15.2.07

O Caso do Fim da Dieta

Minha dieta está na reta final. Nos últimos suspiros. Nos estertores derradeiros. Eu só queria eliminar uns míseros últimos gramas para:

- chegar num número redondo;
- ter uma margem de segurança para não estressar quando voltar a me alimentar normalmente.

Só que faz mais de uma semana que não perco um grama. Nada. Nadica. Aliás, nos últimos dias eu ganhei 100 gramas!
Explicações:

- as rações de M&M enlouqueceram meu organismo;
- dessa vez alcancei um platô de verdade;
- meu corpo chegou no peso ideal e não sai dele nem a pau.

Acho que vou ficar com a última explicação e encerrar a dieta por aqui. Aí provavelmente decidirei entrar na academia, para ficar malhadinha.

Vamos ver o que aborrece mais vocês leitores, o papo de dieta ou o papo de ginástica.

14.2.07

O Caso do Cabelo Bicolor

Estava eu matutando o que fazer com o meu cabelo de duas cores quando ligo a tevê no canal GNT e vejo o programa “Superbonita” alardeando que tem gente que paga para ficar com o cabelo assim.

Fiquem sabendo que a última tendência é ter as raízes de cor diferente das pontas. Cabelo bicolor tá na moda!

Justo agora que eu tinha dado um jeito de me livrar do meu cabeleireiro de três dígitos!
Explico: quando fui lá reclamar que o tonalizante castanho que ele passara em cima das minhas luzes estava saindo (e conseqüentemente meu cabelo estava ficando bicolor) e ele disse que tonalizante era assim mesmo, boba!, e que se eu quisesse algo mais duradouro deveria ter usado tinta (coisa que ele não se deu ao trabalho de me explicar na época), ele me mostrou a cartela de produtos, e fiquei sabendo que ele tinha aplicado a tonalidade tabaco da Alfaparf.

Aí, quando fui à capital e achei a tinta por uma fração do preço que ele tinha me cobrado, comprei a danada mais que depressa, e já arrumei um salão que vai aplicá-la no meu cabelo por dois dígitos bem baixinhos.

O único problema é que, na empolgação de fazer tanta economia, acabei comprando a tinta errada. Ao invés de levar a tinta tabaco (que é marrom como o meu cabelo), acabei levando a chocolate (que é marrom-avermelhada e portanto provavelmente deixará raízes).
Passo ou não passo?

13.2.07

O Caso da Implicância

Não dá pra ser feliz: você engorda, e suas roupas ficam apertadas; você emagrece, e as pessoas começam a te acusar de estar muito magra.

E nem estou: já pesei menos que agora. Só que, na época, ser magra não estava com nada. Justamente agora, que a esbelteza está na moda, estão tentando me impedir?

Mas estou desconfiada de que parte da culpa da implicância é minha mesmo. Caí na bobagem de continuar usando as mesmas roupas, e é claro que elas ficaram largas - o que dá impressão de criança famélica ou de resgatado de campo de concentração. Preciso desencavar do guarda-roupa uns outfits justésimos, e aí as pessoas vão ver que eu não tenho nada de famélica.

Pelo contrário [risada maquiavélica].

12.2.07

O Caso do Guarda-Roupa de Viagem

Sim, eu sei que tem gente que acha que o importante é estar confortável e à vontade, e que minha preocupação com a roupa a levar em viagens é superficial, irritante e desnecessária. Afinal, quando você viaja você encontra pessoas que não te conhecem e que provavelmente nunca mais vão te ver de novo e, portanto, quem se importa que elas te achem deselegante?
Bem, dá licença – eu me importo. Acho que quem está bem-vestido é mais bem-tratado e mais bem-recebido (a não ser na Disneylândia, mas lá é a terra da fantasia). E desafio a me provarem o contrário!
Vou ilustrar minha tese com um exemplo real: em Amsterdã, o Leo comprou um sobretudo preto. A partir daí:
- um barco de turistas orientais nos confundiu com a realeza;
- os moradores de Brugge perguntavam se ele era inglês;
- na hora de embarcar, a aeromoça queria botá-lo à força na primeira classe (ele teve que recusar para não me deixar para trás).

Acho que não preciso dizer mais nada.

9.2.07

O Caso do Drama da Passagem

Não sei o que eu arrumo, mas eu não consigo marcar uma passagem sem drama e ranger de dentes.

Aliás, eu sei o que eu arrumo, sim: eu não acredito no que o agente de viagens diz, e fico buscando tarifas melhores na internet e pelo telefone das companhias aéreas, atormentando uma grande quantidade de pessoas na minha busca pela passagem mais barata possível.

Talvez o problema é que eu não saiba muito bem onde o “possível” acaba. Que eu tenha fé absoluta na possibilidade de conseguir um vôo por 800 dólares para a Europa na alta temporada. Que eu acredite piamente que os operadores têm preços melhores, sim, só que eles estão escondendo de mim.

Um pouco de ceticismo e pesquisa é bom: conseguimos reduzir o preço da passagem em quase 20% mudando a data em alguns dias. Muito ceticismo e pesquisa é péssimo: quando você decide marcar a passagem, descobre que o último vôo, aquele vôozinho interno e bobo de curta duração, aquele que era a última das suas preocupações porque, afinal, você está fazendo sua reserva com QUATRO MESES de antecedência, não tem passagem disponível a não ser que você esteja disposta a pagar 300 paus por ela.

A culpa é da Varig, claro. A culpa é sempre da Varig.

8.2.07

O Caso dos Sapatinhos de Viagem

Estou programando uma viagem para o exterior em junho. Em conseqüência, o drama dos sapatos de viagem (no mááááximo dois pares, porque eu continuo com ambições de mala reduzidíssima) ressurgiu.

No meu destino, vai ser verão, e portanto botas, meus calçados preferidos para passeios, porque são confortáveis E elegantes, estão descartadas. A segunda opção, tênis, que são confortáveis mas não elegantes, também, porque embora um tênis preto meio escondido sob uma calça comprida até que engane, tênis com bermuda e saia é o horror.

Já me sugeriram sandálias, mas eu torci o nariz. Primeiro porque não conheço nenhuma que não estraçalhe os pés se você é obrigado a caminhar com elas durante horas. Segundo porque, se houver alguma, provavelmente ela terá tiras largas e salto grosso – em suma, será horrenda.

Estou vagamente atraída pelos sapatênis, e considerando um All Star preto de cano baixo. Ele não é lá muito bonito, e faz com que a gente pareça ter pés de pato, mas pelo menos ele é fashion.
Se alguém tiver sugestões, favor se manifestar, rápido!!

7.2.07

O Caso das Modas

Lembro-me muitíssimo bem de ter reclamado com minha amiga Lili, no ano passado, que eu não entendia a nova moda das bermudas. E a Lili me respondeu que ela, ao contrário, estava adorando.
Pois é: agora eu sou a orgulhosa proprietária de duas bermudas que eu uso para trabalhar e passear. E eu também adoro.
Diga-se de passagem que as peças em questão não são shortinhos bufantes super-crescidos, nem bermudas ciclistas mega-justas e curtas. Não, não. São bermudas de tecido encorpado e corte reto que chegam abaixo dos joelhos. Elas são mais frescas do que calças e tão compostas quanto.
A verdade é que eu tenho uma relação conflituosa com a moda. Toda vez que vejo um lançamento, torço o nariz. Aí, umas semanas depois, após eu ter visto a novidade em diversas cores, modelos e variações, começo a me acostumar. Ás vezes até gosto. E de vez em quando até compro.
Mas tem coisa que não dá para engolir. A revista Estilo do mês passado trouxe um especial sobre macacões. Ah, os macacões. Difíceis de vestir, difíceis de combinar, difíceis de assentarem bem. Fáceis de lembrar que você os usou uns dias atrás. Escondem a cintura, achatam o peito, realçam os quadris.
Espero permanecer imune aos macacões.
É só a minha amiga Lili não falar que ela está adorando.

6.2.07

O Caso da Sobremesa

Meu cardápio ganhou uma novidade: rações de M&M.

Mas não fiquem achando que estou falando de meio pacote, não. Cada ração corresponde a 12 confeitos de chocolate.

Se você comer um por um, até que dura bastante.

5.2.07

O Caso do Vestido

No último final de semana, fui procurar um vestido para ir ao baile de formatura do meu pai (a segunda; sim, na minha família nós gostamos de uma faculdadezinha) e descobri que o vestido que eu usei na minha primeira formatura servia perfeitamente.

O vestido estava praticamente novo, embora tenha sido feito para um evento que ocorreu nove anos atrás. É que ele é um tomara-que-caia prata e, portanto, não pôde ser usado nem em casamentos e festas de quinze anos (a cor não deixa), nem em ocasiões mais modestas (o modelo não deixa).

A conclusão é que é possível, sim, manter o mesmo peso durante a vida. É só comer menos. Ou, pensando bem, talvez o truque seja simplesmente não comer mais. O que é bem difícil depois que a gente casa, e fica achando que tem direito ao mesmo tanto de guloseimas do que o marido da gente, que tem trinta centímetros a mais de altura...

1.2.07

O Caso do Filme

Ontem vimos um filme fofinho: O Amor Não Tira Férias. É com a Kate Winslet, o Jude Law, a Cameron Diaz e o Jack Black. É um daqueles longas em que todos os personagens são bonitos, todas as casas são maravilhosas, todos os diálogos são interessantes e tudo se resolve no final.
Impressionante como um filme fofinho deixa a gente feliz.

* * *

Sim, eu gostei do filme, mas

- sempre acho crianças em filmes algo constrangedor. Hollywood tem uma batelada de pirralhos feios e sem talento que ela adora escalar. Devem ser todos filhos de produtores (todos menos o garoto de “O Sexto Sentido”).

- Cameron Diaz não me convenceu muito no papel da mulher viciada em trabalho com problemas de relacionamento. Ela tinha que ser mais feia. Ou melhor atriz.

31.1.07

O Caso do Platô Imaginário

Há duas semanas dias minha balança não mostra a menor diferença. E isso contando calorias religiosamente e fazendo exercício todos os dias.

Fiquei imaginando que eu havia chegado ao temido platô – aquele momento que é o terror das pessoas que fazem dieta, porque nele o peso se mantém inexoravelmente igual, não importa o que se faça. O que, coonvenhamos, desanima qualquer cristão.

O Leo veio em meu socorro argumentando que eu não estava no platô – estava era me pesando em uma balança vagabunda. De fato, minha balança apresenta vários problemas. Para começar, ela sempre marca três quilos a menos. Vocês imaginam a surpresa que eu tive a primeira vez que fui à academia, me achando esbeltíssima com 49 kg, e escutando do instrutor que, na verdade, eu pesava 52. Um horror.

Para continuar, como ela é uma balança de ponteiro, realmente fica difícil enxergar o que ela está marcando. Diferenças de menos de meio quilo ela simplesmente não registra.

Antes de ontem chegou a balança digital nova e linda que compramos pela internet. Ela marca o peso de 100 em 100 g. Já me pesei nela três vezes, em momentos diferentes do dia, com e sem roupa, e ela mostrou diferenças de 800 g.

Enquanto isso, na balança antiga, o ponteiro nem se mexe.

30.1.07

O Caso do Novo Estilo

Na terceira temporada de Project Runaway, havia uma estilista elegantérrima, que tinha cabelo vermelho-fogo e só vestia preto e branco.

Na semana passada, pintei as unhas de vermelho-fogo. Inspirada pela estilista, faz quatro dias que eu só visto preto e branco. E estou me sentindo elegantérrima.
O único problema é que o esmalte vermelho-fogo não durou muito. Para compensar, estou usando minhas roupas preto-e-brancas com sapatos roxos.

29.1.07

O Caso do Sistema Cardiovascular II

Reclamei com uma colega de trabalho – que nada muitos mil metros por dia e completou a volta da Pampulha sem treinar – da minha incapacidade de correr (isto é, trotar) mais de um minuto seguido e ela respondeu, enigmaticamente:

“Isso muitas vezes é coisa da cabeça.”

Eu disse que um cardiologista já tinha diagnosticado o meu excesso de batimentos cardíacos como uma característica do meu organismo e ela deu outra resposta ao estilo Oráculo de Delfos:

“Sempre desconfiei que você não respira direito.”

Indignada e disposta a provar que ela estava errada, totalmente errada, que o meu corpinho é frágil e que eu possuo limitações orgânicas, fui correr com o Leo no sábado de manhã.

Corri 30 minutos, com um único intervalo de dois minutos de caminhada entre dois períodos de 15.
Estou chocada até agora.

26.1.07

O Caso do Sistema Cardiovascular

O Leo disse que pessoas magras não têm direito de reclamar, mas eu acho uma grande injustiça o fato de eu fazer bicicleta ergométrica, caminhar ou trotar praticamente todo dia e ter um sistema cardiovascular ridículo.

É assim: basta eu fazer um exercício um pouquinho mais puxado (como trotar por 500 metros) que meu coração dispara, meus pulmões se revoltam e eu fico roxa de esforço.

Um cardiologista já me disse que sou assim mesmo, não tem jeito. Que com muito, muitíssimo exercício é capaz de eu melhorar um pouquinho.

Mas isso não me revolta. O que me revolta é ir caminhar com o Leo e, enquanto eu me mato para fazer o meu treino de intervalo (um minuto andando, um minuto trotando), ele, que odeia exercício, sair correndo na frente. E, quando a gente se encontra de novo, ele ainda esnobar: se eu fizesse bicicleta todo dia e tivesse este Nike Shox eu estava voando baixo nesta pista.
É muito injusto.

25.1.07

O Caso do Programa

Aaaaaaaaaah eu quero ser estilista!

Estou vendo Project Runaway e adorando. No programa, 15 estilistas enfrentam desafios fashion (do tipo “modernize um ícone da moda”) e são descartados um a um. Os três últimos têm a oportunidade de fazer uma coleção inteira, e deles sai o grande ganhador. Eu tenho certeza que, se eu participasse, eu seria a grande ganhadora!

Confesso: eu já quis ser um dos decoradores de Changing Rooms (Minha Casa, Sua Casa). Mas só porque eu estava meio cega pelo casaco de pedaços de couro do Lawrence. Agora, vendo Project Runaway, eu acho que eu realmente encontrei minha vocação!

Porque, vejam bem, eu gostava de Changing Rooms, mas não tinha idéia do que cada decorador ia fazer. Em Project Runaway, eu olho para as roupas que os designers bolam e deduzo o que o júri (formado pelo Michael Kors, pela diretora da moda da revista Elle e da supermodel Heidi Klum) vai dizer sem a menor dificuldade. Eu sei o que eles querem!
O único obstáculo entre mim e uma brilhante carreira de estilista é que eu não sei costurar.

24.1.07

O Caso da Ilusão

Meses atrás, eu estava organizando uns álbuns de fotos e me deparei com umas fotinhas minhas de adolescente. E concluí, muito satisfeita, que, embora na época eu fosse mais magra e tivesse mais cabelo (o que pode muito bem ser uma impressão falsa causada pelo corte Chitãozinho e do Xororó que se usava então), aos trinta eu sou muito mais bonita.

Pois é: essa bela ilusão está se desfazendo. Agora que eu emagreci três quilos, o meu rosto voltou a ficar anguloso. O meu queixo está mais pontudinho do que nunca e as minhas maçãs do rosto estão tão definidas que chegam a ser ameaçadoras. A verdade é esta: a beleza do meu rosto depende das gordurinhas do meu corpo!

Mas não quero nem saber. Recuso-me a ter pneuzinhos. O jeito é passar bastante blush, para fazer as pessoas acreditarem que eu tenho bochechas.

23.1.07

O Caso da Lindíssima Planilha

Para ajudar na minha dieta, o Leo fez uma planilha lindíssima no Excel. Em uma aba, você põe peso, altura e nível de atividade física, e ela calcula quantas calorias você precisa por dia para se manter. Em outra, você põe a quantidade de comidas que você consumiu, e ela te dá o nº de calorias ingeridas. A terceira cruza todas essas informações e te conta quanto peso você perdeu (ou ganhou).

De posse dessa planilha lindíssima, dá pra fazer uma dieta científica. E quando chega o final do dia e fico abaixo da meta diária, incluo umas rações reduzidas de chocolate (tipo 10 gramas) sem avacalhar meu programa de emagrecimento.

Sim, porque eu ainda ambiciono perder dois quilos. Embora o Leo diga que linda mesmo eu estava quando voltei dos Estados Unidos, pesando uns 55 quilos e com as bochechas gordinhas.

22.1.07

O Caso das Calorias

Fazer dieta NÃO é uma coisa fácil, operacionalmente falando. A primeira impressão que você tem é que basta diminuir a comida para perder peso. Mas o negócio é muito mais complicado do que isso. Quanto de comida diminuir? Assim é muito? Assim é pouco? Esse tanto de fome é pouco? Esse tanto de fome é muito? Estou emagrecendo de maneira saudável? Ou ficando desnutrida e com as unhas fracas?

Como eu gosto de fazer as coisas de maneira científica, pesquisei aqui e acolá e acabei descobrindo a uma fórmula que calcula quantas calorias por dia são necessárias para você manter o seu corpinho como está. Aí, ao invés de navegar no escuro, você tem uma idéia melhor do que precisa cortar. Sem jamais ficar abaixo do limiar sagrado de 1.200 calorias (o que poderia frear o seu metabolismo por anos!).

O que a fórmula tem de chocante é que a gente precisa, na verdade, de muito poucas calorias para viver. Eu, por exemplo, que nem chego a um metro e sessenta e agora peso quarenta e nove quilos e meio (iupi!), preciso de míseras 1.600 calorias por dia para não diminuir nem aumentar. E isso levando em consideração que eu faço pelo menos 50 minutos de exercício aeróbico cinco vezes por semana! Sem o exercício, o nº de calorias cai para ridículas 1.400.
Leiam e chorem.

19.1.07

O Caso dos Temas de Post

Eu achava que postar sobre dieta não fazia o menor sucesso, porque:

a) as pessoas que não fazem dieta não ligam a mínima;

b) as pessoas que fazem dieta precisam tirar a cabeça da comida, ao invés de ler posts sobre dieta;

c) não tem nada que diga mais “falta de assunto!” do que fazer uma lista das comidas ingeridas durante o dia.

Além disso, não quero que me acusem de promover uma visão distorcida do corpo humano, gerando baixa-estima nos meus leitores e conseqüentemente aumentando o risco de que eles eventualmente desenvolvam distúrbios alimentares.

Mas enfim. Descobri um blogue chamado “Meu Emagrecimento”. É de uma moça que perdeu quase 50 kg, e ele tem centenas de acessos diários.

Por que o MEU blogue não tem centenas de acessos diários?!?
(Talvez porque quase 50 kg já seja o meu peso inicial.)

18.1.07

O Caso das Resoluções

Resoluções para o Ano de 2007:
- Ser menos impaciente, menos crítica, menos sarcástica, mais sociável;
- Parar de inventar desculpas (como a pós-graduação) para não ir a eventos;
- Lembrar-me de ligar para as amigas em seus aniversários;
- Conseguir correr (isto é, trotar) por mais de 1 minuto seguido;
- Continuar tomando chá verde e me beneficiando de sua cafeína e seus antioxidantes;
- Usar a pilha de cosméticos guardados no armário do banheiro ao invés de comprar novos;
- Viajar com uma mala realmente reduzida;
- Trabalhar com mais afinco para ser uma funcionária pública ainda melhor.