31.7.08

O Caso da Mala Seriamente Reduzida

Um dos prazeres de planejar uma viagem com antecedência é que você pode planejar tudo nos mínimos detalhes. Ontem mesmo fiz um protótipo da mala. Dessa vez não tem conversa: como vamos nos locomover de trem, a mala tem mesmo que ser reduzida. E por reduzida entenda-se uma mala de cabine. E nem quero embarcar com ela, não: é pra ter mobilidade na hora de pular
de um hotel para o outro.
Estou moderadamente otimista. Se eu abandonar os chinelos, levar um pijama pequetito (partindo do pressuposto que os quartos de hotel estarão aquecidos) e deixar pra trás a nécessaire (que só por si ocupa muito espaço), é possível que eu consiga enfiar duas calças, várias blusas de lã, dois casaquinhos, um cachecol, um gorrinho, um par de tênis de couro preto e um sobretudo longo na malinha. Além das meias, dos acessórios e das toiletries em geral. Isso porque eu já viajo com outra calça, as botas, duas blusas e um casacão recheado de penas de ganso e que as roupas térmicas vão na mala de mão, prontas para serem vestidas assim que eu chegar no aeroporto em Geneva (porque não tenho a menor ilusão que vai dar para colocá-las debaixo da roupa dentro dos estreitos domínios do banheiro do avião).
A malinha do Leo vai ser ainda mais difícil, porque as roupas dele são grandes. Por outro lado, ele não tem a minha frescura de ter várias trocas de roupas pra parecer diferente nas fotos a cada dia.

Um comentário:

delilah disse...

inspire-se em mim, que fui pra europa só com uma mochila de mala de mão =)