24.8.07

O Caso dos Cookies Light

Com essa minha nova mania de experimentar coisas novas, às vezes me dou mal. Semana passada vi no mercado um lançamento de cookies light. Eu já tinha comprado o integral de laranja da mesma marca, que é muito gostosinho e tem fibras. Me animei com os lights porque os sabores pareciam legais: abacaxi com chocolate branco e uva com chocolate ao leite. Imaginem que fossem verdadeiras delícias.

Aí... li o rótulo e descobri que os cookies tem um pouco de gordura saturada e também de gordura trans. Nada saudável. A vantagem é que eles têm metade das calorias do que os cookies integrais. A desvantagem: metade das fibras. Já descobriram o truque, né? Na verdade, eles têm é metade do tamanho dos outros.

Para completar, o cookie de uva é bizarro. Me senti mastigando Fanta Uva. E a cobertura de chocolate é tão fina que mal dá pra sentir.

O cookie de abacaxi já é melhorzinho. Tem gosto de Mirabel de abacaxi, o que, perto da Fanta Uva crocante, é uma grande vantagem.

Agora, vantagem mesmo é fato de que os cookies light são mais ou menos que você come um e nem quer mais.

23.8.07

O Caso das Dúvidas

Estou preocupada.

Descobri que ganhei 5 quilos nos últimos dois meses e comecei uma dieta terça-feira.

Estou sendo sensata e razoável, já que o ganho de peso exagerado é ligado a diversos problemas de saúde, ou superficial e boba, já que meu peso é saudável e 5 quilos não matam ninguém?

Estou tomando conta do meu corpo, que é a minha casa, ou sendo indevidamente influenciada pela mídia e seus modelos de beleza irreais?

Estou buscando a saúde ou sendo excessivamente vaidosa (para variar)?

Estou me tornando uma pessoa consciente de seu corpo e das mudanças trazidas pelo passar do tempo, ou exagerando, já que fiz outra dieta no início do ano?

Aguardo respostas.

21.8.07

O Caso do Chá Diferente

Descoberta de hoje: chá preto tem gosto de água de batata.

20.8.07

O Caso do Almoço

Estou indignada. Fui à casa de uma colega de trabalho no feriado almoçar e, depois de perguntar do que eu o Leo gostávamos – ao que eu respondi “arroz, feijão, carne e salada” – ela vai e me serve... lentilha refogada!

Eu nunca tinha comido lentilha. Portanto, nem percebi que não era feijão na hora de me servir. Até a cor estava parecida. Só quando comecei a levar a primeira garfada em direção à boca que a danada da colega pergunta: “Vocês gostam de lentilha?”

Aí era tarde. Tive que continuar o trajeto da garfada, mastigar e engolir. E comer o que estava no prato, claro.

Ruim, ruim, não é.

Mas detesto que me enganem.

17.8.07

O Caso das Tintas

A descoberta do sapateiro pintor de sapatos abriu novos mundos para mim. E reciclando, eu ainda economizo! Ou seja, passar por lá levando itens que já passaram de sua primeira juventude está se tornando um dos meus passatempos favoritos.

Da última vez levei uma bolsa preta que eu adoro mas que estava meio gasta e outra dourada cuja alça estava se desfazendo. A bolsa preta foi pintanda e engraxada e ficou quase nova; a dourada ganhou uma alça diferente, de camurça bege, que é mais chique que a original. O sapatinho caramelo que eu estava ameaçando pintar de vermelho-mertiolate também ficou ótimo. A cor é cheguei pra burro, mas combinou tão bem com o bico redondo!

No momento ambiciono transformar uma jaqueta de couro laranja-queimado, que é bonito, mas difícil de combinar. Tenho certeza que marrom-café ou preto vão deixá-la muito mais utilizável.

E a cor escura vai diminuir as ombreiras dela, que são gigantes.

16.8.07

O Caso da Emoção Virtual

Uma vez que montanhas-russas me enjoam e esportes radicais me dão medo, parece que estou destinada a passar pela vida sem experimentar um pico de adrenalina que não seja causado por ameaças de assalto.

Ou não?

Descobri que existe, em um museu na Nova Zelândia, um bungee jump virtual. Você coloca um capacete, te amarram igual a um presente e te fecham em uma cabine. Ao som de um entusiástico “1, 2, 3, bungee!”, a cabine vira de cabeça para baixo, ao mesmo tempo em que imagens de um salto verdadeiro são projetados na sua frente.

Quem faz diz que é tão emocionante quanto o salto real. Estou animada.

Mas como eu enjôo muito, vou tomar meio draminzinho antes.

Só pra garantir.

13.8.07

O Caso dos Quilinhos

Eu e o Leo viajamos um mês e voltamos iguais ao conchinillo, o leitão assado que é o prato típico de Toledo: tostados e rechonchudos.

Mas também, com uma dieta à base de pratos típicos gordurososo (incluindo batatas fritas em praticamente todas as refeições), toneladas de chocolate suíço (a barra gigante de Lindt custa 3 euros na Espanha!) e montanhas de sorvete (matamos a saudade do Häagen-Dasz. Diariamente) não é de se espantar.

Só acho uma grande injustiça que eu tenha gasto mais de 3 meses para perder 3 quilos e meio e os tenha recuperado em meros 30 dias.

10.8.07

O Caso da Gabriela

Tenho uma nova melhor amiga: a Gabriela.

Gabriela é paciente, bem-educada, fina e tem sotaque português. Sem Gabriela a viagem não teria sido o sucesso que foi.

Gabriela sabia chegar a qualquer lugar na Península Ibérica. Com toda calma do mundo, Gabriela ensinava que estrada pegar, que saída tomar, que desvio escolher. E, se por acaso o motorista errava, ela dizia, gentilmente, para ele retornar assim que fosse possível.

Gabriela me tirou a posição oficial de navegadora, mas ela é tão superior que cedi o posto sem o menor ressentimento.

O Leo disse que nunca mais viaja sem a Gabriela, e o pior é que eu concordo: não viajo mais sem ela!

Gabriela é nome da voz do GPS que alugamos junto com o carro, e ela é óóóótima!

O Caso das Explicações

Estou postando pouco, mas é por uma boa causa: estou trabalhando e estudando muito, e esse excesso de trabalho e estudo tem secado totalmente a minha criatividade. O engraçado é que quando eu estava na faculdade de direito (e queria fazer jornalismo), era precisar de estudar para uma prova para eu ficar inspiradíssima.

Mas enfim. Quando chego em casa quero mais é morcegar na frente da tevê. Durante esse saudável hábito descobri mais um programa trash interessantíssimo: Dirty Dancing, que passa na GNT às 5 da tarde todo dia. É mais um reality show, mas esse é inspirado no filme e tem dança o tempo todo.

A premissa desse programa de baixo orçamento são cinco dançarinos profissionais bonitões (er) que precisam escolher uma parceira para uma competição de dança. Depois da primeira eliminação, cada um escolheu três e agora, capítulo a capítulo, as três são reduzidas a uma (para cada um, claro).

Dirty Dancing é tosco (para vocês terem uma idéia, o apresentador é um ex da J. Lo), e algumas das candidatas são mais toscas ainda (além de ficarem mais feias depois da "transformação" do que antes). Mas é justamente em sua tosquidão intrínseca é que reside a diversão do programa.

PS: para compensar a falta de posts dos últimos dias, hoje postarei várias vezes.