tem uns fiapos do lado direito que me deixam doente. Tentei até escova num salão metido a besta em BH, que me cobrou os olhos da cara, mas foi levantar da cadeira e os fiapos se agitarem.

O jeito que eu encontrei é andar de rabo-de-cavalo de lá pra cá. O que é até legal, mas meio limitante, concordam?

Acho que vou voltar ao salão original, mas nem sei o que o cabeleireiro pode fazer. A solução que me ocorre é cortar os fiapos fora, e aí os cabelos dos lados do rosto, que já estão muito curtos para o meu gosto, vão ficar mais curtos ainda!

A única vantagem que eu vejo no meu novo cabelo é que as fotos da viagem vão ficar diferentes (mesmo casaco preto, mesmo cachecol vermelho, mas o cabelo vai ser amarelo). Fora isso, estou doida para voltar a ser morena como deus me fez.

4.4.06

O Caso do Fuso Horário

A diferença entre o Brasil e a Holanda e a Bélgica é de 4 horas, sendo que lá é mais cedo do que aqui. Isso quer dizer que, quando eu acordar às 7 da manhã lá (horário muito razoável para quem quer aproveitar as férias), vou estar na verdade despertando às 3 da madrugada. Horror total para quem dormir oito horas por noites é o básico simplíssimo. Porque, com a diferença de fuso, as 11 da noite lá vão ser 7 da noite aqui, e nem eu, com meus superpoderes do sono, vou conseguir dormir nesse horário.

Para resolver esse pequeno problema, o Leo teve uma ótima idéia: irmos nos adaptando ao novo fuso horário de uma vez. Começamos ontem, dormindo às 10 da noite e acordando às 6 da manhã. Quinta-feira e sexta-feira devemos dormir às 9 e acordar às 5, e aí vai.

Temos um casamento no sábado que deve avacalhar nossa programação, mas tudo bem: quem sabe eu consigo apagar a tarde inteira e deixar meu fuso horário tão adiantado que quando eu chegar à Europa vou ter é horas sobrando, ao invés de faltando, para dormir?

3.4.06

O Caso do Quarto-Chocolate

Um dos lugares nos quais a gente vai passar na viagem é Brugge, a cidade medieval mais bem-preservada da Europa. Brugge tem dezenas de Bed&Breakfasts charmosos, mas é claro que quando fomos fazer a reserva estavam todos lotados, porque a maioria deles tem um quarto ou dois.

E-mail vai, e-mail vem, e depois de gastar muitas e várias horas na internet, descobri o hotel mais fofolucho de todos: o Alegria Hotel.

Ele tem quartos temáticos, incluindo o Quarto-Chocolate, decorado em tons de caramelo e marrom, com lustre de cristal no teto e vista para as torres da cidade!

Às pessoas que me conhecem, eu pergunto: por acaso eu poderia ficar em algum OUTRO hotel?