Finalmente, finalmente li em uma revista que esse negócio de que todo mundo tem que beber oito copos de água por dia não passa de lenda urbana. Sempre achei que fosse a maior bobagem, porque:
1) cada um tem um tamanho e um peso diferente, então o mesmo tanto de água para todo mundo não faz sentido;
2) quando a gente precisa comer, a gente sente fome; então, a lógica é que, quando a gente precise beber, a gente sinta sede. E não que já estejamos desidratados, como se alardeia por aí.
Melhor do que isso, só quando a mesma revista falou que pele oleosa não precisa de hidratante. Aí mandei um e-mail nesse sentido para outra revista que deverá permanecer sem nome – ok, foi a Nova – e a editora EM PESSOA me ligou para brigar comigo e dizer que o óleo da pele não tem nada a ver com hidratação, porque o que hidrata é água.
Moral da história: não acreditem em tudo que vocês lêem por aí. Só no que vocês lêem por aqui, é claro.
Um comentário:
Por nada não, mas eu queria ver como as pessoas ideais acham tempo e espaço no estômago pra comer e beber tudo que eles falam que você deve: oito copos de água por dia, cinco porções de frutas, oito de verduras, peixe por causa do ômega 3 (agora já tem até ômega 6), nozes e castanha do pará por causa do silício ou o que o valha, não sei quanto de fibra, uma taça de vinho por dia, três porções de laticínios (sem gordura, por favor), azeite, tomate, porções de pães e massas, preferencialmente integrais, etc., etc. E que hora esse povo faz os exercícios aeróbicos prescritos? (nem vou perguntar trabalha e dorme, que isso é dispensável). Afe!
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