25.7.07

O Caso da Megasorte

Embarcamos em BH no dia 16 de junho para fazer a perninha até o Rio pela TAM e de lá para Lisboa pela TAP. Os sistemas das duas companhias aéreas não estão integrados, o que quer dizer que fazer o check-in na TAM não significa nada para a TAP. Aí, como não podia deixar de acontecer, o vôo BH-Rio atrasou quase uma hora.

Chegamos esbaforidos no balcão da TAP, e ainda bem que a gente correu. A aeronave original estava com problema, e havia sido substituída por outra, com 30 lugares a menos. Olha a sorte: havia só mais 5 vagas quando nós 4 fomos fazer o check-in!

Para completar, colocaram meus pais nos excelentes lugares perto da saída de emergência, mas eles pediram para trocar conosco, porque lá é gelado e meu pai estava gripadinho. Vesti duas blusas em cima da que eu já estava usando, peguei emprestado um casaco de minha mãe, enrolei o cobertor nas pernas e tive uma viagem ótima, toda espaçosa.

Mas quem gostou mesmo, já que em toda viagem de avião ele costuma bater os joelhos na cadeira da frente, já que ele tem quase 1,90 de altura, foi o Leo.

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