14.9.09

O Caso do Experimento Social: Parte 4 e Final

Afinal, o ideal é que a gente ignore as aparências, ou que não as ignore, mas as aceite como são?

Andei pensando (e posso mudar de idéia). Minha conclusão no momento é a primeira opção é a melhor – mas é também meio impossível. Então o jeito é não dar muita importância, e também não ficar fazendo julgamentos apressados, baseados somente na cara (e no corpo) das pessoas. Só porque alguém é diferente de mim não significa que ela seja boba/feia/chata. E aí nessa de não julgar pelas aparências um monte de preconceitos vai embora, né?

O que estou levando do meu modesto experimento social?

Vou continuar dispensando os “cuidados de beleza”. Deu pra ver que, com a mesma rotina que meu marido tem (banho – desodorante – corte de cabelo e unha – lâmina para os pelos – perfume de vez em quando) eu fico perfeitamente apresentável. E feliz da vida.

Além disso, prometo solenemente:

1) rir da cara das propagandas de produtos de beleza, sabendo que elas são essencialmente mentirosas. E não gastar meu rico dinheirinho com eles.

2) ler revistas femininas com muita reserva (vide post futuro).

3) evitar comentários sobre a aparência das pessoas, tanto negativos quanto positivos. A mensagem? Seu visual não é mais importante que você.

E agora, o mais importante: a base teórica do experimento.

Escrevalolaescreva, da Lola Aronovich:
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/06/beleza-no-um-por-todos-todos-por-um.html

O Mito da Beleza, da Naomi Wolf:
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/01/370736.shtml
Direitos autorais: o livro está esgotado no Brasil. Assim que for lançada uma nova edição (o que é pouco provável), tiro o link do blogue.

Um comentário:

Gustavo Gitti disse...

Lud, qual seu email?

Quero te fazer um convite.

Por favor me envie em pvt, meu gmail é gustavodrums

Um abraço!