8.5.06

O Caso da Ergométrica

O instrutor da academia já tinha falado que minha bicicletinha ergométrica não estava ajudando em nada, já que meu condicionamento físico estava só no “regular”, embora eu pedalasse quase todo dia. Na hora eu fiquei indignada, mas lentamente fui me convencendo que ele tinha razão.

Tendo me convencido, resolvi tomar uma medida drástica: dar a bicicleta para outra pessoa, porque se não eu ia continuar usando, lendo minhas revistas e vendo tevê ao mesmo tempo, e me acreditando superatlética.

Foram buscar a bicicleta e eu me despedi dela com dor no coração. Acho que faz uns dez anos que eu a possuo (ou possuía). O lado bom é que a sala ficou bem mais bonita, porque, afinal, bicicleta ergométrica não é adorno decorativo.

No dia mesmo comprovei que a bicicleta realmente não estava fazendo mais efeito. Para não ficar sem me exercitar, o que me deixa de mau-humor, resolvi subir e descer energicamente as escadas do meu prédio.

Em cinco minutos eu já estava bufando. Em dez eu parei porque me coração estava batendo loucamente e eu estava me desmanchando de calor.

O que comprova que subir e descer escadas é um ótimo exercício, mas que talvez eu não esteja preparada para ele.

Amanhã vou tentar uma enérgica caminhada.

4 comentários:

ayane disse...

Gente!!! Até eu já pedalei naquela sua ergométrica... Que triste...
Mas é por um bem maior, né?
E academia? Nunca mais? Rendia ótimos posts. Hehe...
bjussss

* Isa * disse...

não conta pra mãe q vc fez isso, senão ela va ficar posessa de vc não ter dado pra ela! =)

Anônimo disse...

...e levado para BH a bichinha (não se sabe como) pra depois de duas semanas ela começar a reclamar do trombolho que vc levou pra ela...
Dani

Anônimo disse...

Ei Lud!

Eu te invejo... muito! Não tem força de vontade pra bicleta, quanto mais pra subir e descer escadas.... Acho que vou é procurar aquelas academias que tem um aparelho que estimulam cada parte do corpo com choquinhos... ai, que preguiça!

Beijo,

Christina