29.6.06

O Caso do Salão de Beleza

Desisti de voltar a ser morena como deus me fez (até porque estamos no inverno, está frio demais e eu não estou nadando, o que quer dizer que não tenho que me preocupar com o cloro no cabelo) e fui ao salão me livrar do pedaço que cresceu e estava escuro.

Ser mulher é MESMO padecer no paraíso. Além de gastar quatro horas do meu precioso tempo, fui submetida a todo tipo de indignidade: primeiro cobrem a sua cabeça com um molde de borracha e você fica parecendo um ET; depois pegam agulhas de tricô e pescam os fios pelos buracos do tal molde. E deixa eu contar uma coisa: DÓI!

Aí você fica incontáveis minutos lendo revista velha enquanto a tinta faz efeito. Depois lavam o seu cabelo com água geladésima. E então... começa tudo de novo!

Isso porque eu caí na bobagem de dizer para o cabeleireiro que dessa vez eu queria luzes de uma cor diferente para misturar com as que eu já tinha, e ele entendeu que isso significava que ele tinha de me obrigar a passar pelo processo duas vezes, a primeira usando a tal cor diferente e a segunda usando a cor igual!

Sendo que o resultado da primeira vez foi tão sutil que nem deu pra ver.

Um comentário:

DaniMarco disse...

Mas ficou bunito??