6.1.08

O Caso do Lago

Hoje, depois de algumas atividades turístico-radicais, fomos passear no Lago Manapouri, que fica a 20 km de Te Anau, a cidade/lago em que estamos hospedados. É um lagão lindo, azul e cercado de montanhas. Para nossa surpresa, chegamos e descobrimos não só uma prainha como também uns banhistas muito à vontade nela.

Botamos a mãozinha na água e descobrimos que estava bem agradável. Voltamos pro hotel, botamos roupas de banho (que a gente trouxe pra nadar nas piscinas termais de Rotorua) e lá nos fomos, empolgadíssimos, porque o dia estava quente como o quê.

Estacionamos o carro ao lado de vários outros que estavam abertos e com a chave na ignição (ah, Primeiro Mundo). A prainha, limpíssima, ofertava mesas e banquinhos. Nos instalamos num e corremos felizes para a água.

Quente ela não estava. Os locais, espertos, chapinhavam em macacões de neoprene. Fomos corajosos e mergulhamos. Congelados não ficamos.

A água é impressionante: claríssima, transparente, verde perto da gente e azul lá longe. O chão é cheio de pedrinhas chatas e areia grossa, e afunda, mas depois que a gente avança um pouco ele fica liso e as pedrinhas quase somem.

Depois de brincar bastante, saímos da água e ficamos nos secando tranqüilamente ao sol forte da Nova Zelândia. Nada de vendedores de pamonha, guardadores de carro, ofertas de saídas-de-praia...

Diabo de país perfeitinho. Dá até vontade de morar aqui.

Um comentário:

Camilinha disse...

Mas vc já voltou???