9.2.09

O Caso da Escola Atrapalhada

Sábado vi um outdoor anunciando que a escola de idiomas a dois quarteirões da minha casa estava oferecendo aulas de francês. Fiquei muito animada, porque não é sempre que a oportunidade aparece aqui no Vale do Aço – costuma ter só inglês e espanhol na região. Liguei, confirmei que era verdade mesmo, fiquei sabendo que as aulas começariam em março, e fiquei de ir lá na segunda-feira me matricular.

Hoje encerrei o bate-papo pós-almoço mais cedo para me dedicar a isso. Cheguei na escola, esperei ser atendida, e não é que não consegui informação NENHUMA? A moça da secretaria disse que só um tal de Jaider sabia sobre as aulas de francês, e tal do Jaider estava no almoço.

Olhei para ela incrédula. Mas ela não tinha nem o horário das aulas? Nem o preço das aulas? Não, ela respondeu. Só o Jaider podia explicar.

Fui ficando brava, é claro. Ir pessoalmente a um curso de idiomas e não encontrar ninguém que possa te informar sobre as aulas é o fim da picada. Não é disso que eles vivem? E o que é que tem para explicar em horário e preço de aula? É daquele jeito e pronto.

Insisti em saber alguma coisa de útil, e aí para me apaziguar a moça me deu um papelzinho para preencher com o curso “que eu tinha intenção de fazer”.

Acho que nessa hora soltei faíscas de raiva. Como assim, o curso que eu tenho intenção de fazer? Isso não tem a menor importância – o importante é o curso que ELES oferecem! Posso querer fazer chinês mandarim o tanto que for – duvido que eles me arrumem uma aula!

Para completar, no papelzinho vinha escrito “Francês” assim: “Françês". Dá para acreditar?

Se eu não quisesse muito mesmo melhorar meu francês, nunca mais aparecia por lá.

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