13.12.07

O Caso da Labirintite

Agora virou moda: é só chegar perto de uma viagem que eu tenho um ataque de labirintite. O de ontem foi feio: acordei às 5 da manhã com o quarto rodando loucamente. Tentei ficar de pé, sentada, deitada, tomei Labirin, tomei Dramin, e às 6 e meia fui parar no pronto-atendimento do hospital porque não estava mais me agüentando de náusea. O médico me pôs no soro com uma ampola de Dramin na veia, e aí eu melhorei. No fim do dia bati na porta do meu otorrino, que me receitou o Vertizine D de sempre durante 20 dias e, perguntado se eu poderia pelo menos EXPERIMENTAR os famosos vinhos brancos da Nova Zelândia durante o tratamento, respondeu que, em pequenas doses, o vinho teria o mesmo efeito do remédio, mas que “a diferença entre remédio e veneno é a dosagem”. No fim das contas, consegui arrancar dele a informação de que a pior conseqüência da mistura seria outro ataque de labirintite - morrer dela eu não ia. Works for me.

Ambos os médicos acham que a causa da labirintite é emocional. O Leo tem certeza.

Um comentário:

Bruno disse...

Olá..
Estou pesquisando sobre labirintite na internet e me deparei com esse post no seu blog , o motivo da pesquisa é que minha noiva sofre de uma tontura muito forte que acontece de tempos em tempos e nenhum medico nunca acertou o diagnostico porem eu desconfio que seja algum tipo de labirintite, acontecem as crises sempre que ela acorda seguida de tontura forte, enjoo e contraçao de mãos e pés essas contrações acredito que sejam devido ao pânico da tontura... Gostaria muito de poder conversar mais sobre os seus sintomas pra poder ajuda-la em um diagnostico e um possivel tratamento. Deixo aqui meu contato e agradeço desde já

Bruno Araujo
email: brpiassa@hotmail.com