6.4.09

O Caso do Fim do Surto Consumista

Pois é, passou. Voltei a achar mais legal ter dinheiro na conta do que roupas no armário.

É que descobri que ter montanhas de bens tira a diversão de improvisar combinações e usos novos para poucos e selecionados bens. Sem falar que ocupa um espaço danado. Sem contar que, quando você compra muito, acaba comprando algumas coisas não tão legais e termina tendo que se livrar delas – e aí já viu, prejuízo.

Uma coisa o surto do consumo serviu para me ensinar: já que eu vou ter poucos itens, então posso querer que eles sejam de qualidade. É claro que eu vou gastar mais do que se eu tiver poucas e baratas coisas, mas é menos do que eu gastaria se tivesse um monte de todos os preços. E vou ficar mais feliz.

Mas só porque eu estou disposta a adquirir bens de categoria não significa que eu topo deixar um olho na loja. A idéia é abrir a carteira, mas só um pouquinho. O jeito é aproveitar as “oportunidades” (uma de minhas palavras preferidas, junto com “desconto” e “aumento de salário”): bazares, outlets, liquidações e brechós. Tem muita oferta horrenda, mas de vez em quando salva alguma coisa.

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