7.4.09

O Caso da Mala Menos Reduzida

No fim das contas, o intervalo entre o vôo que chega em NY e o que sai para Las Vegas vai ser de três horas. Temos vigiado no site da Infraero e o avião Brasil-States anda bem pontual. E os amigos que andaram por lá ultimamente garantiram que a imigração está liberando rápido.

Então, vamos desistir de duas malas reduzidíssimas que embarcariam conosco e faremos uma mala maiorzinha, ou duas, que serão despachadas. A grande vantagem dessa mudança não é poder levar mais roupa: é não vou ter que deixar para trás – e perder tempo comprando por lá – aqueles itens perigosíssimos que são proibidos a bordo : alicate (“Ó, seu piloto, pousa este avião agora ou eu dou fim às suas cutículas!”), tesourinha (“Ó, seu piloto, pousa este avião agora ou eu dou aparo suas unhas! E os fios compridos das suas sobrancelhas também!”), perfume, xampu, condicionador e hidratante (“Ó, seu piloto, pousa este avião agora ou eu te deixo limpo e cheiroso!”).

O pivô da decisão foram dois: primeiro, o fato de não ficarmos perto do WalMart (supermercado grandão e barato) ou similar em nenhuma das cidades; segundo, uma das malas de bordo que temos perdeu uma roda, foi para a garantia, não voltou ainda, e a mala que a loja (é a Le Postiche, e o atendimento é ótimo) emprestou é muito boa, mas bem grandinha.

Eu particularmente estou bem satisfeita. O paradigma da mala reduzidíssima continua valendo: a idéia é levar as malas meio vazias mesmo.

E enchê-las por lá.

Um comentário:

Anônimo disse...

Oi Ludmila! nao sei se já conversei com vc depois que voltei de NY, mas a minha imigração demorou demais......uma fila imensa e mil perguntas quando chegou a minha vez...inclusive na fila já me encheram de perguntas!!! mas no final deu tudo certo!Boa viagem!!!!!! Bjo. Daniela