31.7.06

O Caso do Celular

Eu tenho um celular novo e ele é lindo!

Depois que me furtarem dois celulares, todo esse negócio de telefonia móvel tinha perdido o encanto para mim. Fiquei desde o final de abril até agora sem celular, e achando ótimo (além de econômico, que, como vocês sabem, é um dos meus adjetivos favoritos. Só perde para “oportunidade”).

Mas, infelizmente, houve duas ocasiões em que o mundo dos celularless não pareceu tão róseo. Primeira: esqueci a chave do apartamento dentro dele. Cheguei em casa quase uma hora antes do Leo. E tive que ficar esperando, né? Se eu tivesse um celular eu ligava para ele e, mesmo que isso não o apressasse, eu tinha o consolo de saber que ele estava consciente de minha dor. Segunda ocasião: fui para o pronto-atendimento com um ataque de labirintite. Mandei um e-mail para o Leo avisando que eu estava indo, e ele ficou doido atrás de mim. Foi até parar no hospital para tentar me pegar, mas por sorte eu tinha conseguido uma carona que me deixou em casa. Resumo da ópera: sim, o celular tem lá sua utilidade.

Aí resolvi comprar o celular mais feio e barato de todos – porque quando eu tinha o meu 5102 ninguém queria furtá-lo. Só que mesmo os mais baratos custavam pouco barato – e eram de cartão. Acabei resolvendo o problema na base do escambo, e me vi a feliz possuidora de um nokia 6560 semi-novo.

Eu não estava botando muita fé nele nada, mas sexta, depois de duas semanas, finalmente o habilitei e carreguei.

A primeira coisa que eu fiz foi mudar o fundo de tela. Pus um girassol em aquarela com um céu azulzão atrás.
E aí eu fiquei feliz.

2 comentários:

Anônimo disse...

Realmente temos que nos render: ele faz falta sim!!!
Depois me passa seu número novo...uma abraço..e apareça na minha casa...!Thaís.

* Isa * disse...

celular comanda! especialmente se ele tem luzinha e serve pra vc cutucar sua garganta. arrr.