<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335</id><updated>2009-11-05T08:03:30.230-03:00</updated><title type='text'>Lud e Leo</title><subtitle type='html'>Lud e Leo se casaram e agora moram no interior. Irão nossos heróis perder todo e qualquer contato com seus fiéis amigos? Serão esquecidos e abandonados por todos aqueles que um dia os conheceram? [música de suspense]
É claro que não!! Este blogue manterá amigos, inimigos &amp;amp; familiares inteirados da nova e maravilhosa vida dos nossos casados, mudados, e nem te convidados.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>815</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-3773484260769330844</id><published>2009-11-03T09:38:00.004-03:00</published><updated>2009-11-05T08:03:30.243-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Blogue Novo</title><content type='html'>Agora eu estou &lt;a href="http://ludmilismos.blogspot.com/"&gt; aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo vocês lá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-3773484260769330844?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/3773484260769330844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=3773484260769330844&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/3773484260769330844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/3773484260769330844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/11/o-caso-do-blogue-novo.html' title='O Caso do Blogue Novo'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-4047524134299051522</id><published>2009-10-28T13:25:00.002-03:00</published><updated>2009-10-28T13:33:20.325-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Cavalheirismo</title><content type='html'>O Maridinho sempre foi muito cavalheiro. Já meu pai costuma não carregar a mala da minha mãe e, tendo oportunidade, nem a própria mala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que diz que o cavalheirismo morreu. Outros bradam pela necessidade de seu retorno. E eu? Eu sei lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo que o cavalheirismo possa ser encarado como gentileza. Seriam sinônimos de cavalheiro as palavras “educado” e “solícito”.  Concordo plenamente que é bom conviver com uma pessoa que tenha essas qualidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, tanto aqueles que resmugam que o cavalheirismo desapareceu quanto os que exigem sua volta costumam encará-lo com um significado mais específico, isto é, aquele conjunto determinado de ações do homem para com a mulher. E esse cavalheirismo me desagrada profundamente: pra variar, ela fica lá, como uma pata choca, esperando que o homem faça alguma coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, tem alguns itens da receita pronta do cavalheiro que não fazem muito sentido, como aquela história de que o homem deve pagar a conta do restaurante, levar flores e abrir a porta do carro. Poxa, se eu também trabalho e também tenho dinheiro, não vejo razão para ele pagar tudo (existe a tese “quem convida paga”, que me parece mais lógica. E eu sempre gosto de rachar. Agora, se o Bill Gates me chamar para jantar no restaurante do Alain Ducasse em New York, eu não vou brigar com ele pelo privilégio de pagar a conta, que deve ser equivalente a muitos dias do meu salário. Mas eu levaria um saquinho de balas Chita para demonstrar minha gratidão). Eu também posso dar flores (embora tanto o Maridinho quanto eu prefiramos oferendas em chocolate). E se eu estou dirigindo (o que é raro, admito, porque eu dirijo mal, me perco com facilidade e tenho um talento incomum para exterminar espelhos retrovisores), por que não abrir a porta para o passageiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, eu também posso (e devo, acredito) ser cavalheira com o Maridinho, isto é, educada e solícita. E eu sou. Mas quando aquele povo lá de cima fala em cavalheirismo, elas não estão pensando em mim, estão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem outra: será que o cavalheirismo é mesmo bom para mim? Vejam só: o Maridinho é bem mais alto e forte do que eu. Quando vamos ao mercado, ele leva as sacolas de refrigerantes e eu levo as sacolas de guardanapos. É claro que isso me é agradável e confortável. Só que o resultado é que eu não uso meus músculos e fico ainda mais fraquinha que já sou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, por enquanto não me sinto apta a carregar para casa o garrafão de água mineral de 20 l, que pesa quase metade do que eu (e talvez eu nunca adquira essa capacidade, mesmo depois do curso de Krav Magá que estou ambicionando fazer). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando bem, não tenho nada contra uma divisão de trabalhos racional. Isto é, baseada nos fatos e na situação e não nos estereótipos. Assim, acho que faz sentido que, na hora de pagar o jantar, quem ganhe mais pague mais. Se a porta está fechada, que quem esteja na frente abra.  Quando se quer um desconto, que quem tenha mais jeito peça. É verdade que o Leo costuma carregar mais peso que eu, mas eu fizer compras com uma pessoa mais fraca, sou eu quem vai carregar mais, é claro. Quando a gente viaja, o Leo bússola humana cuida do transporte e a Lud tagarela da comunicação. E o meu pai é folgado mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que é muito mais fácil mulheres e homens terem seus papéis pré-determinados e todo mundo obedecer às regrinhas.  Mas eu acho que papéis pré-determinados não estão com nada, principalmente quando a sociedade muda e eles não acompanham. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou querendo dizer que eu quero que o cavalheirismo morra e que todo mundo seja grosso. Ok, o cavalheirismo de forminha de torta eu quero que morra, sim. Só que também acho que todo mundo deve ser gentil, polido e educado. Cada um do seu jeito e do jeito que melhor funcionar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-4047524134299051522?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/4047524134299051522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=4047524134299051522&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4047524134299051522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4047524134299051522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-cavalheirismo.html' title='O Caso do Cavalheirismo'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-5953690868406049122</id><published>2009-10-25T16:40:00.004-03:00</published><updated>2009-10-25T20:07:00.789-03:00</updated><title type='text'>O Caso das Revistas Femininas</title><content type='html'>Sempre fui fã de revistas femininas. Quando fiz Comunicação Social, um dos meus objetivos era escrever para elas. Já defendi, com mais ardor do que análise, que o jornalismo feminino era, sim, jornalismo, e tão válido e digno quanto qualquer outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei mesmo a ter algumas matérias (duas, se não me engano) publicadas nelas. Até me pediram uma terceira, mas confesso que, na hora das entrevistas, refuguei: a pauta  continha as expressões "truques sexuais", "prostitutas" e "usam com seus clientes". (Sim, é essa revista mesmo que vocês estão pensando.) Eu era ainda mais puritana do que sou hoje (uma característica que sempre deplorei) e acabei passando o serviço para uma das minhas melhores amigas, que deu conta da tarefa em dois tempos. (Acabo de perceber que a revista nunca mais me encomendou nada. Talvez a matéria cabeluda fosse um rito de iniciação no qual eu falhei miseravelmente.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uns tempos para cá, contudo, as revistas femininas têm me irritado e aborrecido em igual medida. Será que elas mudaram, eu mudei, ou todas as alternativas acima?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que eu tenho hoje quando as leio é que se eu não for jovem, magra, branca, bela, sedutora, de cabelos longos e lisos, com um ou mais homens em minha vida e várias  roupas, cosméticos e acessórios novos em meu guarda-roupa, eu estou deixando de alcançar meu potencial total como mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que eu seja muito impressionável, e que outras pessoas leiam revistas femininas e não achem nada disso. Mas vejam só: tenho em mãos uma revista Nova de fevereiro de 2004 (é meio antiga, eu sei, mas é a que está disponível). Ela tem 146 páginas (contando as capas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66 das páginas têm fotos de mulheres. 4 das mulheres (sendo que uma delas é o "antes" de uma transformação) têm cabelos não-lisos (sendo que ondas artísticas feitas sobre cabelo escovados contam como liso); 1 mulher é negra (numa foto pequena, entre duas amigas brancas). Não tem nenhuma mulher que aparente ter mais de 25 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99 páginas são conteúdo. 39 são propaganda. 32 listam regras para o relacionamento com o sexo oposto, incluindo sexo. 34 páginas são dedicadas a matérias sobre diversos produtos. As páginas que faltam para fechar a conta incluem horóscopo, cartas das leitoras, endereços etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando para depois a análise das matérias "como agarrar seu homem", talvez a maior maldade das revistas femininas seja a mensagem não-escrita é que você pode, sim, se transformar em uma das fotos da revista. É só consumir! A lista não tem fim: nessa única revista Nova, temos cera de depilação, tinta para o cabelo, regularizadores intestinais (?), roupas, perfumes, absorventes, jóias, bronzeadores, mais tinta para o cabelo, objetos de decoração, roupas, mais roupas, bolsas, sapatos, tratamentos de beleza exóticos como banho de pó de pérolas, xampu, creme anti-celulite, controlador de brilho da pele, creme antioxidante, creme com protetor solar para os cabelos, rímel, perfumes recém-lançados, corretivo, lápis de olho, batom, celular, miojo light, sombra de olho, brilho, chinelos bordados, sachê com ervas afrodisíacas, gel redutor, cosméticos para quem malha, sucos naturais, mouse decorado, revista de moda, revista feminina, pincéis de maquiagem, iluminador, blush líquido, curvex, creme de limpeza, sabonete facial, sabonete líquido, lenços antibrilho, loção tônica, demaquiante, hidratante para o rosto, hidrantante para o corpo, hidratante para as mãos, hidratante para a região dos olhos, sais de banho, exfoliante, loção para os pés, loção firmadora, ufa, cansei (mas tem mais). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que até deve funcionar, para uma parcela da população quem tem tempo, dinheiro e genética a seu favor. Mas e se você não for (ou não quiser ser, ou não puder ser) jovem, magra, branca, bela, sedutora, de cabelos longos e lisos, com um ou mais homens em sua vida e várias  roupas, cosméticos e acessórios novos em seu guarda-roupa? A mulher ideal das revistas femininas é um retrato bastante redutor, não? (Sim, eu sei que isso tudo vem a ver com o capitalismo, e com o fato que a revista custa dinheiro para ser produzida, que o dinheiro vem dos anunciantes. Mas será que tem de ser assim mesmo?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amigo sugeriu que eu simplesmente deixasse de lê-las. Seria uma solução, sem dúvida. Só que essa mesma revista tem matérias sobre serviço voluntário, auto-exame de pele e mamas, dicas para progredir na carreira, formas de diminuir o risco de ter câncer, perfis de profissionais que ganham para viajar, educação financeira. Outras revistas femininas também trazem pautas que me interessam, como saúde, relacionamentos familiares, mulheres em posições de poder. As revistas de variedades, como a Veja, cobrem parte desses assuntos, mas geralmente o enfoque é neutro (ou seja, masculino). Então as revistas femininas têm, sim, a sua utilidade para as mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha conclusão é que as revistas femininas brasileiras atuais são basicamente esquizofrênicas. Matéria sobre auto-estima de um lado e modelos jovens, magras, brancas, de cabelo liso etc. de outro. Ecologia X consumismo. Saúde X horóscopo. Mulheres na política X celebridades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer, então? Abandoná-las de todo? Ler só as partes que eu "aprovo"? Mas se eu comprá-las vou estar financiando todas as partes, não vou? E apesar dos pesares eu não consigo desaprová-las totalmente. Não sei se, caso todas elas fechassem, as mulheres estariam mais bem-servidas. Porque elas, bem ou mal, são um espaço de manifestação feminina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que precisamos é de uma revista feminina feminista. Que não pergunte para a futura candidata à presidência do Brasil se ela perdeu peso e como - ou que pergunte a mesma coisa aos futuros candidatos, antes de interrogá-los como sobre eles conciliam a vida familiar com a política e qual é sua receita preferida. Que mostre mulheres de todos os tipos e cores. Que não faça perguntas tolas a celebridades bobonas. E que acabe com os horóscopos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-5953690868406049122?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/5953690868406049122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=5953690868406049122&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5953690868406049122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5953690868406049122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-das-revistas-femininas.html' title='O Caso das Revistas Femininas'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-117033123505178134</id><published>2009-10-24T08:14:00.008-03:00</published><updated>2009-10-24T10:10:49.763-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Comentário do Caso dos Comentários</title><content type='html'>No último post, a Setembro! fez um comentário muito pertinente: se ninguém percebeu, nem me tratou diferente quando eu parei de usar maquiagem/esmalte/etc, então como eu tenho tentado passar esses meus novos conceitos às pessoas que não acessam meu blog?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funciona assim: estou em um grupo. Alguém comenta qualquer coisa sobre aparência/beleza/cosméticos. Aí eu anuncio orgulhosamente: pois EU não uso mais maquiagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas me olham perplexas. E percebem que, de fato, estou de cara limpa. Observe que o "mais" é uma palavra-chave, porque existe gente que não usa maquiagem mesmo. Mas o "mais" implica que já usei, que já experimentei seus "benefícios", e que abri mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito o momento de silêncio atordoado e me explico. O engraçado é que, nesse momento, gente que não estava nem notando se eu estava ou não de batom fica me questionando. Como se os meus cromossomos XX me fizessem automaticamente uma viciada em produtos de beleza. Como se os cosméticos fossem um privilégio. Como assim você não quer ficar BONITA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a conversa cai no feminismo e os ânimos se inflamam. Surge a oportunidade de esclarecer alguns pontos polêmicos. Não, as feministas não querem ser iguais aos homens. Não, o feminismo não é o contrário do machismo (e logo, tão ruim quanto). Não, feminista &lt;a href="http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-teste-voce-e-feminista.html"&gt;não é palavrão&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou dizer que convenço todo mundo, nem que as mulheres presentes esvaziam imediatamente a bolsa no lixo mais próximo. Até porque o assunto é complexo e não se esgota em uma única conversa. Mas faço o povo pensar um pouco. E sim, consigo uns adeptos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vou confessar: abandonar os cosméticos é bom principalmente para mim. Porque, para usá-los, eu tinha que ficar prestando a maior atenção no meu rosto, na minha pele, nos meus cílios, nas minhas cutículas, no meu cabelo, em tudo que que eu queria "corrigir" "disfarçar" e "realçar". Agora me olho no espelho a uma distância muito mais saudável de três palmos, e gosto do que vejo. Sim, o meu experimento teve um efeito colateral engraçadíssimo: estou me achando. (Minhas irmãs vão revirar os olhos, porque elas acham que eu já me achava. Eu acho.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso vou me maquiar a contragosto para ser madrinha no casamento da minha amiga. A festa seria um momento fantástico para a bombástica declaração visual "Não sou enfeite". Mas enfim. Estou pensando seriamente em lavar o rosto depois das fotos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-117033123505178134?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/117033123505178134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=117033123505178134&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/117033123505178134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/117033123505178134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-comentario-do-caso-dos.html' title='O Caso do Comentário do Caso dos Comentários'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-7413385357978804282</id><published>2009-10-23T10:03:00.002-03:00</published><updated>2009-10-23T10:16:07.508-03:00</updated><title type='text'>O Caso dos Comentários</title><content type='html'>Muitos comentários interessados e interessantes no último post. Acho muito legal que as pessoas se manifestem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu concordo que nem lá, nem cá, ou nem tanto ao mar nem tanto à terra,  é mais equilibrado. Sempre defendi que “a virtude está no meio”. E que é mais fácil, mais confortável e mais agradável para todo mundo, inclusive para mim, se conformar às convenções sociais de vez em quando (e é o que vou fazer, fantasiada de madrinha de casamento). Porque a gente vive em sociedade, afinal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que... bem, eu tenho pretensões. De mudar o mundo, né. Porque eu acho que do jeito que está não está tão bom assim. Não é que eu não possa usar maquiagem. É que eu não quero. Na minha cabeça, neste momento, usar maquiagem não é privilégio (no sentido de que os homens “não podem”), nem liberdade. É obrigação. É a mesma coisa que dizer que eu teria a “opção” de usar uniforme na escola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu percebo que as exigências sociais podem ser encaradas como um jogo. E eu, classe média, funcionária pública, branca, heterossexual, magra, cabelo liso, tenho todos os trunfos na mão e todas as condições de jogar pra ganhar. Só que, embora o jogo seja bom para mim, não é bom pra todo mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ao fim e ao cabo, não vai ser bom pra mim também. E quando eu envelhecer um pouquinho? Vou ficar na neura da juventude e me submeter a intervenções cirúrgicas para manter o corpinho? Como é que eu vou amadurecer com graciosidade quando durante anos gastei tempo e dinheiro para ser um deleite para os olhos e minha auto-estima está tão ligada à minha aparência? E o meu cabelo, que está caindo que é um horror? Se eu ficar careca, vou querer me &lt;a href="http://www.skinpatient.com/ptinfo/A/alopecia.htm"&gt; suicidar &lt;/a&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu se eu entrar na política? Ao invés de debater minhas idéias políticas, vou ter que agüentar colunistas políticos criticando meu guarda-roupa e a revista Cláudia perguntando se eu perdi peso e como?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seu tiver filhas? Vou precisar dizer a elas que não, elas não podem ter a mesma liberdade sexual de seus irmãos, porque elas vão ser chamadas de putas e eles de garanhões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E olha que essas são questões exclusivamente pessoais. Tem outras generalizadas muito mais importantes, mas aqui estou falando só por mim.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: não estou dizendo que quem usa maquiagem é a favor de todas essas coisas e/ou as perpetua. Estou dizendo que, para mim, neste momento, minha maneira de lutar é abandonando a maquiagem/secador/esmalte. Acho que o Daniel pegou o espírito da coisa: é um símbolo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza existem muitas outras maneiras de lutar. Uma delas é escrever esse blogue. Por isso os comentários são importantes. Faz com que a gente troque idéias. Sim, posso ser convencida que a minha tática é inócua. Também posso convencer alguém que não é. E posso descobrir formas mais eficientes de mudar o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém tem alguma idéia?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-7413385357978804282?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/7413385357978804282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=7413385357978804282&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/7413385357978804282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/7413385357978804282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-dos-comentarios.html' title='O Caso dos Comentários'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-1482878881606445455</id><published>2009-10-20T14:23:00.006-03:00</published><updated>2009-10-20T14:35:59.429-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Cara Limpa</title><content type='html'>Para minha grata surpresa, percebi hoje que tem 50 dias que não uso maquiagem/secador/esmalte.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não usei nada fazendo curso de trabalho, visitando amigas, passeando no shopping, indo a festas de família. Tudo na maior tranqüilidade, se desconsiderarmos os comentários da minha mãe. Mas confesso que disfarcei as olheiras e passei batom duas vezes nesses 50 dias: tirando uma foto para o passaporte e outra para o Rotary. Vaidade, admito, mas bem controlada. Na Polícia Federal, dei ok para a primeira foto digital. No Rotary, fui clicada sem frescura. E ainda falei risonhamente para as outras moças, que se afligiam com a falta de espelho: “gente, não é concurso de miss, é intercâmbio profissional...!”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando comecei, tratava-se de um experimento modesto, e eu achava que ia sofrer um pouco. Pois deu tão certo que adotei por tempo indefinido. Não doeu nada, e só me diverti. Deixei de me preocupar com o estado do corretivo, do batom, do penteado. Não fico matutando antes de emitir minha opinião ou aceitar um convite. Durmo com o cabelo molhado. Não me aborreço quando a unha lasca (porque agora elas não lascam, elas são curtas!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que eu estou tendo um pouco de conflito com o fato de que uma grande amiga ter me chamado para ser madrinha de casamento. Foi antes do meu experimento; ela mudou de cidade e não acompanhou minhas novas escolhas. Não ia entender lhufas se eu aparecesse no altar de cara lavada e calça comprida. Provavelmente ia achar que era pouco caso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, em nome da nossa amizade e das expectativas sociais, vou usar o vestido longo e decotado que eu já tinha adquirido para a ocasião. Mas não vou fazer as unhas e não vou ao salão arrumar o cabelo. Quanto à maquiagem, estou seriamente inclinada ao estilo zumbi: olho roxo e boca nude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que tenho de ser enfeite, serei um enfeite "user-unfriendly".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-1482878881606445455?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/1482878881606445455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=1482878881606445455&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/1482878881606445455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/1482878881606445455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-da-cara-limpa.html' title='O Caso da Cara Limpa'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-7305373250870806610</id><published>2009-10-19T14:44:00.001-03:00</published><updated>2009-10-19T14:47:24.707-03:00</updated><title type='text'>O Caso das Dinâmicas de Grupo</title><content type='html'>Eu e as dinâmicas de grupo nunca nos demos bem. Entrevista, apresentação, teatrinho, desafio, tudo isso eu encarava – mas dinâmica... Acho que é porque nelas eu não dava conta de disfarçar que sou mandona, teimosa e odeio trabalhar em grupo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, até o intercâmbio para a Austrália, nunca consegui nada que dependesse de uma delas. Não, minto – na seleção de trainee da Vale do Rio Doce eu passei pela dinâmica de grupo e fiquei na redação de português e inglês (Como assim? Se tem alguma coisa que eu sei fazer nessa vida é redação em português e inglês. Estou convencida que minha caligrafia entregou que sou mandona, teimosa e odeio trabalhar em grupo).&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Sim, pode ser que desde a última vez que fiz uma dinâmica de grupo (lá se vão cinco anos), eu tenha ficado menos mandona, teimosa e resistente a trabalhar em grupo. Mas tenho certeza de que o que garantiu minha aprovação foi uma commodity valiosíssima: noção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa dinâmica de grupo para um intercâmbio profissional no qual você vai representar o Brasil em um país estrangeiro, você não deve dizer: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- que seu objetivo é melhorar o inglês; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- que você é tímido;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- que a sua maior qualidade é gostar de praticar esportes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- que você dirigiu alcoolizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vão por mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-7305373250870806610?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/7305373250870806610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=7305373250870806610&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/7305373250870806610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/7305373250870806610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-das-dinamicas-de-grupo.html' title='O Caso das Dinâmicas de Grupo'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-6429824657612218531</id><published>2009-10-15T09:44:00.002-03:00</published><updated>2009-10-15T09:49:52.151-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Gene da Babaquice</title><content type='html'>Ando desenvolvendo a teoria de que todos nós, ou quase todos, temos em nosso DNA o gene da babaquice. Ele só espera uma oportunidade para se manifestar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É a pessoa passar em um concurso melhorzinho, conseguir uma promoção ou arrumar um estagiário – ou seja, dispor de uma partícula de poder – que começa a se achar superior aos outros. E aí passa a batalhar por direitos que devem ser só seus e a atrapalhar os direitos dos outros. Sim, porque sua suposta superioridade tem de se traduzir em vantagens e benesses. E só se sustenta diante da suposta inferioridade alheia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu descobri que tinha o gene da babaquice quando entrou gente nova de um cargo diferente, de salário menor, em minha seção. Imediatamente me dispus a mandar neles (e passar para eles os serviços que eu não queria fazer). Meio segundo depois percebi que era a babaquice aflorando. E segurei a onda, na hora. Vergonha própria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é interessante que eu, que de vez em quando sou vítima da babaquice alheia, tenha tido como primeiro reflexo a reprodução da opressão sobre os mais desprotegidos? O gene taí, gente. Pelo menos me redimi prontamente: reconheci o ato falho e passei a defender os novatos da seção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí me dei conta de como a opressão se multiplica. O chefe oprime o empregado, que que vai pra casa e oprime os filhos, que por sua vez oprimem os coleguinhas mais frágeis (não é regra; só tendência). É inconsciente: se somos inferiorizados em um lugar, no outro queremos nos sentir superiores. E lá nos vamos alegremente, reproduzindo aqui as táticas de dominação que aprendemos acolá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa hora entra a reflexão, né? Para reconhecer que o gene da babaquice existe e reprimi-lo. Sem dó nem piedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-6429824657612218531?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/6429824657612218531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=6429824657612218531&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/6429824657612218531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/6429824657612218531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-gene-da-babaquice.html' title='O Caso do Gene da Babaquice'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-4454977157287338639</id><published>2009-10-14T08:17:00.001-03:00</published><updated>2009-10-14T08:21:12.373-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Moda e da Maquiagem Como é que Ficam</title><content type='html'>Eu sei, eu fico voltando a este tema. Porque ele é caro ao meu coração. Porque eu adoro moda. E adoro maquiagem. Então, abrir mão delas não está sendo um detalhezinho à toa para mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, eu hesito em desqualificá-las. Porque elas pertencem, de maneira predominante, ao reino feminino. E a sociedade tende a desprezar (e dizer que é fútil) tudo que pertence a esse reino: “roupa, batom, novela, romance. Tudo bobagem. Coisa de mulher.” Importante sendo, claro, futebol, carro e cerveja. (Sim, eu sei que mulher dirige carro, toma cerveja e muitas gostam de futebol. Mas estou falando de estereótipos.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o problema é que, no presente momento, moda e maquiagem servem de instrumento para a objetificação feminina. Praticamente todo estilista (independente do sexo) diz que seu objetivo é tornar a mulher sexy. Que cansaço, isso de ser sexy sempre. Que obrigação pesada, e nada adequada. Por que diabos eu tenho que ser sexy no trabalho? No cinema? Na rua? No supermercado? (Obs: isso não quer dizer que quem queira ser sexy em todos esses ambientes não possa ou não deva fazê-lo.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu parei de usar maquiagem, percebi como minhas roupas são sexy. (E olha que eu me visto bem dentro do padrão. Não sou aquela moça que chega em um ambiente e chama todas as atenções, nada disso. Até acho que sou um pouquinho mais conservadora do que as minhas amigas.) Eu nunca tinha reparado nisso. Porque é a norma, né? Roupa de mulher é sexy. Podem observar. Eu tenho várias calças justas, muitas blusinhas colantes, roupas que mostram o corpo (saias, tops de alcinha, decotes), diversos sapatos de salto e algumas sandálias (também de salto).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Já o guarda-roupa do Maridinho se compõe de um monte de calças jeans retas, um monte de camisetas padrão, bermudas largas, alguns tênis e uns sapatos masculinos. Ele engorda um pouco, emagrece um pouco, e ninguém se dá conta. Ele usa a mesma camiseta dois dias seguidos e ninguém repara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu guarda-roupa exige que eu esteja em forma. Depilada. Com as unhas dos pés feitas. Com a pele hidratada e preferencialmente bronzeada de maneira uniforme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roubada, né? E eu não tinha me dado conta disso, gente! 33 anos nas costas e achando natural que eu gastasse vinte minutos para me aprontar enquanto o Maridinho precisava de 5.  Ou 2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação que ele tem com as roupas é clara e descomplicada. Elas servem para proteger, aquecer e tá bão. Ele não usa sapatos desconfortáveis ou trajes que deixam você respirar apenas com a parte superior dos pulmões. Ele nunca hesita em emendar um programa no outro porque não está vestido adequadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então meu ícone de moda deixou de ser a Kate Moss e passou a ser o Maridinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-4454977157287338639?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/4454977157287338639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=4454977157287338639&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4454977157287338639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4454977157287338639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-da-moda-e-da-maquiagem-como-e.html' title='O Caso da Moda e da Maquiagem Como é que Ficam'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-3828531371164021594</id><published>2009-10-12T20:18:00.005-03:00</published><updated>2009-10-12T20:41:23.509-03:00</updated><title type='text'>O Caso das Penélopes</title><content type='html'>Então tem gente que acha que o ideal de mulher é &lt;a href="http://www.soupenelope.com.br/ganhadoras.php"&gt;isso&lt;/a&gt;?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não, obrigada. Eu passo. Ter todas as virtudes e ainda a obrigação de ser linda? É demais para mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E ainda há quem se pergunte &lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3996358-EI8423,00-As+mulheres+ficaram+mais+infelizes.html"&gt;por que as mulheres são mais infelizes do que os homens&lt;/a&gt;. Não tá na cara?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-3828531371164021594?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/3828531371164021594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=3828531371164021594&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/3828531371164021594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/3828531371164021594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-das-penelopes.html' title='O Caso das Penélopes'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-511419566855349106</id><published>2009-10-10T09:50:00.002-03:00</published><updated>2009-10-10T09:55:17.733-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Respeito</title><content type='html'>Uma das coisas mais difíceis que estou aprendendo com o feminismo é respeitar as opções alheias (porque eu geralmente acho que estou sempre certa e todo mundo deve fazer como eu faço). Depois de me dar conta das exigências absurdas que a sociedade faz em relação à aparência das mulheres, eu racionalmente deixei de fazer um monte de coisas (usar maquiagem, fazer a unha, usar roupas justas/curtas/enfeitadas). Só que eu sou bem padrãozinho (branca, magra, cabelo liso). Só que eu sou casada e funcionária pública. Então como é que eu vou me revoltar contra uma mulher que, estando dentro do sistema machista e patriarcal, quer emprego/namorada(o)/inclusão social e usa os instrumentos que esse mesmo sistema diz que são necessários?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu posso fazer é conversar com as pessoas e mostrar os fatos para elas façam escolhas conscientes. O que posso querer é que elas saibam que o sistema existe e como ele funciona. Que, se não puderem evitar avaliar aparência e o comportamento sexual das outras pessoas, usem o mesmo padrão para todo mundo. Que criem filhos que sejam conscientes também. Aí a sociedade começa a mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a consciência gerar nas pessoas a mesma resposta que gerou em mim, fantástico. Porque acelera o processo. E porque estou muito satisfeita com minha vida de feminista prática. Com minha nova rotina simplificada, ganhei tempo (que eu uso para fazer estes ótimos posts para vocês) e confiança. Minha faxineira ganhou um aumento de 25% (antes eu pagava o valor de mercado, que é não é grande coisa. Não que com o aumento tenha virado grande coisa, mas ajuda). Minhas economias ganharam mais força. Minha mãe ganhou novas razões para me criticar. Ou seja, todos estão felizes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu principalmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-511419566855349106?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/511419566855349106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=511419566855349106&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/511419566855349106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/511419566855349106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-respeito.html' title='O Caso do Respeito'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-6871360610565240202</id><published>2009-10-07T22:08:00.004-03:00</published><updated>2009-10-07T22:27:38.967-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Curso e das Alunas do Curso</title><content type='html'>Sim, eu sumi por uns dias. É porque estou fazendo um curso em outra cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso em si é chato pra burro. A parte boa é que conheci quatro moças (meninas? mulheres?) sensacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos de tudo. Ateísmo, religião, feminismo, literatura, cinema, ecologia, vegetarianismo, trabalho. Vamos almoçar juntas e, como não dá pra andarmos todas lado a lado, formamos dois grupinhos sortidos. E todo mundo conversa com todo mundo e participa nas conversas umas das outras e tudo funciona muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre tive amigas mas, que eu me lembre, o processo da formação da amizade era lento e gradual. Dessa vez, não. Foi praticamente instantâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte ruim é que, quando o curso acabar, vai cada uma pra um lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte boa é que existe e-mail.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-6871360610565240202?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/6871360610565240202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=6871360610565240202&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/6871360610565240202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/6871360610565240202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-curso-e-das-alunas-do-curso.html' title='O Caso do Curso e das Alunas do Curso'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-1925389827210789913</id><published>2009-10-02T11:10:00.003-03:00</published><updated>2009-10-02T11:15:25.045-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Pílula Vermelha</title><content type='html'>Vocês se lembram do filme Matrix? Em que o Neo, interpretado pelo Keanu Reeves, escolhe tomar a pílula vermelha, vê a realidade de fato e aí não tem mais como fingir que tudo está bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então. O feminismo é a pílula vermelha. Depois que você percebe que a sociedade é patriarcal e machista, e trata as mulheres como enfeites e reprodutoras, e isto está tão inserido na cultura e na gente que até então nem nos dávamos conta, também não tem mais como voltar atrás e fingir que está tudo bem. Situações e imagens aparentemente naturais começam a saltar aos olhos. Exemplos práticos dos últimos dias:&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Vídeo de apresentação do Brasil na seleção para sediar as Olimpíadas 2016. Lindíssimas imagens do Rio, e as mulheres que aparecem estão: a) de biquíni na praia, b) fazendo compras no shopping, c) desfilando no carnaval. Tradução: mulher é enfeite e adorar comprar. Mais enfeites. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Filme de animação Igor. A história é sobre como o mais humilde (dos homens) pode superar as dificuldades. As mulheres são: a) a sedutora ajudante do vilão, que namora os cientistas rivais para roubar suas invenções, b) uma criação do Igor, intrinsecamente boazinha, a quem bastar chamar de “feia” para deixar desconsolada. Tradução: mulher é puta ou é santa. E a maior ofensa que você pode fazer a ela é dizer que ela não é bonita, isto é, enfeite. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seriado novo, Glee. As personagens feminas são a) visualmente atraentes, b) basicamente desequilibradas. Tradução: mulher é enfeite. Enfeite irracional. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É chato notar essas coisas. É assustador perceber que, até pouco tempo atrás, eu nem notava essas coisas. É apavorante dar-se conta que a maior parte das pessoas não só não notas essas coisas como também, quando você as aponta, te olha com absoluta incompreensão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Imagino que era exatamente assim que o Neo se sentia quando se conectava à Matrix.) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Morpheus tinha a pílula vermelha para oferecer. A minha versão da pílula vermelha é o meu corpo cada vez mais sem artifícios femininos. Ela não é tão eficiente quanto a original, e precisa de tradução, mas vem me servindo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mundo pós-pílula vermelha é, francamente, uma porcaria. Eu me lembro de, após assistir Matrix, declarar que eu preferia continuar dentro na máquina a comer papa num submarino enferrujado (mesmo que fosse junto com o Keanu). Quando eu percebo a maneira que a mulher é retratada, e a eficiência desse tratamento para convencer as pessoas desde o berço de que “as coisas são assim mesmo”, eu fico brava, chateada e frustrada. Acreditar que o mundo era mais ou menos justo e que eu passava maquiagem porque eu gostava era muito mais confortável e relaxante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas há suas compensações. Quando eu deixei de acreditar em monte de mensagens sobre como eu “devia ser”, comecei a prestar atenção em como eu quero ser, o que é muito mais importante (simplesmente porque tem mais chances de me fazer feliz). Passei a ser mais tolerante, comigo e com os outros. A perceber injustiças e preconceitos (e me expressar contra eles). A comer mais chocolate. E a saber que, num mundo imaginário em que o Maridinho não existisse e eu estivesse em um submarino enferrujado com o Keanu, a última das minhas preocupações seria o estado das minhas unhas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388005017528681138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 113px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SsYKBD3RwrI/AAAAAAAAAeA/3PGUrRSKt78/s400/matrix.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;"Vem que é nóis!"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-1925389827210789913?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/1925389827210789913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=1925389827210789913&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/1925389827210789913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/1925389827210789913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/10/o-caso-da-pilula-vermelha.html' title='O Caso da Pílula Vermelha'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SsYKBD3RwrI/AAAAAAAAAeA/3PGUrRSKt78/s72-c/matrix.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-5349675354777145312</id><published>2009-09-30T21:44:00.008-03:00</published><updated>2009-10-01T08:02:00.974-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Intercâmbio na Austrália</title><content type='html'>No sábado fui a BH fazer a seleção para participar de um intercâmbio profissional na Austrália promovido pelo Rotary. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci pessoas legais, gastei o inglês, e ainda teve lanchezinho com pães-de-queijos deliciosos. Adorei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí fiquei arrancando os poucos cabelos que me restam esperando o resultado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha horas em que eu ficava otimista, achando que tinha ido bem. Tinha outras em que eu ficava pessimista, achando que a concorrência tinha ido melhor. Mas a consciência estava tranqüila, porque eu tinha me preparado o melhor que podia: antes da seleção, pesquisei sobre o Rotary, sobre o intercâmbio profissional, sobre a Austrália. A irmã I., que é a master trainee lá de casa, deu dicas de dinâmica de grupo. A irmã D., que é a maior fã de intercâmbios, incentivou entusiasticamente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Confesso que quando cheguei à seleção, firme no meu propósito de não usar maquiagem/roupas justas e enfeitadas, e dei de cara com um concorrente de terno, pensei por um breve instante que talvez a minha estratégia não tivesse sido a melhor. Mas logo reafirmei minha decisão: não era concurso de miss, oras. Eu não estava lá para deleitar o olhar dos julgadores (e julgadoras), ou impressionar os concorrentes com meu fashion sense. Estava lá para mostrar que era dinâmica, comunicativa e sabia falar inglês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi o que eu fiz: o resultado saiu hoje. Aprovada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Feliz da vida.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-5349675354777145312?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/5349675354777145312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=5349675354777145312&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5349675354777145312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5349675354777145312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-intercambio-na-australia.html' title='O Caso do Intercâmbio na Austrália'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-8905652506893569321</id><published>2009-09-30T14:35:00.004-03:00</published><updated>2009-10-11T09:48:31.098-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Remedinho</title><content type='html'>Faz mais de um ano que eu andava tendo uns medos exagerados: ficava tensa na viagem para BH, me agarrando na porta do carro a cada curva; ruídos súbitos e altos me faziam dar pulos; e eu acordava de noite, assustadíssima com um barulho não-identificado, até perceber que era o Leo respirando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu sabia que alguma coisa não andava indo bem. E sabia perfeitamente que o medo era infundado (o que é altamente frustrante para uma pessoa que sempre se julgou racional).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui a um psiquiatra do plano de saúde. Ele prescreveu um &lt;strike&gt;ansiolítico&lt;/strike&gt; antidepressivo e um remédio homeopático. Tomei só o homeopático (que eu achei que mal não fazia) e nunca mais voltei. Que absurdo, &lt;strike&gt;ansiolítico&lt;/strike&gt; antidepressivo. Vê lá se eu, jovem, bem-casada, feliz, com um bom emprego e nenhuma dificuldade aparente, ia mexer com remédio controlado. Pois bem, nada mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí fui a um psicólogo ótimo. Passamos dois meses produtivos juntos, saímos os dois de férias, e nunca mais voltei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medos continuaram aumentando alegremente. Sim, eu tive medo andando à noite na rua. Eu não estava sozinha, estava com o Maridinho. &lt;em&gt;&lt;em&gt;Na Suíça&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem horas que a realidade fala mais alto do que a esperança de que o problema se resolva sozinho. Arrumei outro psiquiatra (competentíssimo. E caríssimo) e, quando ele me receitou o mesmo &lt;strike&gt;ansiolítico&lt;/strike&gt; antidepressivo do outro, não tive dúvidas: comprei e tomei. Com dor no coração, porque é um remédio caro pra burro. Mas achei melhor sentir dor no bolso do que na alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo, o remédio só deu sono, acessos de bocejo e falta de apetite. Depois de umas semanas, os medos, gradativamente, começaram a diminuir. E os efeitos colaterais foram embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me considerava uma pessoa feliz. Fiquei mais. E mais tranqüila. Mais segura. Menos preocupada com a opinião alheia. Gostando mais das pessoas. E aí, claro, virei feminista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeiras à parte (porque eu já era feminista), o tratamento fez bem para mim. Os medos não sumiram totalmente, mas quase. E eu não ia falar nada aqui, mas depois fiquei pensando: o que é que tem? Quando o meu cabelo caía, eu contava dos comprimidos de ferritina sabor chocolate. E sobre a minha absorção de serotonina desregulada (&lt;em&gt;acho &lt;/em&gt;que é isso), eu não falo nada? Problema de saúde é problema de saúde, poxa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: não estou fazendo apologia ao uso de medicamentos. A mim, neste momento, ajudou, só isso. O psiquiatra também recomendou que eu voltasse à terapia. Terapia sempre é bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PSII: nessas horas eu percebo como o dinheiro faz diferença na vida da gente. Acho que dá para viver com pouco e ser feliz, mas quando a pessoa não tem grana para comprar remédio, aí a coisa pode ficar feia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-8905652506893569321?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/8905652506893569321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=8905652506893569321&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/8905652506893569321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/8905652506893569321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-remedinho.html' title='O Caso do Remedinho'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-760019192635173740</id><published>2009-09-29T14:59:00.003-03:00</published><updated>2009-09-29T15:05:28.661-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Champã</title><content type='html'>&lt;div&gt;Como presente de formatura, o Maridinho ganhou de mim uma garrafa de Veuve Clicquot, trazida pela irmã I. de sua última viagem e alegremente consumida entre amigos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Foi um erro. Porque agora ele torce o nariz para a Mumm argentina, que custa um quarto do preço. E já declarou que não toma mais espumante, só champanhe de verdade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br /&gt;O Maridinho é uma pessoa simples; eu é que sempre fui a esnobe horrível. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente o esnobismo horrível é contagioso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386951030826484322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 106px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SsJLa9bWQmI/AAAAAAAAAd4/CSGG-Ti8_lY/s400/v.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-760019192635173740?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/760019192635173740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=760019192635173740&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/760019192635173740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/760019192635173740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-da-champa.html' title='O Caso da Champã'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SsJLa9bWQmI/AAAAAAAAAd4/CSGG-Ti8_lY/s72-c/v.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-6834935561895425247</id><published>2009-09-28T10:19:00.000-03:00</published><updated>2009-09-28T10:21:40.937-03:00</updated><title type='text'>O Caso dos Comentários Maternos</title><content type='html'>Nesse fim-de-semana tive o primeiro comentário negativo a respeito do meu experimento social (isto é, a recusa em ser enfeite). O mais engraçado é que ele veio de minha mãe, aquela criatura sem vaidade da minha adolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio de uma conversa, eu disse que não andava ligando muito para a aparência e ela retrucou: “É, eu percebi mesmo... você anda muito desleixada. Usando umas calças largas, velhas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ri, né? Porque eu acho que estou longe de ser desleixada. Eu continuo tomando banho, penteando o cabelo, cortando as unhas. As calças “largas, velhas” são calças sociais que não são grudadas no corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondi que, de fato, eu costumava ser mais vaidosa. E ela me lascou: “É verdade, você era até exageradamente vaidosa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Sim, minha mãe nunca está satisfeita com a minha aparência, nem com a aparência das minhas irmãs. Mas esse é outro assunto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expliquei a ela que meu novo visual era uma declaração política. Ao que ela me respondeu: “Ah, mas radicalizar não é uma boa” e “Um pouco de vaidade é importante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que perguntei por que radicalizar não era uma boa e por que um pouco de vaidade era importante. E é claro que ela enrolou e não conseguiu responder, porque são típicas frases feitas que todo mundo repete mas que não necessariamente se sustentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais engraçado é que não virei, de repente, uma pessoa totalmente desprovida de vaidade. Meu corpo continua depilado. Minhas roupas continuam combinando. Meus sapatos continuam engraxados. Eu só estou evitando as roupas justas e enfeitadas e a maquiagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, eu ainda me visto melhor que o Leo (desculpa aí, Maridinho). Mas o Leo ninguém acusa de desleixo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-6834935561895425247?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/6834935561895425247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=6834935561895425247&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/6834935561895425247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/6834935561895425247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-dos-comentarios-maternos.html' title='O Caso dos Comentários Maternos'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-7884333961614510772</id><published>2009-09-24T15:09:00.011-03:00</published><updated>2009-09-24T16:43:26.323-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Fim do Ciclo Universitário</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui é o Leo postando. A Esposinha já ameaçou várias vezes mudar o nome do blogue para LudLud ou Lud. Só porque eu nunca escrevo? Imagina. Em quase 6 anos devo ter feito uns 4 post já. E para manter a média, vamos ao quinto:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Finalmente colei grau e terminei minha saga de faculdade. Depois de dois anos e meio (novo recorde onde estudei, aqui no Vale do Aço), me formei no curso de Computação - Sistemas de&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Informação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mais legal é que não sei o que sou. Se tivesse terminado o curso de Ciências Econômicas na UFMG, que comecei em 1993 e larguei no meio, eu seria economista ou, mais chique ainda, cientista econômico. Agora, quem se forma em Computação - Sistemas de Informação (adoro o traço no meio do nome do curso) é o quê?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passei boa parte dos 2 anos e meio tentando descobrir. E para minha tristeza termino o curso sem saber, porque nenhum professor conseguiu me dizer. O mesmo vale para o coordenador de curso. Tô achando que serei igual ao Chandler do seriado Friends: o amigo do qual ninguém sabe profissão. Será que sou um transponster?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora é seguir em frente. Nova etapa, estudos para concursos públicos. E para não faltar feminismo neste post, quer marido mais feminista que eu? Sou dono-de-casa. Dondoco. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, cá entre nós, adoro esta profissão!!!&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrvJomkTEJI/AAAAAAAAAdw/NbyLXkIcL8c/s320/Transponster-What-is_02.gif" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 255px; height: 284px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385119478836301970" /&gt;&lt;em&gt;Fonte da figura: este site &lt;/em&gt;&lt;a href="http://transponster.com/?p=297/"&gt;&lt;em&gt;aqui.&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-7884333961614510772?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/7884333961614510772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=7884333961614510772&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/7884333961614510772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/7884333961614510772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-da-fim-do-ciclo-universitario.html' title='O Caso do Fim do Ciclo Universitário'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrvJomkTEJI/AAAAAAAAAdw/NbyLXkIcL8c/s72-c/Transponster-What-is_02.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-4703185462811228613</id><published>2009-09-23T10:48:00.004-03:00</published><updated>2009-09-23T13:42:49.811-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Teste: Você é Feminista?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Percebo que muitas pessoas hesitam em se intitularem feministas. E alguns parecem francamente ofendidas quando pergunto se se consideram como tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para resolver a questão de uma vez por todas, aí vai um teste revelador: você é feminista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Você acha que (A) uma mulher deve receber o mesmo salário de um homem para realizar o mesmo trabalho ou (B) uma mulher deve receber um salário superior ao de um homem para realizar o mesmo trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Você acha que (A) as atividades domésticas devem ser de responsabilidade de todos os moradores da casa ou (B) as mulheres não devem ser responsáveis pelas tarefas domésticas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Você acha que (A) que homens e mulheres devem receber a mesma educação escolar ou (B) somente as mulheres devem ser admitidas nas faculdades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Você acha que (A) homens e mulheres devem ter direito a votarem e a serem votados ou (B) somente as mulheres devem ter direito a votarem e a serem votadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Você acha que (A) homens e mulheres devem ter autonomia para possuir bens e administrá-los ou (B) somente as mulheres devem possuir bens e administrá-los?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado do teste:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você marcou mais letras (A), surpresa – você é feminista! É isso mesmo: o feminismo defende que todo mundo deve ter direitos e obrigações iguais, independentemente do gênero. É por isso que feminismo e machismo &lt;strong&gt;não são opostos&lt;/strong&gt;: o feminismo quer que tanto mulheres quanto homens tenham acesso às mesmas oportunidades; já o machismo acredita que os homens são superiores e, por causa disso, devem ter direito a vários privilégios. O real oposto do machismo é o femismo, que segue a mesma "lógica" ("sou melhor porque tenho o cromossomo X ou Y") e está representado pelas letras (B) no teste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você se chocou com as letras (B)? Pois é, que horror. Que injustiça. Mas perceba que, se você trocar a palavra “mulher(es)” por “homem(ns)” nos itens 1 e 2, eles vão refletir a realidade atual de muitas mulheres. E se você fizer a mesma coisa nos itens 3, 4 e 5, bem, eles correspondiam à verdade não faz muito tempo (e ainda correspondem em certos países). O que aconteceu desde então? O feminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, meninas e meninos, não façam cara feia quando perguntarem se vocês são feministas. Feminismo não é palavrão. É elogio. É liberdade. É contestação. É questionamento de modelos &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrpOrYuqTEI/AAAAAAAAAdg/pYhUXS6R5Cw/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt;prontos. É bom para todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, gente, confessem: vocês já eram feministas e nem sabiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nota importante: baseei meu teste neste &lt;/em&gt;&lt;a href="http://cynthiasemiramis.org/?p=297/"&gt;&lt;em&gt;aqui.&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384703763061164850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 115px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrpPiwn4SzI/AAAAAAAAAdo/7fsBklAfbm0/s400/images+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;"Feminismo é a noção radical de que as mulheres são pessoas"&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrpOrYuqTEI/AAAAAAAAAdg/pYhUXS6R5Cw/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-4703185462811228613?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/4703185462811228613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=4703185462811228613&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4703185462811228613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4703185462811228613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-teste-voce-e-feminista.html' title='O Caso do Teste: Você é Feminista?'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrpPiwn4SzI/AAAAAAAAAdo/7fsBklAfbm0/s72-c/images+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-1674637014853316794</id><published>2009-09-22T10:50:00.005-03:00</published><updated>2009-09-22T11:02:41.900-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Dúvida: Por que as Mulheres se Arrumam?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A minha amiga Chris deixou nos comentários a seguinte indagação: “dizem que, na verdade, as mulheres se vestem bem, usam maquiagem e tudo mais pras outras mulheres, e não para os homens... será?”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Bem, eu posso falar da minha experiência. O Maridíssimo não é ligado em roupas (nem nas dele) ou em maquiagem. Quando eu boto uma roupa que faz muito tempo que não uso, ele pergunta se é nova. Ele só percebia que eu me pintava quando eu usava um monte de sombra nos olhos. E às vezes eu usava alguma coisa superfashion e ele olhava meio desconfiado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ele e os amigos dele são assim. Eles só notam se a moça “tá bunita”. E a definição de beleza deles passa bem longe dos editoriais das revistas de moda. Boca nude e esmalte roxo não fazem o menor sucesso. Roupa de marca eles nem registram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Então parece que, de fato, as mulheres não se arrumam para os homens (e eu nem acho que deveriam, tá?).  Mas, por outro lado, conheço alguns homens acham, sim, que tem alguma coisa errada com as mulheres que não “se cuidam”. Talvez eles não saibam direitinho o que o “se cuidar” envolva, mas conseguem apontar que a Marina Silva é uma delas. (De novo a Marina Silva! É porque ela é a única mulher pública que eu consigo lembrar que se apresenta de cara limpa (tão bonito isso, para um político). E confesso que já passou pela minha cabeça que um corretivozinho lhe cairia bem. Mas isso foi antes de ler “O Mito da Beleza” da Naomi Wolf, e entender que a Marina Silva não é modelo/manequim, mas política, e portanto a aparência dela não vem ao caso (porque nas olheiras do José Serra ninguém quer passar corretivo, né?)). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ao fim e ao cabo, o certo é que a sociedade exige das mulheres uma certa aparência. E a punição da sociedade para quem não cumpre suas exigências é a crítica, o ridículo e até o ostracismo.&lt;br /&gt;Nós, mulheres, estamos inseridas na sociedade. Então, é meio automático que a gente repita seus mandamentos. O que acaba sendo um tiro no pé, porque quando eu critico a aparência de uma mulher, estou mantendo vivo e forte o sistema e reforçando que é “natural” que eu também seja avaliada pelo meu visual. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que a gente faz para mudar isso? Bem, eu estou tentando vivamente não falar da aparência das pessoas (e principalmente das mulheres). Simplesmente não comento. Nem para elogiar. Porque acho que só cabe esse julgamento se estamos falando de atores/modelos, profissões ligadas à aparência. Ou talvez só modelos, porque eu gostaria muito que a profissão de ator não fosse ligada à aparência. Embora eu saiba que seja, principalmente se você é atriz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E também tento convencer gentilmente as pessoas desse ponto-de-vista. (É, porque eu achava que uma discussão era uma oportunidade para esmagar os outros com meus argumentos vociferantes. Há pouco tempo descobri que uma discussão serve para é para trocar idéias – e se eu escutar atentamente as alheias, é mais provável que os outros também escutem atentamente as minhas). Confesso que não é fácil mudar uma visão que está tão inserida nas pessoas que elas não percebem que é só uma visão, não uma verdade definitiva. Mas acho que o simples fato de abrir o questionamento já é um passo importante. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-1674637014853316794?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/1674637014853316794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=1674637014853316794&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/1674637014853316794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/1674637014853316794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-da-duvida-por-que-as-mulheres-se.html' title='O Caso da Dúvida: Por que as Mulheres se Arrumam?'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrjXkTzt9jI/AAAAAAAAAdQ/3OVdOL405wE/s72-c/js.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-5131945845512238019</id><published>2009-09-21T14:00:00.004-03:00</published><updated>2009-09-21T16:55:43.253-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Menino ou da Menina</title><content type='html'>&lt;div&gt;Parece que na França é muito comum o casal, durante a gestação, não querer saber o sexo do bebê. Fiquei pensando sobre o assunto e concluí que é uma ótima idéia. Sem saber se é menino ou menina, a mãe e o pai (e os familiares) vão pensar no baby como uma pessoa. Não vão ficar desenvolvendo expectativas do tipo “vai gostar de esporte” (se for garoto), ou “vai gostar de cozinhar” (se for garota). Porque não tem nada nos genes que determine essas preferências, né? É pura construção social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vantagem: o feto não ganha roupinhas e brinquedinhos “de gênero”. Ou seja, nada de vestidinhos cor-de-rosa. Ou de uniformezinho do exército. Que são danados, né? Porque os estereótipos estão também no nosso inconsciente. Por mais que eu tente ser crítica, tenho certeza que vou (e todo mundo também vai) esperar que uma criança vestida de princesa seja muito mais frágil e mais bem-educada do que se ela estiver usando camuflagem. Já o bebê fantasiado de Rambo vai poder gritar e chutar e correr e todo mundo vai achar lindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então acho que, se eu decidir ter filho(s), não vou querer saber o sexo do bebê até nascer. E enquanto isso vou chamando nem de menino e nem de menina, mas de menine. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrexiHYPU5I/AAAAAAAAAcw/zJiIVg9P6R8/s1600-h/bb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383967079199101842" style="WIDTH: 95px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrexiHYPU5I/AAAAAAAAAcw/zJiIVg9P6R8/s400/bb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Vejam acima atraente menine mostrando a língua para os estereótipos de gênero.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-5131945845512238019?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/5131945845512238019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=5131945845512238019&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5131945845512238019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5131945845512238019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-menino-ou-da-menina.html' title='O Caso do Menino ou da Menina'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrexiHYPU5I/AAAAAAAAAcw/zJiIVg9P6R8/s72-c/bb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-3798598791614246063</id><published>2009-09-17T21:29:00.009-03:00</published><updated>2009-09-17T22:17:41.682-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Discurso Pró-Vida da Nova Novela das 8</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Obs: já vi que "Viver a Vida" vai render assunto para inúmeras postagens.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje minha mãe veio me visitar e, já que ela vê novela, fiz companhia. Atuações constrangedoras? Check. Mulheres chatas e fúteis? Check. Velhusco conquistador metido? Check.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aí ficamos sabendo que a Sandrinha, irmã mais nova da Helena (acho que a personagens tem uns 18 anos) , está grávida. A mãe das duas, a Edith, fica escandalizada (ANTES de saber que o namorado usa drogas e bate nela). E a Helena afirma para a mãe que a Sandrinha TEM de ficar em Búzios até o filho nascer. Porque se a Sandrinha voltar no Rio "ela vai acabar achando um açougueiro que faça um aborto. Ela vai se matar e vai me matar também".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, gente, Sandrinha é classe média. Classe média arranja clínica arrumadinha para fazer aborto (que nos primeiros meses da gravidez é um procedimento simples - cirurgicamente falando). Ou seja, não tem açougueiro na história. E o risco de morte (se feito adequadamente) é muito baixo (acredito que até menor do que o do parto).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sandrinha é jovem, revoltada e NÃO quer ter o filho. Eu não estou entendendo porque a Helena se arvorou em dona da verdade e da irmã. A mensagem da cena é clara, né? Aborto é uma aberração (que só uma doida como a Sandrinha, que além do mais apanha do namorado drogado, cogita fazer). Se apesar disso se você decidir por ele, primeiro você vai sofrer e depois você morre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As coisas não são beeem assim, não. Não estou dizendo que abortar é simples como ir ao cinema; que não pode deixar seqüelas emocionais; que é uma decisão fácil. Mas também acho que a escolha é da mulher grávida. É o corpo dela que vai mudar e é ela que vai ser a principal responsável pela criança (salvo exceções). E me irrita profundamente que quem decida sobre a legalidade do assunto seja um monte de congressistas homens, velhos e carolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Achei a cena bem movimento Pró-Vida (contrário ao aborto exceto em alguns casos, e às vezes nem nesses). Que, ao contrário do que muita gente pensa, não é uma oposição simétrica ao Pró-Escolha (a favor da liberdade reprodutiva). Porque o Pró-Vida decide pela mulher: não pode abortar e pronto. O Pró-Escolha acha que a mulher deve decidir por si mesmo: abortar ou não. Ou seja, o Pró-Escolha abriga as duas possibilidades. O Pró-Vida só admite uma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você pode muito bem estar certa de que nunca interromperia uma gravidez e ao mesmo tempo ser Pró-Escolha. Porque o Pró-Escolha não obriga ninguém a abortar. Ele só defende que o direito de decidir é seu, não dos congressistas homens velhos carolas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrLfSnpW6nI/AAAAAAAAAco/02PhYCebksc/s400/images.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 97px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382610015634254450" /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu sou Pró-Escolha mermo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-3798598791614246063?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/3798598791614246063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=3798598791614246063&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/3798598791614246063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/3798598791614246063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-discurso-pro-vida-da-nova.html' title='O Caso do Discurso Pró-Vida da Nova Novela das 8'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrLfSnpW6nI/AAAAAAAAAco/02PhYCebksc/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-2440277227944941840</id><published>2009-09-17T14:10:00.002-03:00</published><updated>2009-09-17T14:14:05.148-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Cara Limpa</title><content type='html'>&lt;div&gt;Então eu deixei de usar maquiagem, né? Porque eu não sou enfeite. Nem palhaço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E não é que eu não goste de maquiagem. Eu adoro. É uma escolha, mesmo.&lt;br /&gt;Eu sei que pode ser difícil para as leitoras (e leitores!) entenderem essa idéia, porque afinal aparentemente a beleza feminina só traz vantagens, né? E porque que a boba aqui vai abrir mão dessa vantagens?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tem vários de motivos, e talvez eu não consiga expressá-los tão bem quanto gostaria, mas vou tentando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeira idéia: mulheres e homens são diferentes biologicamente, mas isso não justifica uma hierarquia entre eles.&lt;br /&gt;E, na nossa sociedade, existe uma hierarquia. Mulher é cidadão de segunda classe. Se não fosse, ela não seria 51% da população mas estaria presente nos cargos políticos e de chefia numa porcentagem muitíssimo menor, né? Ou ganharia um salário menor pelo mesmo emprego. Ou sofreria violência doméstica. Ou seria 70% dos pobres do mundo (o dado é da ONU). Etc etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segunda idéia: muitas das diferenças entre mulheres e homem (geralmente aquelas que são usadas para justificar a dominação masculina), são construções sociais, não conseqüência da biologia.&lt;br /&gt;Ando conversando com muita gente a respeito de criação de filhos, e as mesmas pessoas que insistem que meninos e meninos são diferentes, sim, por causa dos hormônios! são os que ficam mais chocados com a idéia de botar um vestido de princesa rosa no menino. Ué, se a masculinidade está nos genes dele, não é um vestidinho bobo que vai confundir o garoto, não é?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Terceira idéia: aos cidadãos de primeira classe (que por acaso são os homens, mas que podiam ser também as murtas azuis calpurnianas) não se exige uma aparência que deleite os olhos (como se demanda das mulheres). Ninguém chama o Lula ou o Clinton de feios, porque a beleza simplesmente não está em questão. Mas tem colunista criticando a Marina Silva por “não se cuidar”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então eu, que antes de ser mulher sou pessoa, não quero mais gastar dinheiro, tempo e preocupação em coisas que não são exigidas dos cidadãos de primeira classe (que por acaso são os homens, mas que podiam ser também as murtas azuis calpurnianas).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Também estou revendo meu guarda-roupa (e foi uma coisa natural, não premeditada). Estou preferindo roupas mais unissex. E, adivinha? Elas são mais fáceis de usar e combinar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso não quer dizer que estou negando minha qualidade de mulher. A não ser, claro, que se considere que ser mulher é usar batom, esmalte, secador e saia. E não é, né?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Também não estou dizendo que homem e mulheres são inimigos. Ou que ninguém deve usar maquiagem. Ou que essa é a solução para todos os problemas femininos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrJtynRh4WI/AAAAAAAAAcg/AiV80fpVwec/s1600-h/palh.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382485220964557154" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 117px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrJtynRh4WI/AAAAAAAAAcg/AiV80fpVwec/s400/palh.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só sei que para mim, neste momento, ao perceber que vivo numa sociedade que trata as mulheres como enfeites (quem nunca recebeu um cartão de Dia das Mulheres nos agradecendo por embelezar o mundo?) ou palhaças (salário menor pelo mesmo serviço), não faz o menor sentido sair por aí com o rosto pintado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque eu não sou enfeite. Nem palhaça. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-2440277227944941840?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/2440277227944941840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=2440277227944941840&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/2440277227944941840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/2440277227944941840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-da-cara-limpa.html' title='O Caso da Cara Limpa'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/SrJtynRh4WI/AAAAAAAAAcg/AiV80fpVwec/s72-c/palh.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-5006308231786093815</id><published>2009-09-15T09:35:00.010-03:00</published><updated>2009-09-15T09:52:52.395-03:00</updated><title type='text'>O Caso da Nova Novela das 8</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Faz anos que eu não vejo novela, mas como a que estreiou ontem na Globo tinha a primeira protagonista negra no “horário nobre”, achei que valia a pena dar uma espiada.&lt;br /&gt;Rolaram umas convulsões de ódio na frente da tevê. Senão, vejamos: &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-NscbXgVI/AAAAAAAAAcQ/PqhAyZdfsHU/s1600-h/taÃ&amp;shy;s.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381675874415771986" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-NscbXgVI/AAAAAAAAAcQ/PqhAyZdfsHU/s400/ta%C3%ADs.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;* a fofa da Taís Araújo aparece de cabelos crespos, naturais e lindos no começo do episódio, mas na hora do desfile de moda a cabeleira fica lisa escorrida. E a irmã dela está a cara da Riahanna – isto é, cabelinho liso, liso. Pelo menos a mãe das duas, que consegue ser ainda mais bonita que a Taís, varia.&lt;br /&gt;É superlegal ter uma família negra em destaque na novela das 8, mas se for pra lascar nela a estética do homem branco não adianta muito, né?&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-M4p4VawI/AAAAAAAAAcI/Cdg9Tz5p2fE/s1600-h/jm.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381674984673733378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 67px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-M4p4VawI/AAAAAAAAAcI/Cdg9Tz5p2fE/s400/jm.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;* o galã da novela é o José Mayer, canastrão como sempre. Da boca dele saem estas pérolas: “Eu não consigo viver sem uma mulher fixa. Eu gosto dos pés se encontrando no meio da noite, de escutar as bobagens dela no café-da-manhã, de ouvir as fofocas que ela traz do salão de beleza”.Um momento que eu vou ali vomitar.&lt;br /&gt;* eu não sei de onde tirei a idéia de que o escritor da novela, o Manoel Carlos, gosta das mulheres. Quase todas que apareceram no primeiro capítulo são todas bonitas, arrumadas, ricas, fúteis e chatas. &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-N4m8OruI/AAAAAAAAAcY/Zas_ZFNvjOM/s1600-h/lÃ&amp;shy;lia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381676083396390626" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 83px; CURSOR: hand; HEIGHT: 124px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-N4m8OruI/AAAAAAAAAcY/Zas_ZFNvjOM/s400/l%C3%ADlia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;* a única personagem que me agradou foi a ex-esposa do José Mayer, a Lília Cabral. Ela é bonita, arrumada, rica, fútil e chata. Mas como a atriz é ótima, simpatizei com ela. Até porque me parece que a idéia era usá-la de contraponto ao José Mayer (tipo ela é esposa insuportável, ele é o marido sacrificado). E ele é um chatão.&lt;br /&gt;* o José Mayer tem 59 anos. A Taís Araújo tem 30. Nada contra a diferença de idade, mas porque na maioria absoluta dos casos o homem é velhusco e a moça é que é novinha?&lt;br /&gt;Aí começou um filme e eu mudei de canal. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-5006308231786093815?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/5006308231786093815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=5006308231786093815&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5006308231786093815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/5006308231786093815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-da-nova-novela-das-8.html' title='O Caso da Nova Novela das 8'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pMFsodrhuzc/Sq-NscbXgVI/AAAAAAAAAcQ/PqhAyZdfsHU/s72-c/ta%C3%ADs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7935335.post-4839477485119063096</id><published>2009-09-14T08:12:00.001-03:00</published><updated>2009-09-14T08:22:21.212-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Experimento Social: Parte 4 e Final</title><content type='html'>Afinal, o ideal é que a gente ignore as aparências, ou que não as ignore, mas as aceite como são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andei pensando (e posso mudar de idéia). Minha conclusão no momento é a primeira opção é a melhor – mas é também meio impossível. Então o jeito é não dar muita importância, e também não ficar fazendo julgamentos apressados, baseados somente na cara (e no corpo) das pessoas. Só porque alguém é diferente de mim não significa que ela seja boba/feia/chata. E aí nessa de não julgar pelas aparências um monte de preconceitos vai embora, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estou levando do meu modesto experimento social?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou continuar dispensando os “cuidados de beleza”. Deu pra ver que, com a mesma rotina que meu marido tem (banho – desodorante – corte de cabelo e unha – lâmina para os pelos – perfume de vez em quando) eu fico perfeitamente apresentável. E feliz da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, prometo solenemente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) rir da cara das propagandas de produtos de beleza, sabendo que elas são essencialmente mentirosas. E não gastar meu rico dinheirinho com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) ler revistas femininas com muita reserva (vide post futuro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) evitar comentários sobre a aparência das pessoas, tanto negativos quanto positivos. A mensagem? &lt;strong&gt;Seu visual não é mais importante que você&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, o mais importante: a base teórica do experimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevalolaescreva, da Lola Aronovich:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/06/beleza-no-um-por-todos-todos-por-um.html"&gt;http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/06/beleza-no-um-por-todos-todos-por-um.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mito da Beleza, da Naomi Wolf:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/01/370736.shtml"&gt;http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/01/370736.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Direitos autorais: o livro está esgotado no Brasil. Assim que for lançada uma nova edição (o que é pouco provável), tiro o link do blogue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7935335-4839477485119063096?l=ludleo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ludleo.blogspot.com/feeds/4839477485119063096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7935335&amp;postID=4839477485119063096&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4839477485119063096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7935335/posts/default/4839477485119063096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ludleo.blogspot.com/2009/09/o-caso-do-experimento-social-parte-4-e.html' title='O Caso do Experimento Social: Parte 4 e Final'/><author><name>Lud</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08170900489386355193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00937289568566007665'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry></feed>