9.5.07

O Caso das Lojas Populares

Fui traída por minha própria pão-durice.

No domingo passado fui ao BH Shopping. Devia ter rumado logo para as lojas boas, mas não, decidi dar uma paradinha na Renner.

Saí de lá com uma camisa de listras azuis lindinha. Ela não foi muito barata – 50 reais – mas na Siberian Husk ela custaria o dobro – ou o triplo.

O problema é que, depois de ter cortado as etiquetas, percebi:
1) o quarto botão (de pressão) foi colocado mais alto do que devia, e em conseqüência o tecido faz uma ruga;
2) há manchas amarelo-limão perto dos botões – provavelmente indicando o lugar em que eles deviam ter sido pregados, mas não foram;
3) as partes de baixo dos botões de pressão foram arrancadas e colocadas de novo – há manchas azuis e marcas redondas para provar, mas pelo menos essas ficam escondidas;
4) há no mínimo três linhas corridas.

Eu sou uma pessoa observadora, mas o ambiente da Renner é todo feito para você não conseguir prestar atenção. Vejam só:
1) roupas ficam comprimidas em araras;
2) o provador tem uma iluminação mais ou menos e poucos espelhos;
3) sempre há muitas pessoas se acotovelando na loja, o que faz com que você queira sair de lá rápido.

Não me resta nada a fazer a não ser ir lá e pedir meu dinheiro de volta. Que é claro que não vão me dar.

O máximo que vai acontecer, depois de muito choro, ranger de dentes e referências vociferantes ao código de defesa do consumidor, é me concederem um crédito de 50 reais em mais peças mal-ajambradas e manchadas da mesma loja.

Um comentário:

Anônimo disse...

oi Lud ..

Esta lojinha não me pega mais ...(espero ).
No verão antes das ferias comprei uma bermuda para viajar e aconteceu o mesmo : loja super lotada ....muito tempo na fila para pagar e ........chegando em casa encontrei defeitos na mesma não detectados na loja terrivelmente escura .
Gostaria de nem passar mais na porta da dita loja
Beth