4.9.06

O Caso da Piscina

Aproveitei que ontem o sol estava brilhando e fui ao clube para encerrar quase dois meses sem atividade física causados pelo defeito no orbitrek que eu comprei pela internet, pela doação da bicicleta ergométrica e pela falta de condições de caminhar aqui perto de casa.

Depois de passar um protetor solar no rosto e outro no corpo, pôr o maiô, prender o cabelo, colocar a faixa que impede a franja de cair no olho e tomar uma chuveirada para encharcar o cabelo de água doce e impedir o efeito maléfico do cloro, me joguei na piscina com toda a animação.

A água estava tão gelada que o meu coração quase congelou. Mas, depois de chapinhar energicamente por muitos minutos, juro que a temperatura ficou agradável.

Ontem eu tentei nadar mais devagar, porque a velocidade que eu estava desenvolvendo no começo do ano me deixava sem fôlego em pouquíssimo tempo. Não que essa velocidade fosse lá grande coisa – a minha capacidade aeróbica é que é fraquinha mesmo.

Deu certo. Nadei quase meia hora.

Depois fiquei tonta por ter feito esforço demais.

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