24.4.09

O Caso do Até Breve

Então lá nos vamos em uma nova aventura. Não vamos levar laptop dessa vez, então não posso garantir posts ao vivo. Mas a gente volta!

17.4.09

O Caso do Xtreme

Na Páscoa me reuni com minhas duas irmãs queridas em BH. Trocamos muitos chocolates gostosos (incluindo bombons de Baileys de Bariloche e nhás-bentas da Copenhagen) e nos divertimos desenterrando jogos da adolescência. Só que, agora, como somos mais velhas e mais espertas, não jogamos normalmente: a gente joga a versão Xtreme.

É assim: no Master Xtreme, quem gritar a resposta primeiro – para qualquer pergunta –avança. No Imagem & Ação Xtreme, quem gritar a resposta primeiro – para qualquer mímica – avança. E no Memomímica Xtreme, ao invés de fazer cada ação de uma vez, tem que fazer todas ao mesmo tempo.

A gente gritou muito e riu muito. Eu perdi no Master mas ganhei no Imagem & Ação (no Memomímica todo muito empatou), então fiquei satisfeita (é, eu sou uma má perdedora). E comemos fondue (que a Dani fez) e tomamos drinques (que a Isa fez) e sujamos um monte de vasilhas (que a Lud juntou e o Leo lavou).

Ei, vamos fazer igual no próximo feriado? Vai ser o Tiradentes. Aí a gente pode brincar de Xtreme Forca.

8.4.09

O Caso das Aulas de Direito Administrativo

Hoje dei minha última aula para a galera.

Eu tendo a me empolgar e só perceber que a coisa é complicada depois que já me comprometi. Então, é claro que foi muito mais difícil do que eu imaginava. Teve suor e ranger de dentes. Teve estudo e seleção de materiais. Teve quadro-branco que não apagava e retroprojetor que não queria funcionar. Mas, no final, deu tudo certo.

Estou com a sensação de dever cumprido.

7.4.09

O Caso da Mala Menos Reduzida

No fim das contas, o intervalo entre o vôo que chega em NY e o que sai para Las Vegas vai ser de três horas. Temos vigiado no site da Infraero e o avião Brasil-States anda bem pontual. E os amigos que andaram por lá ultimamente garantiram que a imigração está liberando rápido.

Então, vamos desistir de duas malas reduzidíssimas que embarcariam conosco e faremos uma mala maiorzinha, ou duas, que serão despachadas. A grande vantagem dessa mudança não é poder levar mais roupa: é não vou ter que deixar para trás – e perder tempo comprando por lá – aqueles itens perigosíssimos que são proibidos a bordo : alicate (“Ó, seu piloto, pousa este avião agora ou eu dou fim às suas cutículas!”), tesourinha (“Ó, seu piloto, pousa este avião agora ou eu dou aparo suas unhas! E os fios compridos das suas sobrancelhas também!”), perfume, xampu, condicionador e hidratante (“Ó, seu piloto, pousa este avião agora ou eu te deixo limpo e cheiroso!”).

O pivô da decisão foram dois: primeiro, o fato de não ficarmos perto do WalMart (supermercado grandão e barato) ou similar em nenhuma das cidades; segundo, uma das malas de bordo que temos perdeu uma roda, foi para a garantia, não voltou ainda, e a mala que a loja (é a Le Postiche, e o atendimento é ótimo) emprestou é muito boa, mas bem grandinha.

Eu particularmente estou bem satisfeita. O paradigma da mala reduzidíssima continua valendo: a idéia é levar as malas meio vazias mesmo.

E enchê-las por lá.

6.4.09

O Caso do Fim do Surto Consumista

Pois é, passou. Voltei a achar mais legal ter dinheiro na conta do que roupas no armário.

É que descobri que ter montanhas de bens tira a diversão de improvisar combinações e usos novos para poucos e selecionados bens. Sem falar que ocupa um espaço danado. Sem contar que, quando você compra muito, acaba comprando algumas coisas não tão legais e termina tendo que se livrar delas – e aí já viu, prejuízo.

Uma coisa o surto do consumo serviu para me ensinar: já que eu vou ter poucos itens, então posso querer que eles sejam de qualidade. É claro que eu vou gastar mais do que se eu tiver poucas e baratas coisas, mas é menos do que eu gastaria se tivesse um monte de todos os preços. E vou ficar mais feliz.

Mas só porque eu estou disposta a adquirir bens de categoria não significa que eu topo deixar um olho na loja. A idéia é abrir a carteira, mas só um pouquinho. O jeito é aproveitar as “oportunidades” (uma de minhas palavras preferidas, junto com “desconto” e “aumento de salário”): bazares, outlets, liquidações e brechós. Tem muita oferta horrenda, mas de vez em quando salva alguma coisa.

3.4.09

O Caso do Aniversário da Mudança

Semana passada fiz cinco anos morando na minha casinha (o Leo vai demorar um pouco mais porque ele só veio morar mesmo comigo perto do casamento, três meses depois). E só tenho coisas boas a dizer a respeito dela.

É verdade que de vez em quando aparece um vazamento. Mas aí – uma das muitas vantagens de morar em apartamento alugado – a gente liga pro dono e ele providencia o conserto.

A nossa casinha é fofa. Ela não é muito grande (mais fácil de limpar!), e o espaço é bem distribuído (temos até quarto de hóspedes!). A gente é que escolheu todos os móveis e decorou como quis. Nela estão os presentes de casamento e as lembrancinhas que trazemos de viagem.

(Confesso queria guardar os presentes de casamento a sete chaves para a faxineira não tirar lasquinha deles, mas o Leo me convenceu que a gente tem que usá-los. A faxineira tira sim lasquinha deles, mas o Leo também me convenceu que, se fôssemos nós a limpá-los, tiraríamos muitas mais.)

Feliz aniversário, casinha!

2.4.09

O Caso do Dilema

Sabe quando tem uma coisa que vai ser muito boa para sua vida mas você está com preguiça de fazer? Quando racionalmente você tem perfeita consciência de que se trata de um sacrifício temporário que vai gerar benefícios constantes mas só consegue produzir um esforço meia-boca? Quando as condições de temperatura e pressão são excelentes para aquele objetivo como nunca foram e jamais voltarão a ser e mesmo assim... nhé?

Pois é. Estou numa situação dessas, e tendo altas conversas sérias comigo mesmo. Sem resultado algum, diga-se de passagem.

Estou pensando aqui que vou precisar me subornar.

* Obs: odeio ler postagens misteriosas nos blogues alheios. Hoje, estou me vingando.

1.4.09

O Caso da Mudança da Programação de Viagem

Acho muito bom programar tudinho com atencedência, como vocês bem sabem. Até a sobremesa (eu explico: o vulcão de chocolate foi indicação de uma amiga!). O único inconveniente nesse sistema é que o Leo não deixa de vasculhar a net em busca de promoções. E aí às vezes você acha uma oferta ainda melhor do que a que você tinha encontrado!

Aí você cancela aqui, reserva lá, fica aflito com a possibilidade de não devolverem seu dinheiro (até hoje nunca aconteceu, mas eu gosto de me afligir) e tem que fazer a programação de novo (porque sabemos até o preço do táxi que vai nos levar do aeroporto ao hotel).

Mas é por uma boa causa, né? E as novas acomodações vão nos deixar bem pertinho do vulcão de chocolate!


(a foto é emprestada do blogue http://www.memoriasbelas.blogspot.com/)