27.5.08

O Caso do Azeite

Decidi trocar meus dois brigadeiros diários e minhas mini-frituras do almoço (minha única alegria!), por duas colheres de sopa de azeite. Segundo a revista Boa Forma, se eu seguir uma dieta equilibrada (isto é, 1.200 calorias, contando as tais colheradas), vou perder dois quilos em uma semana, além de não passar fome, porque as gorduras “do bem” diminuem o apetite e regulam os hormônios que comandam o acúmulo da banha, principalmente na região abdominal.

Du-vi-de-o-dó. Porque a revista recomenda as duas colheres de azeite e a dieta de 1.200 calorias pra todo mundo, e eu 1) já estou comendo 1.200 calorias (na média) há três semanas; 2) já sou pequetita.

Enfim, vou fazer a experiência. Mal não faz, porque uma alimentação rica em azeite é benéfica para o sistema cardiovascular. E, se der certo, terei comprovado que não é só a quantidade de calorias que importa para esmagrecer: que a qualidade dos alimentos também conta.

O problema é que duas colheres de sopa é azeite pra caramba. Comecei o plano ontem, na hora do almoço, e a salada ficou com gosto de azeite, o sanduíche integral da noite ficou com gosto de azeite, e o ovo cozido do café-da-manhã também ficou com gosto de azeite. Eu gosto de azeite, mas assim também já é demais! Talvez a idéia seja deixar a pessoa enjoada de tanto azeite, e aí ela coma menos.

De ontem pra hoje perdi 200 g, mas acho que foi mais resultado do bom comportamento alimentar dos últimos dias do que efeito milagroso do azeite.

Aguardem os próximos capítulos.

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