12.2.08

O Caso da Dieta Pós-Viagem

Não tem jeito: é só eu viajar que eu deixo para trás toda a minha filosofia da alimentação saudável e consumo uma quantidade impressionante de sorvete, chocolate e batatas fritas (até agora, o único prato realmente universal). Desse pulo à Nova Zelândia, trago gratíssimas recordaçõs do Mars (um Milkybar com muito caramelo), do sorvete da Lick (sorveteria chique de Queenstown) e do fish and chips (filé de peixe branquinho e sem espinhos e batatinhas, ambos profundamente fritos).

De volta à vida real, o jeito é fazer um regiminho básico para me livrar do excesso de bagagem. Sim, já houve uma época em que eu deixava isso a cargo do meu metabolismo e da comida brasileira, mas nessa época eu estava na casa dos vinte anos e viajava com bem menos freqüência.

Fiz minha primeira dieta no começo do ano passado, mas já me considero uma profissional do assunto: e só baixar o consumo diário para 1.200 calorias (de alimentos muito saudáveis, mas com 100 calorias alocadas para guloseimas, porque também ninguém é de ferro), tomar um monte de chá verde, e dormir com fome durante toda a primeira semana, que eu volto ao peso pré-viagem em menos de dois meses.

O que não é dá é deixar os quilinhos de uma viagem se acumularem até a próxima. Porque se isso acontecer minhas roupas térmicas novas, que são superjustas, não vão servir mais!

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