1.11.07

O Caso das Escolhas

O primeiro – e talvez o mais difícil – passo da viagem é escolher onde ir (e, conseqüentemente, eliminar dos planos diversos outros destinos maravilhosos). Pior do que escolher para si mesmo, entretanto, é escolher para os outros.

Não que me perguntem com tanta freqüência assim. Mas é só um parente/amigo/conhecido anunciar, dentro da minha zona de audição, que pretende ir à Europa e pronto: eu imediatamente me lanço sobre ele, interrogando-o severamente sobre as línguas que domina, as viagens que já fez e as perspectivas que possui. Se aquele é seu primeiro (e talvez último) contato com o Velho Continente, sinto que é minha missão pessoal garantir que a viagem seja perfeita e inesquecível. Se é seu segundo, também.

Por coincidência, amigos diferentes me contaram que estão querendo fazer sua primeira visita à Europa. Ambos pretendem passar pela Itália. Já eu acho que, para uma primeira viagem, a combinação ideal é Londres, Paris, Amsterdã e Bruge. Itália, Portugal e Espanha são legais, mas a cultura é parecida com o Brasil, e o legal da viagem – pelo menos na minha opinião – é conhecer lugares e costumes diferentes aos que a gente está acostumado.

Estou me contendo.

Um comentário:

Carná disse...

Apesar da minha pretendida viagem não ter dado certo (por enquanto), as dicas que recebí dessa dupla aí foram excelentes. Podem confiar no que dizem... eles são experts!

Lud, você e o Leo poderiam abrir uma agência de consultoria em viagens para a Europa. Seria um sucesso.

Abraços.
Renato Carnaval